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sábado, 25 de abril de 2015

Musica para gatos



Investigadores americanos das Universidades de Maryland e do Wisconsin compuseram músicas especificamente para gatos, com o objetivo de acalmar os pequenos felinos através desta arte. O projeto recebeu o nome de «Music for Cats».

Para perceber o tipo de música de que os pequenos felinos pudessem gostar, os envolvidos no projeto gravaram as vocalizações de vários gatos e, a partir dessas gravações, começaram a compor.

Houve algumas regras que foram seguidas, tendo por base pormenores que nos humanos se sabe terem influência nos seus gostos, como por exemplo o batimento cardíaco. Depois, foi uma questão de oitavas acima ou abaixo, até tudo estar afinado. Já com estes critérios mais ou menos definidos, as músicas tentaram imitar, por exemplo, o ronronar, ou outros sons característicos dos nossos pequenos amigos felinos. Uma dessas músicas recebeu o nome sugestivo de Spook`s Ditty («Cantiga do Fantasma»).


Depois de parte significativa do projeto estar realizado, era necessário perceber se os gatos gostavam daquilo que os cientistas compositores tinham escrito. Para isso, recorreram a 47 «voluntários» felinos que foram convidados a ouvir as músicas pensadas para si e outras pensadas para humanos, recorrendo a peças de música clássica, de Bach e de Fauré. Se os gatos ficaram, na sua totalidade, indiferentes à música para humanos, a verdade é que quando ouviram as músicas que foram criadas especialmente para si começaram a reagir. Primeiro, mostraram sinais de estar alerta, mas depois aproximaram-se dos alto-falantes e alguns deles começaram mesmo a esfregar-se nestes. Segundo os investigadores, este tipo de música pode acalmar os gatos e torná-los mais sociáveis, podendo também por exemplo ser passadas em abrigos para gatos ou clínicas veterinárias, onde normalmente os animais estão em grande «stress».

Esta não foi a primeira aproximação à realização de música para animais, pois já antes foram realizadas investigações semelhantes com cães e com símios de várias espécies.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Retire os guizos das coleiras



É praticamente impossível encontrar uma coleira de gato que venham sem um guizo pendurado. E por facilidade ou convenção a maioria das pessoas acaba deixando ele ali, algumas até acham legal o barulhinho para “saber onde o gato está”.
Agora, do ponto de vista do gato… isso é a pior coisa do mundo! Como caçadores, eles não podem deixar a presa saber onde estão ou perdem o almoço. Como presa, não podem deixar o predador saber onde estão ou eles é que viram almoço. Por isso eles amam esconderijos, túneis, armários, gavetas, caixas e são tão bom nos famosos passos de ninja: porque são adaptados para serem “invisíveis”.
O guizo vai totalmente contra toda essa natureza dos gatos, e por mais que muitos não demonstrem, a coisa pode ir aos poucos transformando-os em animais frustrados e nervosos. Pense se fosse com você: cada passo seu faz um barulhinho bem perto da sua orelha, você pode até desistir de tentar tirar o guizo do próprio pescoço, mas não quer dizer que não incomoda, não é?



Então para que serve esse negócio?
Pois é, se está em todas as coleiras deve ter uma utilidade, não? Bom, ele tinha. A ideia do sino no pescoço do gato é tão antiga que está até numa fábula de Esopo, e ela dá uma boa dica da função original do guizo:
A ASSEMBLEIA DOS RATOS – Fábula de Esopo
Era uma vez uma colônia de ratos, que viviam com medo de um gato. Resolveram fazer uma assembleia para encontrar um jeito de acabar com aquele transtorno. Muitos planos foram discutidos e abandonados. No fim, um jovem e esperto rato deu uma excelente ideia:
-Vamos pendurar uma sineta no pescoço do gato e, assim, sempre que ele estiver por perto ouviremos a sineta tocar e poderemos fugir correndo.
Todos bateram palmas; o problema estava resolvido. Vendo aquilo, um velho rato disse:
– O plano é inteligente e muito bom. Só falta uma coisa: quem vai pendurar a sineta no pescoço do gato?
Moral da história: Falar é fácil, fazer é difícil.
…e a moral do guizo é: ele salva animais inocentes das garras de gatos que ficam soltos na rua (e evita “presentes” ensanguentados no seu lençol).
Ou salvava. Uma pesquisa da instituição britânica British Trust for Ornithologists (BTO) mostrou que com o tempo os gatos aprendem a caçar sem soar o guizo, e que para ele continuar sendo eficiente o modelo precisaria ser trocado periodicamente.
Mas a BTO tem uma solução melhor para manter pássaros vivos e gatos menos irritados: coleiras chamativas (sem guizo!) de cores brilhantes: laranja forte, rosa neon, que vão se destacar na paisagem e alertar os pássaros do perigo de maneira eficiente.
Algumas coleiras até refletem a luz de faróis e ajudam a evitar atropelamentos, um dos muitos riscos frequentes na rua. E a melhor parte é: o gato não vai ver a cor brilhante no pescoço dele, e vai continuar andando por aí da maneira como foi feito para andar, de maneira silenciosa. Todo mundo ganha :)
E claro que se seu gato vive seguro dentro de casa, não existe essa preocupação e você pode simplesmente tirar aquele guizo da coleira e usá-lo para fazer um brinquedinho!

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Gata mais velha do mundo - 2015



A gata Tiffany Two, nascida em 13 de março de 1988 em San Diego, na Califórnia, foi reconhecida pelo Guinness, o livro dos recordes, como o "gato vivo mais velho do mundo".
A dona, Sharon Voorhees, conta que comprou a gata por US$ 10 em um pet shop quando Tiffany Two tinha seis semanas de vida. Apesar da idade, a gata ouve e enxerga bem e ainda consegue subir e descer as escadas sem ajuda.
Tiffany Two, cujo nome é uma homenagem a outra gata chamada Tiffany, que Sharon teve nos anos 1970, vive dentro de casa, mas passeia do lado de fora sempre que tem vontade.

                                                                    (Tiffany em 1988)

A gata recordista chegou a ficar dois anos sumida, antes de ser reencontrada pela dona. "Ela não tem medo de nada nem de ninguém. Passa bem ao lado dos cachorros, é muito decidida", diz Sharon.
A dona resolveu contatar o Guinness depois que sua irmã descobriu que o gato recordista até então tinha nascido em 1990.
Enquanto Tiffany Two tem o recorde de gata mais velha viva, o gato mais longevo de toda a história, nos registros do Guinness, viveu durante 38 anos e 3 dias. Creme Puff, como era chamado, morreu em agosto de 2005.

sábado, 4 de abril de 2015

Desparasitantes externos em gatos: cuidado!



A PERMETRINA é um composto sintético utilizado em inseticidas, para controlo de pulgas, carraças, piolhos e outros parasitas. Contudo, é uma substância extremamente TÓXICA para GATOS que pode causar a morte do animal, através da ingestão, inalação e contacto com a pele. Por isso:
- NUNCA use no seu gato pipetas ou coleiras que contenham permetrina, nomeadamente produtos para cães (Advantix, Pulvex, Scalibor,...);
- Leia SEMPRE cuidadosamente as embalagens dos produtos que aplica (champôs, pipetas, coleiras) para verificar se pode ser aplicado em gato
- Quando colocar pipetas no seu cão evite que o gato vá lamber o produto do pêlo do cão

Se o seu gato apresentar sintomas de intoxicação leve-o IMEDIATAMENTE ao veterinário para que seja administrado o tratamento mais adequado.

Sintomas de intoxicação por permetrina:

- Salivação excessiva
- Tremores
- Convulsões
- Dificuldade e até paragem respiratória
- Diarreia e vómitos
- Depressão ou aumento da excitabilidade
- Febre ou temperatura baixa
- Inflamação, descamação, quando o contacto é pela pele