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domingo, 29 de dezembro de 2013

Karma diário para gatos calmos




00:00-07:00 dormir na cama

07:00-07:10 pequeno almoço

07:10-12:00 pausa da manhã na lareira

12:00-12:10 almoço

12:10-15:00 calma contemplação

15:00-15:01 exercício (opcional)

15:01-18:00 meditação num lugar soalheiro

18:00-18:15 jantar

18:15-00:00 reflexão noturna no armário

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Pesadelos dos gatos :-)

 
 
Tornar-se escravo do homem
Bolas de pelo
Ter de andar devagarinho na caça ao rato
Ratos sedentos de vingança
Banhos
Ter de ser simpático com cães
Pulgas do tamanho de corvos
Ficar preso numa árvore
Abre-latas partidos

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Dicionário dos gatos



Insónia - incapacidade para dormir mais de vinte horas por dia

Lealdade - ficar com o mesmo ser humano por mais de seis semanas

Stress - condição apenas observada noutras criaturas

Pássaro - comida enlatada com asas mas sem lata

Pulga - um pequeno dragão horrível

Cão - uma enorme pulga peluda

Consciência - aquele período chato entre sonecas

Comida - algo que deve ser ingerido de trinta em trinta minutos

Caixa - um possível portal para a utopia que deve ser religiosamente explorado e guardado

Trabalho - uma atividade levada a cabo pela humanidade a fim de manter confortável a gatidade

Humildade - não há definição conhecida

domingo, 15 de dezembro de 2013

Flor de Natal



As Poinsétias também chamadas de Flores de Natal são há muito consideradas muito perigosas para animais (cães e gatos).

Estas plantas pertencem à família da beladona - flores célebres por suas propriedades fatais.

Mas um estudo feito há alguns anos mostrou que as poinsétias não causam mais náusea em gatos do que muitas plantas consideradas não venenosas. Contudo é sempre mais seguro manter os gatos longe de qualquer planta, eu apesar destes estudos prefiro continuara a não comprar estas flores no natal e arriscar, porque toda a flor que cá entra é meticulosamente cheirada e muitas vezes mordiscada

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Dona de 7 gatos pretos em Mogi garante que animais não dão azar

 


Não passar por baixo de escadas, descer da cama com o pé direito e evitar cruzar com um gato preto. Quem nunca ouviu estas recomendações supersticiosas, principalmente em uma sexta-feira 13? Mas há quem garanta que a data não tem nada de anormal. A taróloga Roseli T Pereira de Souza é dona de sete gatos pretos e afirma: “Eles me dão sorte”, diz.
A mogiana trabalha como terapêuta holísca e está acostumada a ser procurada para sanar dúvidas sobre várias superstições, principalmente na data. “Gatos pretos não dão azar e nem mesmo são crueis. Eu tenho e não reclamo. Os egípcios veneravam os gatos e a deusa Bastet, que tem cara de gato e é protetora das mulheres grávidas”, comentou.
A taróloga conta que os gatos são animais de estimação das bruxas e servem como “filtros” que limpam o ambiente de energias ruins. “Eu tenho 29 gatos. Sete deles são pretos e estes são os mais intuitivos” declarou.
Segundo a bruxa, os gatos adivinham quando ela está sentindo dores, por exemplo. “Eu nem preciso falar nada. Eles deitam e lambem o local onde está doendo. Eu tenho um problema no joelho, por exemplo, e quando estou com dor, eles fazem isso. E é engraçado porque, em seguida, sinto um alívio”, detalhou.
Ela conta que adotou todos os gatos e os pretos, em especial, são as maiores vítimas de abandono, devido as superstições. “Muita gente não quer ficar com o animalzinho, principalmente preto, por acreditar que ele dá azar. Mas isso não tem fundamento. É só a cor do gato, não influencia em nada”.
Roseli T com três de seus sete gatos pretos de estimação (Foto: Jamile Santana/G1)Roseli T com três de seus sete gatos pretos
de estimação (Foto: Jamile Santana/G1)
 
Com exceção de um, os sete gatos pretos de Roseli tem nome de gente: Maurício, Gustavo, Renata, Aninha, D'Artagnan, Alice e Moleque. “O Maurício é o mais velho, encontrei ele na rua há uns quatro anos e meio. O  D'Artagnan é o recém chegado na casa, tem quatro meses. Eles me ajudam a limpar o ambiente. Quando chega algum cliente com energia muito carregada, eles ficam perto, absorvem, depois vão passear. Quando voltam, vão para o meu quarto, onde a energia é boa. É como se eles fossem uma esponja que suga a energia ruim e a descarrega em outro lugar”.



Superstição
A taróloga afirma que a sexta-feira 13, ao contrário do que muita gente acredita, pode sim ser um dia de sorte. “No Tarô, o 13 é representado pela Carta da Morte, que representa o renascimento e vida, transformação, o pensamento positivo. E isso pode marcar uma passagem interessante, principalmente para quem nasceu na data”.
Segundo Roseli, as pessoas que fazem aniversário nesta data são sistemáticas, práticas e com os pés no chão.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O Natal e os Gatos

 


O Natal e os Gatos
                                    
 

 Decorações, árvore de natal, azevinho e visitas de familiares e amigos caracterizam o Natal típico. Por ser uma época em que a rotina do gato é quebrada, é um altura em que o dono deve estar especialmente atento.
Para quem tem gatos, o Natal deve ser preparado com muita ponderação. Existem vários perigos e vários cuidados que se deve ter para que o Natal passe sem grandes atribulações no que diz respeito aos gatos.
 

STRESS
O Natal pode ser altura de stress para alguns gatos. Os felinos que temos em casa são animais de hábitos rotineiros e geralmente reagem mal a mudanças dentro de casa. Para minimizar o impacto desta época no gato, é importante que o dono reserve sempre meia hora do dia para que possa estar com o animal de forma calma.
As visitas são mais frequentes nesta altura. Reserve sempre um local em casa, onde o gato possa se possa refugiar do rebuliço desta época de festa.

ÁRVORE DE NATAL
 
A árvore de Natal é o maior desafio para os donos de gatos. Sendo felinos e gostando de trepar, a árvore de natal, com luzes e bolas cintilantes, capta todas as atenções do gato.

 Trepar
As árvores de natal verdadeiras são fáceis de trepar para os gatos, as artificiais são mais instáveis e tendem a desmontarem-se. É necessário que a árvore de natal esteja perfeitamente segura para que o gato não caia nem deite a árvore ao chão. A base deve ser mais pesada do que o topo, já contando com a  decoração.
 
Comer agulhas do pinheiro
Os pinheiros largam um cheiro intenso que chama a atenção do gato que muitas vezes engole as agulhas. Estas, por serem pontiagudas e finas, são capazes de perfurar os órgãos internos do gato. O material das árvores artificiais pode também ser tóxico, mas não é geralmente tão perigosos como as agulhas naturais.
 
 Dicas para lidar com a árvore de natal
·    Montá-la antecipadamente sem enfeites para que o gato se vá habituando
·    Torná-la menos atrativa, utilizando uma decoração minimalista e que não baloice
·    Usar um repelente para gatos na base da árvore
·    Tornar a zona do gato mais atraente, dando-lhe novos brinquedos, podem até ser feitos em casa, para que ele possa brincar com algo completamente seguro para ele.
·    Não colocar a árvore junto a móveis, cadeiras ou sofás que possam servir de rampa de lançamento para os gatos
·    Usar sinais sonoros desagradáveis para o gato, quando este investe sobre a árvore – Um som agudo ou alto é capaz de demover o gato, mas peca por não funcionar quando o dono não está em casa. Nestas alturas, não deixe o gato ter acesso à árvore de natal. Outra alternativa é construir armadilhas, com latas que caiam assim que o gato abana a árvore. Mas os donos devem ter consciência de que os sons podem traumatizar os gatos mais sensíveis.
·    Não coloque a decoração na parte de baixo da árvore – ponha as bolas ou outros objetos de forma a que o gato não os consiga ver se estiver junto à árvore
 
DECORAÇÃO
 
A decoração por toda a casa e na árvore de natal deve obedecer ao lema: à prova de gato. Os enfeites devem ser de materiais inquebráveis, tais como plástico, pois outros podem-se partir e os cacos são perigosos tanto no chão, se pisados, como também se engolidos. Não utilize ganchos ou fios para segurar os enfeites, pois são perigosos, se engolidos. Existem ornamentos que vêm com clips incorporados que são uma opção segura.
 Não coloque os enfeites na ponta dos ramos da árvore, sobretudo se balançarem, pois são irresistíveis para os gatos e rapidamente vêm parar ao chão.
 As luzes da árvore de natal podem dar choque ou até eletrocutar um gato, por isso cubra-as com fita gomada ou fita-cola e cole-as devidamente ao chão. Aplique sumo de limão ou laranja em cada luz para repelir o gato.
 Não utilize velas como ornamento, pois são facilmente derrubadas e podem dar origem a incêndios. Se o gato conseguir ter acesso a elas, pode queimar os bigodes, as patas, ou a cauda. As velas de cheiro ou incenso podem agravar/provocar alergias em animais.
Fitas e fios que possam ser engolidos pelo gato, representam um perigo potencialmente fatal. Isto inclui os materiais com os quais embrulha os presentes. Mantenha-os sempre guardados num local seguro.
 
PLANTAS

Tal como foi dito, as agulhas do pinheiro, apesar de não serem tóxicas, são igualmente perigosas, pois podem perfurar os órgãos internos do gato se forem engolidas.
 O azevinho, uma planta típica do Natal, é tóxico para gatos. Outras plantas decorativas utilizadas no Natal tais como o Cacto-do-Natal, um cacto florido do género Hatiora, o Heléboro-negro, também conhecido por Rosa do Natal, Poinsétia, Euphorbia pulcherrima, e os Viscos ou Visgos, Viscum album, são tóxicos para o gato, podendo provocar desde vómitos a diarreia e outros problemas mais graves.
É possível ter um natal seguro com gatos e se tomar todas as precauções, as fotografias mais engraçadas que conseguir vão ser com certeza as do gato junto à árvore de natal.
 

sábado, 7 de dezembro de 2013

Língua dos gatos


Ágeis, sedutores, solitários e de olhar inquietante, os felinos são elegantes por natureza, até mesmo para beber.
Embora os cães utilizem a língua numa forma de colher invertida, os gatos utilizam duas forças físicas, a gravidade e a inércia, para sugar de forma delicada os líquidos com a ponta da sua língua. Tal como as trombas dos elefantes e os tentáculos dos polvos, a língua dos gatos são muito ágeis, segundo um estudo publicado na Science Express.
Dr. Roman Stocker, um biofísico do Instituto de Tecnologia de Massachusetts em Cambridge (EUA), foi inspirado para investigar a física de voltas de gato depois de observar o seu próprio animal de estimação a beber. "Eu percebi que havia um problema de biomecânica interessante escondido por trás dessa acção muito simples", disse ele.



Durante a investigação, foram utilizadas imagens de alta velocidade para capturar o equilíbrio das forças que o gato utiliza enquanto bebe e a mecânica da água que está a beber. Descobriram que os gatos enrolar a sua língua para trás de modo a que a superfície superior toque ligeiramente no líquido. Quando um gato levanta a sua língua com rapidez, a água entra na sua boca em forma de uma coluna líquida e vai crescendo por inércia. A seguir, o gato fecha a mandíbula para capturar o líquido antes que a gravidade quebre esta coluna.



Para ter uma ideia melhor do mecanismo que está por trás da sua língua, a equipa realizou algumas experiências físicas. Depois de analisar as diferentes velocidades das "lambidelas" dos gatos, os investigadores foram capazes de quantificar as funções da gravidade e da inércia para determinar a frequência óptima do movimento de sua língua.
Esta sequência revelou algumas surpresas, como a descoberta de que as lambidelas dos gatos ao beber são muito diferentes dos cães. Outra surpresa foi a rápida velocidade em que se move a língua de um gato, quase um metro por segundo. Isto implica que a tensão superficial do líquido não desempenha nenhum papel no processo. O líquido é dominado pelas forças da gravidade e da inércia.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Gatos da casa-museu de Ernest Hemingway

 

O romancista norte-americano Ernest Hemingway (1899-1961), autor de "Por Quem os Sinos Dobram", "Adeus às Armas" e "O Velho e o Mar", morou na ilha norte-americana de Key West (ponto ao Sul dos Estados Unidos, a apenas 90 milhas, ou 162 km, de Cuba), de 1931 a 1940.

Hemingway, um dos principais autores norte-americanos de ficção, morou na ilha com Pauline, segunda de suas quatro mulheres, e dois de seus filhos, Patrick e Gregory. Ele escolheu uma casa construída em 1851, em estilo colonial espanhol, feita com pedras nativas e distante cerca de 100 metros do mar.
 


É uma casa de dois andares, não muito grande, mas cercada de amplos e agradáveis jardins tropicais, com móveis do século 17, azulejos espanhóis e pratos finlandeses na cozinha.

 


O período de Hemingway em Key West foi produtivo, já que a maioria de seus livros foram escritos na tranquila ilha. Mesmo depois de se mudar do local, continuou a usa-la como casa de verão até perto da sua morte.

Quando vivia na casa, Hemingway tinha pelo menos 50 gatos. Muitos deles tinham um gene dominante que fazia com que tivessem dedos a mais nas patinhas.

 


Esses bichanos seriam descendentes de um gato que teria sido trazido de Boston por um capitão de navio amigo de Hemingway (naquela época, a única maneira de chegar à ilha era de barco). Segundo a tradição dos marinheiros, os gatos de dedinhos a mais trazem boa sorte.

Atualmente a casa de Hemingway é um museu, onde vivem cerca de 60 descendentes daquele felino original e, como a ilha é pequena e os gatos cruzam entre si, muitos deles ainda têm dedos a mais.



Os gatos geralmente têm cinco dedos nas patas da frente e quatro nos das de trás. Mas os que têm polidactilia geralmente contam com dedos a mais nas patinhas da frente, e às vezes também nas de trás.

A polidactilia não impede os gatinhos de terem uma vida normal, mas eles não gostam muito quando alguém tenta segurar as patinhas diferentes.



Os gatos de Hemingway (muitos deles batizados com nomes de gente talentosa como Simone de Beauvoir e Pablo Picasso) têm uma rotina de dar inveja: vivem em casinhas nos fundos da casa, comem bem e dormem a maior parte do dia enquanto são observados pelos turistas do mundo todo. A manutenção deles é feita com parte do dinheiro arrecadado pelo museu.


Quando não estão a dormir ou a comer, os gatos de Hemingway caçam bichinhos nos muitos canteiros da casa. Os muros da casa-museu são cercados por uma tela inclinada para dentro, para impedir que os gatinhos fujam. Mas será que eles querem abandonar esse paraíso?

sábado, 30 de novembro de 2013

Alimentos perigosos para os gatos


 
Os gatos e os cães têm organismos muito diferentes do nosso, ou seja, é preciso não esquecer que eles não são humanos. Os seus estômagos não digerem, ou têm muita dificuldade, em digerir certos alimentos "humanos":

Chocolate

O chocolate tem teobromina (8 vezes mais no chocolate preto do que no branco). Esta substância vai entrar em choque com o organismo, pode causar desde vómitos e diarreia a aumento da actividade cardíaca ou mesmo ataques de epilepsia.


Cebola, Alho e alho francês

Interferem com o sistema sanguíneo dos cães e gatos, diminuindo a quantidade de glóbulos vermelhos e provocando degenerescências e anemias. Os sintomas podem ser rápidos ou demorar alguns dias mas o melhor é levar o seu animal ao veterinário o mais rapidamente possível já que, em casos extremos, pode ser necessária uma transfusão.


Cafeína

Geralmente muito tóxica para os animais, com efeitos tanto no sistema nervoso e cardiovascular. Os efeitos secundários mais comuns são vómito, diarreia, alterações cardíacas, tremores, convulsões e mesmo morte.


Bebidas Alcoólicas

Regra geral não são atractivas para os animais mas estes são muito pouco tolerantes aos seus efeitos adversos. Os sintomas são pouco específicos e passam pela excitabilidade ou depressão exagerada, aumento da frequência de micção, alterações cardíacas e respiratórias e eventualmente a morte. Em caso de suspeita contacte imediatamente um veterinário.


Alimentos ricos em gorduras

São os preferidos de cães e gatos, mesmo entre as rações, as preferidas são as que têm maior teor de gordura. Mas o excesso de gordura pode causar pancreatite, uma doença grave cujo primeiro sintoma costuma ser o vómito incoercível. A diarreia pode também aparecer e a dor abdominal tende a ser forte o que faz com que os animais andem frequentemente com o dorso arqueado.


Lacticínios

Não são muito prejudiciais e o iogurte ou queijo fresco até são recomendados. Mas, no geral, são mal tolerados já que os cães e gatos, a partir do desmame, deixam de produzir a principal enzima responsável pela digestão da lactose e assim podem surgir gases ou diarreias. Os produtos extremamente gordos como queijos curados podem originar também pancreatite.


Frutas

As maçãs, pêssegos, cerejas, alperces ou ameixas podem, ingeridos em grande quantidade, podem causar toxicidade aos cães e gatos, por terem na sua composição, um derivado do cianeto. Os sintomas incluem dilatação das pupilas, hiperventilação e choque.


Abacates

As folhas, frutos cascas e sementes de abacates contêm o derivado de um ácido gordo – a persina – tóxica para os gatos. Os principais sintomas desta intoxicação incluem dificuldade respiratória, dor abdominal e acumulação de fluidos na cavidade torácica.


Fermento em pó

Constituído por agentes levedantes e bicarbonato de sódio, quando ingeridos em grandes quantidades podem causar desequilíbrios electrolíticos (baixa concentração de cálcio e potássio no sangue e/ou subida do sódio) e, consequentemente, insuficiência cardíaca congestiva ou espasmos musculares.
 

Adoçante (xylitol)

Neste grupo também fazem parte os doces, rebuçados, as pastas de dentes, líquidos para higiene bucal e qualquer alimento que possa ter sido confeccionado com este adoçante.


Uvas e passas

Já foram reportados casos de intoxicação renal em animais que ingeriram uma grande quantidade, não se sabe exactamente qual é a quantidade tóxica. A consequência pode ser uma lesão permanente dos rins.


Pimenta e especiarias

Também são de evitar, podem causar diarreia e indisposição nos gatos. E nada de alimentos confeccionados e picantes, como salchichas, enchidos ou chili.

O Louro e noz-moscada, podem ser tóxicos, mesmo para humanos, quando ingeridos em grandes quantidades. Nenhum deles costuma ser adorado pelos animais mas, em caso de ingestão, poderão causar sintomas nervosos como tremores, convulsões ou mesmo a morte.


Fígado

Os gatos gostam de fígado e este aparece na composição de muitas raçoes e patês mas quando tomado em grandes quantidades, os gatos podem contrair hipervitaminose A, que pode tornar-se um problema muito sério ou até mortal. As quantidades de fígado nas rações e patês são controladas, não sendo maléficas.


Carne, peixe crus

Ainda que os gatos gostem de carne crua, peixe ou ovos, estes são potencialmente perigosos quando ingeridos crus. A carne crua pode conter parasitas e bactérias perigosas. Ao preparar comida caseira para o seu gato, deve sempre cozinhar a carne, de modo a evitar que o animal se exponha à Toxoplasmose, a qual pode estar presente na carne crua.

Um gato alimentado unicamente com peixe pode mostrar deficiência de vitaminas B1 e E, enquanto uma dieta só com carne magra produz deficiências vitamínicas e de cálcio. Algumas espécies de peixes crus – especialmente a carpa e o arenque – contêm tiaminasa, que é uma enzima que destrói a vitamina B1, a qual é eliminada na cozedura.

O peixe enlatado como por exemplo o atum ou as sardinhas não é saudável, excepto em quantidades pequenas como no caso de uma guloseima ocasional. Estes enlatados conservados em óleo são ricos em polinsaturados, os quais são difíceis de serem metabolizados pelos gatos.


Ovos Crus

Os ovos crus, quando dados frequentemente, podem causar uma deficiência de uma vitamina essencial chamada “biotina”. Por precaução quando der ovo cru, ofereça apenas a gema de ovo, a clara não pois a vitamina B é prejudicial ao gato.

 

Outros alimentos que podem ser tóxicos:

Nozes

Sementes de maçã

Caroços de frutas, especialmente de pêssego, nectarinas, alperce, ameixas e cerejas

Alimentos com bolor (fruta, pão, leite azedo)

Sementes de mostarda

Folhas de Ruibarbo

Folhas e caules de Tomate


Ração para cão

Não se deve dar comida para cão ao gato. A comida para cães é nutricionalmente deficiente para os gatos. Os gatos necessitam de quase mais 5 vezes proteínas que os cães. Contudo, ao contrário dos cães, os gatos não armazenam proteína excessiva e precisam de a repor quase diariamente. Além disto, a comida para cães é deficiente num aminoácido muito importante para os gatos, chamado “taurina”. Uma dieta deficiente me taurina pode levar à cegueira, problemas de reprodução, cardiomiopatia a mesmo morte resultante de um ataque cardíaco. Os gatos também necessitam de tomar diariamente vitamina B em maior quantidade do que os cães.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Cortar as unhas ao gato


Cortar as unhas do gato, não é algo necessário para o bem-estar do animal, ele trata e renova as suas unhas ao arranhar objetos: troncos de árvore na rua e em casa, se for ensinado, postes de corda, se não for o sofá ou tapete.

 


Embora alguns gatos, não afiem as unhas como deve ser, provocando um crescimento anormal da unha que "encaracola" para dentro acabando por se espetar na unha do gato, ferindo-o.

 


Para cortar as unhas dos gatos existem utensílios adequados à venda nas lojas dos animais ou então use um corta unhas. Quando cortámos as unhas dos gatos devemos ter cuidado em apenas cortar a parte branca, nunca alcançar a parte rosada da unha senão podemos ferir o gato. Se tiver dúvidas, antes de cortar, pela primeira vez, peça ao veterinário que lhe mostre quando o levar para tomar as primeiras vacinas.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O sono do gato



Todos os gatos dormem pelo menos 16 horas por dia, a cama ou o sítio de dormir é assim importantíssimo.

Os gatos ocupam o sofá, o tapete, a cadeira, a mesa perto da janela ao sol ou uma caixa de cartão.


Por norma, no inverno procuram os lugares almofadados e quentes e no verão os sítios frescos e lisos como o chão.


Claro que se não quer que o seu gato durma na sua cama ou no seu sofá terá que oferecer-lhe alternativas confortáveis. No entanto acho que deve deixar que seja ele a escolher a cama ou camas, já que ele escolherá várias de acordo com a sesta da manhã, tarde ou noite.


Normalmente as gatas têm uma área territorial menor e escolhem um ou dois sítios preferidos e não mudam. Já um gato, que tem uma área territorial maior, tem mais sítios de descanso, variando ocasionalmente.


Os gatos são mais activos durante a noite, embora isto varie de acordo com o ritmo de vida de seu dono. S passa o dia fora, o seu gato passa o dia a dormir quando chega a noite ele está cheio de energia. Os gatos que estão acompanhados durante o dia têm um ritmo mais equivalente ao humano, não dispensando a sesta da manha e da tarde.


Um gato dorme, em média, cerca de 16 horas por dia. Isto quer dizer que um gato de 7 anos só esteve realmente acordado durante dois anos de sua vida!


A cada hora, 220 milhões de gatinhos bocejam e 425 milhões fazem sonecas. Mas todo este tempo não é desperdiçado. Os gatos sonham como nós, nunca olhou para o seu gato e ele está de olhos meio abertos e a remexer ou com as patas a tremer, bem significa que estão a sonhar.


O gato dorme geralmente de lado, mas tem uma noção de conforto muito pessoal o que o leva a adoptar, muitas vezes, as posições mais estranhas, claro que a sua flexibilidade também ajuda, quantas vezes encontro os meus gatos esticados na cama, a parte dianteira virada para a direita e a traseira para a esquerda.

sábado, 23 de novembro de 2013

Afiar as unhas



Os gatos precisam de afiar as unhas, é uma necessidade inerente a todos os felinos. O gato arranha uma superfície porque lhe dá oportunidade de eliminar as unhas velhas, renovando as garras.

Também o faz para marcar território, colocando aí “marcas do seu cheiro” impercetível aos nossos narizes. Os felinos possuem glândulas odoríficas na parte inferior das patas. Quanto mais o gato usa essa superfície, mais é atraído a ela, pois possui o seu cheiro.

É por isso que ele prefere arranhar algo que esteja à vista, como o braço de um sofá, ao invés de o fazer pelos cantos.


As marcas são feitas sempre de cima para baixo. É possível encontrar as garras velhas presas nos locais onde o gato exercita o seu arranhar. O gato também arranha como forma de exercício, espreguiçando-se.

Por isso se o seu gato arranha o sofá e móveis, perceba que ele tem necessidade de o fazer, mas habitue a arranhar uma superfície que seja do seu gosto e do dele também. Um gato de apartamento não tem uma árvore para arranhar, precisa de uma alternativa, se não lhe dermos uma, ele escolherá um móvel, sofá ou carpete.


Se não quer a sua mobília estragada, arranje um poste (arranhador) de sisal ou os chamados "ginásios" e habitue o seu gato a arranhar lá. O arranhador deve ser colocado num sitio de passagem do seu gato e se tiver vários gatos deve ter vários arranhadores espalhados pela casa (pelo menos um por gato).

O processo de habituação ao poste começa a partir do momento que o gato chega a casa, atraia-o para o poste com um brinquedo para que ele sinta a corda nas unhas e insista até que ele se habitue, atenção que nunca deve obriga-lo, ou ele passa a odiar aquele objeto e nunca o usa para arranhar.

Se o seu gato tem o mau hábito de arranhar outros sítios desabitue-o, ralhe e faça-o sentir que aquele lugar não é bom, use fita-cola ao contrário, alumínio, plásticos, cascas de limão ou laranja ou perfumes fortes

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Dar o remédio ao gato



Na maioria das vezes, levar o seu gato ao veterinário é a parte mais fácil do tratamento. Quando chega a altura de lhe dar o remédio, as coisas tendem a ficar difíceis. Aqui vão alguns conselhos para administrar os remédios:

Antes de medicar um gato que não conhece ou que sabe que vai reagir mal, enrole-o num pano grosso, prendendo as quatro patas bem firmes e se possível use roupas de tecido grosso.

 


Líquidos:

Também para gotas ou sólidos que precisam de ser diluídos.

Coloque o medicamento numa seringa sem agulha e com o animal em pé ou sentado, erga o queixo dele e mantenha a boca fechada. Puxe o lábio superior do animal um pouco para cima, enfie o bico da seringa no espaço existente atrás do canino e dê-lhe o remédio. Lembre-se de fazer isso com a boca dele fechada e o queixo erguido.

Nunca ponha o medicamento no fundo da boca ou diretamente na garganta. Se o remédio tiver um gosto saboroso tente oferecer diretamente numa tigela.

 

Comprimidos, pastilhas, drageias e pílulas: existem vários métodos, do mais fácil ao mais difícil.

1- Simplesmente ofereça-lhe o comprimido, alguns gatos comem o remédio sem que seja preciso força-lo a isso

2- Abra a boca do gato e coloque o medicamento o mais fundo possível na garganta. Observe o animal por alguns instantes para ver se ele realmente engole o remédio, abra-lhe a boca para ver se ainda vê o comprimido, se o largar e ainda estiver na boca ele vai deita-lo fora. Não lhe dê água ou qualquer líquido.

3- Faça bolinhas com um alimento que o seu gato adora (patê, carne picada, miolo de pão, bolos) e recheie com o remédio. Ofereça-lhe mas se apenas comerem e não deitarem fora o comprimido.

 
 
 


Cápsulas:

O pó contido dentro das cápsulas normalmente não deve ser retirado de dentro do invólucro de gelatina, pois geralmente o medicamento é fabricado dessa maneira para ser absorvido em determinado ponto do sistema digestivo. Por isso não deve ser dissolvido em líquido. Tente os métodos indicados para comprimidos.

 


Pós:

Geralmente são para ser espalhados sobre a comida. Se o seu gato se recusa a comer assim, pode diluir em água e dar como líquido, ou misturar com pequenas porções de alguma comida extremamente saborosa (como ração em lata, carne).

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Pêlos de gato na roupa


A sua roupa está cheia de pêlos de gato?

Para os retirar facilmente, utilize uma escova de cabelo enfiada nuns collants velhos .

A eletricidade estática produzida pela fricção do nylon atrai os pêlos para as malhas dos collants.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Gatos salvam a vida de dona grávida em fim de tempo


Não é muito normal serem atribuídos aos gatos gestos que levem a que os seus donos se salvem, são mais conhecidos os casos de cães que o fazem.

Neste caso, foram mesmo dois pequenos felinos sem raça definida que salvaram a sua dona de falecer a dormir, envenenada por gás proveniente da sua cozinha.
A dona dos pequenos gatos, grávida já em final de tempo, foi colocar a tradicional chaleira inglesa ao lume com água para o chá. Pouco tempo, depois terá adormecido, e a água a ferver criou uma rotura na chaleira que verteu o liquido do interior sobre a chama, que se extinguiu, continuando no entanto a sair gás livremente, inundando a casa, colocando em perigo de morte a senhora e a criança que transportava no ventre.

Os gatos ter-se-ão, de alguma forma, apercebido do perigo e começaram a lamber-lhe a cara e a miar próximo de si, até que a dona acordou. Ao aperceber-se do risco que corria, abandonou a habitação com os seus dois salvadores felinos e deu o alerta para os bombeiros.

Levada ao hospital, a senhora teve alta algum tempo depois. Os médicos explicaram-lhe então o risco que correu e quão perto esteve o seu descuido de ser fatal, para si, para a sua filha e para os gatos que a salvaram, e da sorte que terá tido, perante o risco, em os gatos a terem acordado de forma tão diligente.

A história só agora foi conhecida, mas foi em Novembro de 2012 que o acidente aconteceu. Entretanto, a menina nasceu saudável e os gatos, depois de serem socorridos por um veterinário, também recuperaram em pouco tempo. Agora, vivem todos felizes na sua casa, e os gatos, os verdadeiros heróis desta história, são mais mimados que nunca.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Cadela e gato irmãos de sangue


Quem diria que dois animais, de espécies diferentes e que nem sempre se dão bem, podem tornar-se irmãos de sangue?

Pois foi isso que aconteceu, em resultado de um infortúnio que teve um final pouco comum. O gato Rory terá sido envenenado com veneno para ratos, não se sabe muito bem como, à porta da habitação dos donos e só a proximidade e disponibilidade dos vizinhos, que ofereceram a sua cadela Masi para ser dadora de sangue, permitiu salvar a vida do felino.

Quando os donos de Rory se aperceberam de que algo de muito errado se passava com o seu gato, correram com ele para um veterinário próximo. Ao chegar à clínica, na cidade neozelandesa de Tauranga, na Baia de Plenty, onde todos residem, o gato tinha piorado muito e necessitava de uma transfusão de sangue urgente, sangue esse que não existia na clínica.



Ciente das dificuldades e dos perigos que corria por tentar fazer uma transfusão de sangue entre duas espécies de animais diferentes, sem qualquer tipo de controlo do sangue, e tendo por perto a cadela labrador dos vizinhos, a veterinária que atendeu Rory arriscou solicitar que os donos de Masi permitissem tirar uma pequena quantidade de sangue à sua cadela, para tentar salvar a vida do gato. Para sorte de todos, a transfusão foi bem sucedida, e agora Rory encontra-se em fase de recuperação de um incidente que poderia ter-lhe causado a morte, o que a capacidade de decisão de uma veterinária impediu que acontecesse.

Como sempre, quando acabam bem estas histórias deixam todos felizes e os donos dos prováveis inimigos estão mais felizes do que nunca. Já o gato e a cadela não devem perceber o porquê de tanta gente a visitá-los e de estarem todos tantas vezes juntos para tirar fotografias, mas o facto de se terem tornado irmãos de sangue parece tê-los unido para sempre. Pelo menos, nunca implicam um com o outro, e pousam com a maior tranquilidade para fotógrafos e amigos que não querem deixar de registar estes momentos felizes.

Agora que tudo passou, todos confessam - veterinária, donos da cadela e do gato - que não acreditavam no sucesso deste caso mas, perante os resultados, todas as dúvidas deixaram lugar a uma única certeza: resultou.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Lidar com gatos


 
Há tanto tempo que lido com gatos, já é uma coisa tão inata em mim observar, interpretar o corpo e a expressão deles e consequentemente saber como lidar com eles que ás vezes acho erradamente que todos sabem lidar com eles.

Não saber lidar com gatos é algo bastante comum em pessoas que lidam mais com cães e não com gatos.

Sem querer ofender ninguém acho que há pessoas-cão e pessoas-gato e conforme o seu tipo assim lidam com o cão e o gato. Eu sou uma pessoa-gato e quer com cães ou gatos, lido da mesma maneira. Não sou muito bem-sucedida com cães, não me sei impor, assusto-me com o ladrar deles e também com as brincadeiras mais animadas.

As brincadeiras típicas dos cães, festas de uma forma mais entusiasmada com um misto de provocação que eles adoram, não são próprias para gatos e a reação deles, leva as pessoas a acha-los imprevisíveis, independentes e não domesticáveis.

Lembro-me de uma gata que conheci e que estava numa associação, um amor de gata linda, super meiga e ronronadeira. Durante uma visita de algumas pessoas que queriam adoptar um gato, vi esta mesma gata mudar o seu comportamento como eu nunca tinha visto.

Uma rapariga aproximou-se dela e começou a brincar com ela e a fazer-lhe festas daquela forma que os cães gostam, a princípio ela estava gostar, mas começou a ficar assustada com tanta agitação e provocação até que bufou e fugiu, a pessoa achou que ela não era meiga e que como todos os gatos era “imprevisível”.


No entanto, o problema não era a gata mas sim a forma como a pessoa lidou com ela, é preciso compreender a forma de ser de um gato. A forma como lidamos com um gato é essencial para que ele se torne naquele gato que adoramos, meigo, ronronadeiro e coleiro, um verdadeiro chato :)

O gato é um animal stressado por natureza, muito apreciador de rotinas e sossego. Ele precisa de calma, precisa de confiar em nós, não gosta de mudanças, de movimentos bruscos, gritos, nem que o olhemos nos olhos. O mais meigo dos gatos pode tornar-se agressivo e desconfiado, se não soubermos lidar com ele, e nem estou a falar de maus tratos, as vezes aquilo que achamos brincadeiras inocentes podem transformar o gato numa verdadeira peste.

Alguns gatinhos órfãos que criei, saíram da minha casa muito meigos, muito brincalhões mas nunca atacando as nossas mãos porque para eles as minhas mãos eram uma fonte maravilhosa de festas e eles viam-me como a sua alimentadora, tratadora e massagista, não como um mano, brinquedo ou presa. Depois de uns tempos com uns donos-cão, o mesmo gatinho tornou-se um “cãozinho” malandro que morde e arranha com as suas garrazinhas, claro que ele é feliz assim, mas depois ele cresce e os donos queixam-se, ele acha piada a caçar quando os donos vão a passar no corredor e fincar os seus afiados dentes na perna, se calhar um dia uma arranhadela acerta no olho, os donos começam a repreende-lo agressivamente coisa que ele não compreende, afinal até agora era tão giro brincarmos assim e o gato acaba no meio da rua ou devolvido.

Cada gato é um gato, e há claro aqueles que nunca serão dados ou domesticáveis, nasceram e viveram na rua, sempre lidaram com humanos que os enxotaram e apenas serão felizes em liberdade, junto dos seus e o mais longe de humanos possível, só se aproximando para obter comida quando não há outra forma de alimentação.