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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Gatos salvam vidas em Moçambique



No ano de 2009, surgiu numa região central de Moçambique, no Distrito de Guro, uma praga de mambas, serpentes altamente venenosas que podem matar um ser humano se este não receber tratamento depois de ser mordido. Para minimizar o perigo, o governo local resolveu soltar gatos e porcos para caçarem os tão temidos répteis e, em apenas 5 anos, o número de ataques diminuiu e o número de mortos também. Nessa altura, as vítimas feridas contavam-se às dezenas e mortos confirmados foram 15, um número extremamente elevado, relativamente ao que era habitual até aí.


Foi a necessidade que aguçou o engenho e, na falta de outras alternativas, os porcos e os gatos foram uma esperança para os moradores da região, tornando-se verdadeiros guardiães das mulheres e crianças que temiam sair para as suas habituais tarefas de recolher lenha, captar água ou tratar das hortas. Na altura, os homens tiveram de abandonar as suas tradicionais ocupações e começaram eles a realizar estas tarefas, na esperança de proteger as suas famílias. Desde então, o número de ataques não parou de baixar, sendo que no ano passado as vítimas mortais foram apenas 3 e em 2014 ainda nenhum caso mortal foi registado. O número de ataques foi drasticamente reduzido desde que os gatos e os porcos entraram ao serviço, demonstrando que a opção tomada teve sucesso e que estes animais podem também salvar vidas.

O que leva as serpentes para junto dos humanos são as chuvas, as queimadas e os roedores, que se multiplicam mais nas zonas mais habitadas. O que os porcos e os gatos fazem para controlar a população é matar e comer as cobras ainda jovens, diminuindo assim os riscos para os humanos e evitando que os répteis encontrem nestes locais condições ideais para se multiplicarem.

Mas não foram só os gatos e os porcos que fizeram baixar o número de mortos pois, apesar de haver menos ataques, eles continuaram a acontecer. A existência de mais e melhores fármacos para tratar os feridos também teve um importante papel na salvaguarda das vidas dos habitantes da região, ajudando bastante ao trabalho “braçal” realizado pelos pequenos felinos e pelos porcos.

domingo, 26 de outubro de 2014

Gatos e Bruxas – Histórias e lendas de arrepiar

  Até hoje há quem acredite no pacto entre gatos e bruxas. E isso vem da Idade Média, quando mulheres consideradas feiticeiras tinham felinos, principalmente na cor preta, que eram vistos como uma dupla paranormal ou até mesmo diabólica. Muitas coisas evoluíram, a modernização trouxe carros, computadores, verticalização das cidades, informações que circulam “pelas nuvens”, mas o preconceito no conceito gatos e bruxas ainda existe. Se uma pessoa tem o dom de pressentir algo, é considerada “mágica” ou vista com maus-olhos. E se ela tiver um gato, seja ele de qual raça ou tom de pelagem for, tem essa dádiva associada aos poderes sobrenaturais dele de prever os acontecimentos ou até mesmo profetizar.  
   As épocas em que não existia o preconceito entre gatos e bruxas
Os gatos foram domesticados ao longo dos tempos, mas as lendas e as histórias mostram-nos desde o antigo Egito a acompanhar bruxas e deusas pelo seu poder divino. Eles eram considerados curandeiros e, caso falecessem, recebiam um grande ritual e depois eram guardados pelo seu dono. Já se fossem assassinados, o criminoso tinha como punição a morte.Também não havia crendice maldosa avaliando gatos e bruxarias na Pérsia e na China. Inclusive, em muitos desses lugares maltratar um felino era como se estivesse ferindo o próprio espírito. Eles eram vistos como benfeitores e as divindades usavam-nos nos seus rituais como companhia para magias de fertilidade, proteção, felicidade, além de a deusa romana Diana assumir a forma de gato diversas vezes.   
   Gatos pretos e bruxas: quando tudo fez parecer Halloween o ano todo! Foi só o período medieval chegar que tudo mudou. Hoje temos o dia 31 de outubro para solenizarmos o “Dia das Bruxas”, mas as mulheres que eram julgadas assim e tinham os seus felinos precisavam lidar com medos e superstições o tempo todo. No Japão eles pensavam que os gatos pudessem matar as pessoas do sexo feminino e tomar as suas formas, além de no budismo os felinos serem associados à serpente, frutos do pecado. A perseguição entre gatos e bruxas também continuou quando eram visados como malfeitores, principalmente os bichanos na cor preta, e eram acusados de terem pactos com forças malignas, ameaçados e muitas vezes condenados a serem queimados. Todos os acontecimentos ruins que ocorriam nas redondezas eram atribuídos a eles e, assim, sofriam intimidações e maus-tratos. Porém, felizmente, em pleno século XXI, sabemos que o azar é de quem tem preconceito com os gatos pretos, já que são dóceis, amigos e companheiros. E que bruxas existem para quem acredita e fazem o bem para quem merece. Por isso, neste Halloween, aproveite e divirta-se como uma pessoa que pensa com sabedoria, jamais com suposições!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Gatos atores



Tal como os mamíferos superiores, os gatos também podem dissimular para atingir um objetivo determinado. Geralmente, trata-se de estratégias de comportamento que dependem da resposta positiva do interlocutor correspondente. Um gato percebe rapidamente com quem é que tem êxito nas suas manobras de engano. Não são poucos os que conseguem desta maneira, por exemplo, benefícios e mimo: mesmo estando bem alimentado, há sempre algum membro da família ao qual o gato vai dar miadelas lastimosas, dando a impressão de ser um pobre gatinho abandonado e esfomeado, pra conseguir que ele o mime com uma guloseima. Comparativamente com os animais que vivem em grupo ou em rebanho, os gatos utilizam poucas vezes esse tipo de estratégias.

domingo, 19 de outubro de 2014

Os sentidos do gato



VISTA
O gato é um animal visual. O seu campo de visão abrange 280º e, na zona central, vê de forma tridimensional. Os olhos do gato reagem sobretudo ao movimento. As cores desempenham um papel limitado. O tapetum lucidum melhora a capacidade visual na penumbra.

OUVIDO
Os ouvidos dos gatos captam especialmente os tons a altas frequências (até 70000 Hz). Os pavilhões auditivos podem ser dirigidos para uma fonte de som independente um do outro.

OLFATO
Os cheiros têm muita importância no entendimento, entre outras coisas nas saudações e na marcação do território. Só se toca na comida depois da prova do cheiro :-)

TATO
Recetores de pressão nas almofadas das patas captam as vibrações. As vibrissas na face (bigodes e outros pelos sensores) reagem a cada contacto e medem a largura das aberturas.

PALADAR
As papilas gustativas da língua distinguem o salgado, o ácido e o amargo. O gato não saboreia o doce.

SENTIDO DE EQUILIBRIO
Os gatos têm marcado sentido de equilíbrio. Em queda livre, têm um reflexo de posição que faz com que caiam de pé. A cauda mantém o equilíbrio.

SENTIDO DO TEMPO
O seu infalível sentido do tempo faz com que o gato possa manter um horário fixo em muitas atividades.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Bigodes de gato



Os bigodes sobre o lábio superior e os outros pelos mais longos na face do gato (sobre os olhos, no queixo e nas bochechas) são designados vibrissas ou pelos sensores, Os pelos sensores reagem ao mínimo contacto. Permitem ao gato orientar-se na escuridão, medem a largura dos buracos em que ele se quer meter e, na típica saudação dos gatos, nariz com nariz, fornecem informação complementar sobre o individuo que o gato tem à sua frente.
Os pelos sensores da face fazem com que, ao mínimo contacto, os olhos se fechem por reflexo e fiquem protegidos de possíveis lesões. Na raiz de um bigode estão quatro tipo de células sensoras, que enviam muitos dados de imediato processados nas diferentes áreas do cérebro. Os bigodes também são imprescindíveis para caçar: a mordedura letal é dada pelo gato quando os seus bigodes tocam a presa e quando ele transporta um rato, e são os seus bigodes que controlam a posição e as mudanças de posição da presa entre os dentes do caçador.

sábado, 11 de outubro de 2014

Deverei manter o meu gato em casa durante o Outono para o proteger dos ácaros?



Se o seu gato tem licença para sair para o jardim, não irá aceitar de qualquer maneira a proibição para o fazer. Os ácaros podem ser evitados com sprays que também são antipulgas. Examine o seu gato quando regressa a casa depois de uma saída, sobretudo nos finais do verão e no Outono: os parasitas aparecem como pontinhos amarelos, sobretudo na cabeça, na barriga e entre os dedos das patas. Estes pontinhos são as larvas, pois os ácaros adultos vivem debaixo da terra. Os pontos em que eles picam ficam infetados porque o gato coça constantemente. O veterinário pode tratar os pontos isolados com um preparado especial. Se a superfície a tratar for maior, receberá um banho de inseticida. Os ácaros também podem picar as pessoas mas não passam do gato para as pessoas.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Qual a melhor maneira de segurar o gato durante um tratamento?



Os gatos nem sempre cooperam quando precisam de um tratamento. Estes métodos de segurar o animal evitarão que faça mal a si ou à pessoa que o vai tratar:

- AGARRE PELA NUCA
Com a mão direita agarre a pele da nuca; a esquerda deverá estar sobre as costas. Pressionar suavemente para baixo com as duas mãos.

- AGARRE PELO PEITO
Com os dois polegares no pescoço, os outros dedos rodeiam e seguram o peito pela frente e por detrás das patas dianteiras.

- ENVOLVA
É melhor envolver numa manta os gatos que resistem muito. A cabeça deve ficar de fora.

domingo, 5 de outubro de 2014

Dentição dos gatos


 
Que gatos têm sete vidas, muita gente já sabe. Agora, que eles têm duas dentições, isto é de conhecimento de poucos. Mas é verdade, os gatos também trocam de dentes.
Por volta do quarto ao sexto mês, os 26 dentes de leite são substituídos por 30 dentes ligeiramente maiores, que deverão ficar na boca por toda a vida, ou melhor, por todas as suas "sete vidas".

Quem já teve dor de dente pelo menos uma vez na vida, sabe o que é sofrer. Imagine, passar "sete vidas" tendo dor de dente! Então, todo cuidado é pouco para manter uma boca saudável


Esquema representativo das duas dentições dos felinos domésticos. Os números 1, 2, 3 e 4 (setas azuis) indicam o conjunto de dentes permanentes. Os números 5, 6, 7 e 8 (setas vermelhas) indicam o conjunto de dentes decíduos (dentes de leite).


Hoje, sabe-se que cerca de 80% dos gatos sofrem de "dor de dente" causada por pelo menos uma destas três doenças: a doença periodontal, a lesão reabsortiva e o complexo gengivo-estomatite dos felinos.



Gatos com doença periodontal grave.


A doença periodontal é causada pelo acúmulo da placa bacteriana que é composta por bactérias que causam inflamação e destruição da gengiva, podendo levar à perda dos dentes. Além disso, as bactérias são responsáveis por mau cheiro na boca, formação de tártaro, dor, perda do apetite e o pior de tudo, infecção no coração, pulmão, fígado e rins. A maneira mais simples de controlar e evitar este problema é fazer uma visita regular ao médico veterinário odontólogo, que avaliará a necessidade de um tratamento profissional e o ajudará a começar um programa de prevenção, fundamental para manter a saúde do animal.

Outro problema bastante freqüente nos dentes dos gatos é a chamada lesão reabsortiva, doença que provoca destruição gradativa de um ou mais dentes. Esta destruição é causada pelo próprio organismo, mas infelizmente ainda não se sabe o que leva o organismo a começar a destruir os próprios dentes. Uma das suspeitas é de que o alto teor de vitamina D na ração dos gatos possa ser a causa e quanto maior for a idade, maiores são as chances do animal ser acometido. A reabsorção geralmente tem início próximo a linha da gengiva, sendo de difícil identificação. Com o passar do tempo ela vai aumentando em direção à raiz ou da coroa, deixando uma cavidade ou "buraco" no dente, que muitas vezes é erroneamente confundido com uma cárie.



Gatos com lesão reabsortiva. Notar destruição da coroa dental e crescimento exagerado da gengiva.


A lesão causa muita dor e os gatos passam a ter dificuldade para comer, perda do apetite, podem perder peso e até parar de comer. Nada melhor que visitas regulares ao dentista veterinário e um programa de higiene bucal para que o problema possa ser rapidamente detectado evitando sofrimento desnecessário.

E para finalizar, alguns gatos têm desenvolvido um quadro crônico de inflamação na gengiva e na mucosa da bochecha.


Processo inflamatório grave e generalizado em boca de felino com complexo gengivo-estomatite.


É como se fossem aftas por toda a boca que recebem o nome genérico de estomatite crônica ou complexo gengivo-estomatite dos felinos. Os gatos têm muita dor e deixam de comer e tomar água, perdendo peso e desidratando-se, o que pode levar a problemas renais e até à morte. Algumas doenças, como a AIDS felina, Leucemia felina e calicivirose podem estar relacionadas, mas ainda não existem provas concretas sobre esta relação. O importante é que, tão logo o gato comece a apresentar dificuldade para comer, salivação, mau hálito, tártaro, vermelhidão na boca, sangramento bucal, ele seja avaliado pelo veterinário dentista para que um exame detalhado da cavidade oral possa ser feito e um tratamento especializado seja indicado evitando que ele sofra com a dor.

Não deixe que as doenças da boca acabem com as setes vidas de seu gato!

 

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Doenças Infecciosas nos Gatos


 
Causadas Por Vírus:

-Panleucopenia (Parvovirus)

Gastroenterite Infecciosa

Doença causada pelo Parvovírus felino, que acomete mais os animais jovens, principalmente os entre 6 a 12 semanas de vida. É um vírus muito resistente a desinfetantes e meio ambiente, podendo sobreviver sob condições desfavoráveis por vários meses ou até mesmo anos. É sensível ao Hipoclorito de Sódio 1:32.
Altamente contagiosa e de alto índice de mortalidade.

Modo de transmissão: Através do contacto com água e alimentos, coleiras, cama, roupas, etc, contaminados com secreções ou fezes de gatos doentes.

Sintomas: Febre acima de 41°C, depressão, perda de peso, pelos arrepiados, secreção nasal e ocular muco purulenta, desidratação, perda de apetite, sede intensa, vómitos claros ou esbranquiçados, diarreia.

 Cada gato apresenta uma combinação diferente de sintomas, dependendo da sua resistência, idade e saúde.

 A única forma de se evitar a doença é através da vacinação.

 

 

-Rinotraqueíte (Herpesvirus felino1-FHV1)


Herpesvírus Felino tipo1, anteriormente conhecido como Vírus da Rinotraqueíte, pode causar uma variedade de diferentes sintomas. Ele afeta o trato respiratório superior, causando: secreção nasal e espirros por causa da rinite, conjuntivite, úlceras de córnea e orais, diarreia e febre. Pode causar ainda, na fêmea, aborto e morte neo-natal

É a causa mais comum de conjuntivite crónica e que não responde a tratamento por antibióticos.

Em filhotes a infecção é mais grave. Pode ser transmitida da mãe para o feto por via placentária, ou após o nascimento, através do contacto direto.

Como acontece com o Herpesvírus humano, o vírus pode ficar "adormecido", em estado latente, dentro do organismo e reaparecer em casos de stress.

O modo de transmissão requer um contacto íntimo entre o gato portador e o susceptível. Esse contacto pode ser por lamber um ao outro, compartilhar comedouros e bebedouros e via aérea através do espirro.

 

Raiva (Rabies virus)

 

É uma zoonose grave que atinge todos ao animais de sangue quente. A transmissão se faz através de mordidas e da saliva de animais infectados. A incubação da doença pode durar entre 30 dias à 18 meses. Os sintomas mais comuns são os do Sistema Nervoso, incapacidade de engolir alimentos ou água, incoordenação e paralisia de membros posteriores e mandíbula. Alguns animais se tornam muito agressivos, devido a hipersensibilidade dos sentidos que a doença causa. Estímulos visuais, auditivos são destorcidos, aumentados e dolorosos. A doença não tem tratamento mas a vacinação é totalmente eficaz. O reforço da vacina é anual.


Calicivirose (Calicivirus felino)


Causa comum de infecção respiratória em gatos jovens e adultos.

A infecção ocorre por via oral, e se inicia na orofaringe

Causa uma variedade de sintomas semelhantes aos do Herpesvírus.

Tem como sintomas principais: ulceras na mucosa oral e língua, febre, dores articulares, artrites, rinite, conjuntivite, gengivite, descarga nasal e ocular.

 É causa comum de gengivite e estomatites cronicas em gatos.

Os animais jovens são mais severamente afetados do que os adultos.

Assim como o Herpesvírus, pode ficar em estado latente, mas não reativa-se com o stress do animal.

Prevenção através da vacina.

 

Peritonite Infecciosa Felina -FIP(Corona virus)

Doença causada por um Coronavírus, caracterizada por uma hipersensibilidade do sistema imunológico. As lesões que ocorrem no organismo, são decorrentes das tentativas do sistema imunológico em eliminar o vírus, que infecta as células de defesa do organismo, que por isso não conseguem destruí-lo.

 O coranovírus causador da FIP, aparentemente é uma mutação do coronavírus que causa Enterite Felina (FEC), só que este último causa uma infecção localizada apenas no intestino.

 O vírus pode sobreviver por 6 semanas no ambiente, mas é facilmente destruído por desinfetantes comuns. Uma boa limpeza ajuda para que a doença não se espalhe para outros gatos que estejam no mesmo ambiente, além, é claro, do isolamento dos doentes.

 O longo tempo de incubação do vírus dificulta a prevenção, já que ele pode chegar a 2 meses, portanto, quando surgem os primeiros sintomas, o gato doente já contaminou outros.

A faixa etária mais afetada está entre os gatos de 6 meses a 2 anos, e os acima de 11 anos.

Os sinais da doença são vagos e não muito específicos. São sintomas digestivos e respiratórios, letargia, falta de apetite, debilidade progressiva com febre, aumento abdominal, problemas oculares e sintomas neurológicos, linfonodos aumentados.

 A presença de fluidos na cavidade peritonial e pleural, causa aumento destas, mas não ocorre dor. A gato pode apresentar dificuldade respiratória pela presença de líquidos na pleura. Existe uma forma seca da doença, em que não ocorre o aumento abdominal.

 Dentre os sintomas neurológicos, pode ocorrer: desorientação, falta de coordenação, paralisias, convulsões.

 O vírus da FIP é a causa mais comum de febre de origem indeterminada. Todo gato com febre que não responde ao tratamento com antibiótico, deve ser suspeito de estar com Peritonite Infecciosa.

Atualmente acreditasse que a forma de contaminação mais prevalente, é a de mutação do coronavirus em virus da PIF. Mesmo em locais onde haja gatos já positivos, a forma de contagio animal para animal, não parece ser a mais comum. Por isso, mesmo um gato único, preso num apartamento, pode de repente desenvolver PIF, porque o coronavirus que ele tinha resolveu mutar.

Ainda não se sabe ao certo porque o virus muta, mas já sabem que existem fatores predisponentes, como hereditariedade, stress, estado de saúde geral do animal, entre outras coisas.

Podem ocorrer problemas secundários no fígado e rins.

Os gatos podem ser portadores assintomáticos do vírus.

Os filhotes são infectados antes do nascimento ou nas primeiras 5 semanas de vida.

A via de transmissão do vírus pode ser oral, respiratória ou parenteral. O tempo de incubação é variável.

Existe uma cepa mais virulenta do vírus que mata rapidamente. Mas a maioria das infecções ocorre pela cepa menos virulenta. A virulência depende da cepa do vírus, da resistência do organismo do gato e da sua resposta imunológica ao vírus. Se ele possui uma boa resposta imunológica tem boas chances de sobreviver.

O uso da vacina ainda é controverso.

Leucemia Felina (Virus da Leucemia Felina-FeLV)

Leucemia felina é causada por um Retrovírus, específico para gatos, portanto não transmissível para o Homem ou cães. Foi descoberto em 1964 e atualmente, é considerado a causa de morte por doença infecciosa mais comum em gatos. Por causar imunossupressão, deixa o gato indefeso contra qualquer outra doença.

A transmissão se dá através de mordidas (saliva) ou contacto com gatos doentes (secreções nasais, espirros, lambedura, fezes, uso do mesmo sanitário).

O vírus não vive por muito tempo no ambiente, sendo facilmente eliminado com o uso de desinfetantes comuns.

A prevenção é através de vacinação, com reforço anual. Alguns gatos podem apresentar reações à vacina, mas é preferível essa reação de curta duração do que a morte por uma doença tão terrível.

Se você já tem gatos em casa e pretende introduzir outros no mesmo ambiente, se não tiver a certeza que foram vacinados, mantenha-os em separado, até ter a certeza, através de seu veterinário, que pode fazê-lo.

A Leucemia felina é diagnosticada através de exame de sangue (ELISA), como o falso positivo não é raro de ocorrer, indica-se a realização de um segundo exame em caso do primeiro der positivo, para dar confirmação.

Quando o Retrovírus penetra no organismo do gato, se reproduz inicialmente no tecido linfático, que é a primeira barreira de defesa. Alguns animais conseguem combater o vírus com sucesso neste local. Se isso não ocorre, o vírus então passa a atacar a medula óssea, onde as células vermelhas e brancas são produzidas. Pode então ficar latente e se reativar, até anos depois, em caso de falha do sistema imunológico.

Os sintomas de Leucemia são na verdade os sintomas das diversas doenças que acometem o gato, por ele estar sem as defesas naturais, devido ao retrovírus. Ele apresenta infecções cronicas como estomatite, gengivite, ulceras na boca, abcessos e feridas na pele que não cicatrizam, infecções no trato respiratório, anemia, acúmulo de líquido na cavidade pleural, desenvolvimento de tumores, febre, problemas reprodutivos e associação com Vírus da Imunodeficiencia Felina (FIV), Peritonite Infeciosa Felina (FIP), Hemobartonelose. Todo gato com anemia e desordens sanguíneas deve ser testado para Leucemia.

 

Prognóstico para Leucemia

Não há como prever como um gato jovem vai reagir ao vírus da Leucemia.

Em alguns casos, somente alguns gatos ou apenas 1, de uma mesma ninhada é infetado, e o restante não.

Cerca de 30% dos filhotes e gatos adultos infectados pelo vírus, desenvolvem imunidade, nunca adoecendo.

Pode também ocorrer uma infecção latente, quando o vírus é mantido na medula óssea ou no sistema nervoso, onde não causa dano, até que devido a um stress, o sistema imunológico falhe e o vírus se reative.

O organismo de alguns gatos, consegue tolerar o vírus, mas não suprimi-lo, tendo o vírus na corrente sanguínea constantemente, sendo assim portadores e transmissores da doença.

Pode ainda ocorrer que o gato morra da infecção inicial pelo vírus da Leucemia.

Em alguns casos, o gato se torna susceptível a infecções na bexiga urinária, pode manifestar mudança de comportamento, podendo urinar em locais errados por se sentir fraco para ir até a caixa sanitária.

A leucemia, é causa comum de formação de líquidos nos pulmões, muitas vezes com a presença de tumores.

 

Feline AIDS- FIV(Virus da Imunodeficiência Felina)

Sindrome da Imunodeficiência felina é causada pelo FIV (Feline Immunodeficiency Virus), um Retrovírus, que causa depressão do sistema imunológico do gato, deixando-o vulnerável a uma série de doenças secundárias, que podem ser fatais, como doenças infecciosas; cancro; etc

Seu modo de ação é semelhante ao vírus HIV humano (AIDS), mas NÃO é o mesmo vírus. NÃO há perigo de um humano pegar AIDS de um gato e vice-versa.

Muitas vezes a doença só é notada anos após a infecção, por isso é mais comum nos gatos adultos.

O vírus é transmitido através de urina, saliva, muco, fezes e sangue. Isso significa que o ato se lamberem mutuamente, mordidas, dividir os mesmos pratos de comida e água, usar a mesma caixa de areia, são meios prováveis de transmissão, de um gato doente para outro.

As gatas podem passar o vírus para seus filhotes, mas não no útero. É passado após o nascimento.

Ainda não existe vacina, mas meios profiláticos de prevenção podem ser usados.

O gato pode ser portador do vírus e não manifestar doenças.

O gato não adoece diretamente devido ao vírus FIV, mas em decorrência da imunossupressão que o vírus causa. Por isso não existe um sintoma específico para FAIDS. Pode-se desconfiar de FAIDS em animais constantemente doentes; doenças com difícil recuperação; doenças cronicas como gengivites; diarreia; secreções no nariz e olhos.

 

Doenças Respiratórias


A maior parte das doenças respiratórias em gatos é causada por vírus ou bactéria. São eles: Herpesvírus felino tipo1 (FHV-1); Calicivírus felino (FCV); Chlamydia psittaci e Mycoplasma.

São muito contagiosas, acometendo principalmente os mais jovens, os debilitados e os mais velhos.

Em muitas infecções respiratórias o primeiro agente é um vírus e a doença se complica com uma infecção secundária por bactéria.

Entre os sintomas nota-se: depressão, febre, espirros, tosse, secreções oculares e nasais, falta de apetite.

A transmissão se dá pelo contato direto, com outro gato doente: cama, comedouro, bebedouro, gaiolas, etc.

O ideal é manter um ambiente limpo e arejado no inverno e manter a vacinação dos gatos em dia.

 

 

Enterite Viral


Inflamação do intestino delgado, causada por vírus como o Parvovírus, Coronavírus, Rotavirus, FelV (Leucemia), FIV (Imunodeficiencia felina).

As enterites causadas por vírus são muito graves.

 

BACTÉRIAS

Enterites Bacterianas

Inflamação do intestino, causada por bactérias como Escherichia coli, Salmonella, Campylobacter, Clostridium entre outros.

A enterite bacteriana pode ser secundária a alguma outra doença, que debilite o organismo.

Tanto as enterites bacteriana e viral têm como sintoma diarréia aquosa, falta de apetite, depressão, fezes com muco (quando compromete intestino grosso), fezes escuras ou vermelhas (sangue), dor abdominal e febre.

A alimentação oral deve ser suspensa e a desidratação combatida com soro endovenoso.

 

Salmonella e Campilobacter


Duas bactérias intestinais que podem causar grave distúrbio gastrointestinal em vários animais, incluindo o homem.

A infecção no homem geralmente se dá através da ingestão de alimentos contaminados, sendo o gato uma fonte rara de infecção. Mesmo assim, medidas e cuidados de higiene devem ser observados quando lidar com gatos com diarreia prolongada, grave ou sanguinolenta.

A Salmonella causa diarreia aguda, cólicas, aborto, anemia, febre e sinal ocular.

O Campilobacter é uma das maiores causas de diarreia no homem, sendo mais grave nos mais jovens. A contaminação é via oral-fecal (alimentos contaminados com fezes). No homem, a ingestão de leite não pasteurizado é uma importante fonte de infecção.

Os animais domésticos se contaminam por ingestão de carne crua, principalmente de aves domésticas.

Nos gatos a diarreia é com sangue e muco.

Essas duas bactérias são resistentes à Penicilina e Ampicilina, algumas cepas também o são à Tetraciclina e Canamicina. Normalmente se utiliza a Eritromicina.

 

Abcessos (bactérias anaeróbicas e aeróbicas)


Abcessos são comuns e mais frequentes em gatos, do que em outras espécies. Uma das razões seria a facilidade de infecção de uma mordida de gato, devido as bactérias existentes na sua boca. A frequência com que os gatos brigam e se mordem, também contribui para esse grande número de casos. Outra razão seria pelo tipo de ferimento causado pela garra do gato. Ela penetra na pele deixando apenas um pequeno furo, que se cicatriza logo, mas o tecido subcutâneo ainda está inflamado por baixo, formando assim um abcesso. Gatos também sofrem de doenças imunossupressoras, como a Leucemia e AIDS felina, que favorecem a ocorrência de infecção de lesões.

A gravidade de um abcesso pode variar desde um problema que o próprio sistema imune do gato resolve sozinho, até uma infecção que pode ser fatal.

Os abcessos geralmente são tratados através da abertura e limpeza com anticéptico, assim como a retirada do tecido necrosado. Os abcessos são muito dolorosos e o veterinário pode ter de realizar esse procedimento com uso de anestesia.

Também se faz uso de antibioticoterapia com Ampicilina e Amoxicilina, já que a maioria das bactérias formadoras de abcessos são susceptíveis a elas. Quando o tratamento com antibiótico não traz resposta favorável, o ideal é fazer uma cultura para saber qual a bactéria e qual o antibiótico mais indicado. Outra razão para falha no tratamento é a presença de doenças imunossupressoras, já que os antibióticos necessitam de ajuda da defesa natural do organismo para curar.

Algumas bactérias que não são comuns nesse tipo de ferimento, podem estar presentes, elas respondem melhor a outros tipos de antibióticos, como exemplo o Micoplasma, que responde melhor a Tetraciclina.

 

CLAMÍDIA

Conjuntivite (Chlamydia psittaci felis)


Clamidiose é uma doença sistémica que também se manifesta nos olhos por uma severa conjuntivite unilateral. Uma semana depois, atinge também o outro olho.

O animal pode apresentar tosse, espirros, corrimento nasal e comprometimento pulmonar, conjuntivite com descarga.

Por terem os sinais muito parecidos, a Rinotraqueíte (viral) pode ser confundida com a Clamidiose. Por isso em casos de dúvida, se recomeda administrar antibiótico.

O tratamento se dá por antibiótico oral e oftálmico com Tetraciclina

 

RICKETTSIA

Hemobartonelose (Haemobartonella felis)


Hemobartonelose (haemobartonellosis, anemia infecciosa felina) é causada por uma ricketsia: Haemobartonella felis. É um parasita microscópico que invade as células vermelhas do sangue, causando sua destruição. Ele nem sempre produz doença, podendo o gato ser portador assintomático. Quando produz doença, se acopla a parede das hemácias de forma cíclica.

A anemia que causa é regenerativa, porque não causa dano à medula óssea, o que deve ser levado em conta na hora do diagnóstico. Em muitos gatos a hemobartonelose ocorre após stress. O hematozoário é transmitido pela picada do carrapato ou pulga. Outros modos de transmissão são via placentária, da mãe para os filhotes, por mordidas e transfusão de sangue. São hematozoários felinos: Hemobartonella, Cytauxzoonosis, Erlichia.


Fases da Doenças:.Fase aguda: Esplenomegalia (aumento do baço).Fase cronica: febre; hematuria (sangue na urina); mucosas descoradas pela anemia profunda; epistaxe (perda de sangue pelo nariz); perda de peso; redução do apetite; petéquias (pequenas hemorragias subcutâneas); podendo ocorrer hemorragia gastrintestinal (devido ao rompimento de pequenos vasos) e icterícia; histórico de infestação por carrapatos, pulgas.

Cerca de 1/3 dos gatos não tratados morrem da infecção. Os animais se tornam portadores para o resto da vida, mesmo se recuperando da doença. Em casos de comprometimento do sistema imunológico, por causa viral, stress ou administração de corticosteróide, a doença retorna.

Achados do hemograma:

*Trombocitopenia = Queda do número de plaquetas, o que leva a hemorragias.

*Alterações leucocitárias =leucopenia (queda de leucócitos),

 neutropenia (queda de neutrofilos),

linfocitose (aumento de linfócito)

monocitose(aumento de monocitos).

Pode ocorrer leucocitose (aumento de leucocitos), mas é menos frequente.

Esfregaço de sangue periférico: visualização dos parasitos. Mas é difícil, necessita ser repetido varias vezes.

 Tratamento por oxitetraciclina por 3 semanas e anti anémico.

Existe uma alta incidência de hemobartonela em gatos portadores de Leucemia Infecciosa. Mas a doença pode ocorrer independentemente. De qualquer forma, quando ocorre uma anemia severa que não responde ao tratamento para Hemobartonelose, deve-se fazer teste para Leucemia.

Deve-se fazer um controle efectivo de pulgas, já que a doença é transmitida de um gato para outra, através da picada de pulgas.

Não há casos relatados de Hemobartonela em humanos.

 

FUNGOS

Histoplasmose (Histoplasma capsulatum)

Histoplasmose é uma doença fúngica sistémica, causada pelo fungo Histoplasma capsulatum, que está presente nas fezes dos pássaros, morcegos e aves domésticas. Os sinais da doença variam de acordo com os orgãos afetados, de uma forma geral causa distúrbios respiratórios, diarreia, dificuldade respiratória, tosse, febre, anemia, emagrecimento progressivo, dilatação do abdómen, aumento do tamanho do baço, fígado e linfonodos. A infecção pode se localizar no olho causando coriorretinite e endoftalmite.

O tratamento se dá pelo uso de Anfotericina B.

Criptococose (Cryptococcus neoformans)

Doença fúngica sistémica, causada pelo Cryptococus neoformans, que está presente nas fezes dos pombos.

Nos gatos ocorre mais os sintomas respiratórios, como tosse, espirros, descarga nasal e ocular.

Pode haver comprometimento do SNC, causando alteração de comportamento, ataxia, andar em círculo e cegueira.

Quando se localiza na pele, geralmente do pescoço e face, causa lesões nodulares ulceradas e inchaço.

Deve-se considerar a infecção por Cryptococus quando o gato apresentar doença respiratória e do sistema nervoso central, junto com lesões ulceradas e nodulosas de pele.

A transmissão se dá por inalação (sintomatologia respiratória), ou contaminação de ferimentos (lesões de pele).

O tramento é feito com Cetoconazol, mas é pouco eficaz em casos graves.

Dermatofitose (Microsporum canis)

Doença fúngica que nos gatos é 98% causada pelo Microsporum canis.

A aparência da lesão é bem variável, sendo os filhotes os mais afetados. Ocorre alopécia (falta de pêlos) focal e circular, descamação, formação de crostas principalmente nas orelhas, face e extremidades. Os pêlos ao redor da lesão têm a aparência de quebrados.
As lesões são muito semelhantes a outras doenças de pele do gato, como a Dermatite Alergica a Pulga e Acne Felina.

Os animais portadores podem não ter lesões aparentes, ou ter apenas alguns pêlos quebrados ao redor das orelhas e face.

A contaminação se dá por contacto direto com outro animal ou por objetos contaminados. Os esporos do Microsporum podem resistir até 2 anos no meio ambiente.

O hábito do gato lamber para se limpar, é uma forma de retirar os esporos dos pêlos. Gatos de pêlo longo são mais acometidos do que os de pêlo curto, porque não conseguem se limpar com eficiência e também por receberem menos sol na pele.

Os filhotes são mais acometidos por ainda não terem um sistema imune eficiente.

 Gatos com lesões primárias de pele, por pulgas, sarna ou outros, são mais propensos a dermatofitose.

O tratamento é feito com Griseofulvina oral, que não pode exceder a 20/50mg/Kg ao dia, já que é tóxica sobre a medula óssea. Também se faz uso do Cetoconazol, de 10/30mg/Kg ao dia.

A medicação deve ser feita até 2 a 4 semanas após o desaparecimento das lesões. De uma forma geral, o tratamento dura no mínimo 6 semanas. Quanto mais gatos no ambiente mais difícil é resolver o problema.

 Em casos de lesões primárias por pulgas, sarna, etc, deve-se tratar também.

Para o tratamento ser efetivo e evitar a contaminação de outros animais e pessoas, o ambiente deve ser descontaminado, assim como os objetos de uso do animal. Uma solução de água sanitária diluída de 1:10 mostra ser eficaz contra os esporos. Esses esporos são altamente resistentes e muitos desinfetantes não conseguem eliminá-los, assim como limpeza a vapor, porque a temperatura da água não é quente o bastante.

Se no local for usado aspirador de pó, os filtros devem ser jogados fora.

 Para facilitar essa limpeza e descontaminação, o ideal é que o gato fique isolado num único local, fácil de ser limpo todos os dias.

Esporotricose (Sporothrix schenckii)

Doença fúngica causada pelo Sporotrichumm schenckii. O Sporothrix é encontrado na matéria vegetal e penetra na pele através de ferimentos cutâneos.

A Esporotricose felina é transmitida através da mordedura ou arranhadura do gato.

Ele causa lesões de diversos tipos: forma cutâneo-linfática ou linfática; forma cutânea localizada; forma cutânea disseminada e formas extra-cutaneas.

Essas lesões estão associadas a feridas traumáticas e penetrantes na pele. Por onde o fungo entra.

A forma clássica de esporotricose no homem, é caracterizada pela "linfangite nodular ascendente", bem visível quando a lesão é localizada nos membros, formando um cordão de nódulos subcutâneos, que vão ulcerando, ficando com aspecto de furúnculos, que tem uma secreção purulenta.

As lesões se iniciam de um ferimento primário por espinhos, arranhados de galinha, etc. Por isso é comum em pessoas que lidam com a terra, como jardineiros e agricultores.

É uma doença basicamente de pele e tecido linfático subcutâneo.

Entre os animais acomete mais os cavalos. No cão pode atingir, ossos, pulmões e fígado.

Atualmente se considera que cães e gatos podem transmitir diretamente a infecção para o homem, por isso se aconselha o uso de luvas ao manusear o animal até que ele fique bom.

Se trata com antibióticos específicos para fungos como Anfotericina B e Griseofulvina.  Iodeto de potássio ou sódio no local das lesões. Não é recomendado a incisão das lesões porque as aumentaria.