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sexta-feira, 28 de março de 2014

Somali

 

 
 
Este gato de aspeto selvagem e que parece ter saído de uma floresta remota é uma

versão de pêlo longo do Abissínio.

A sua pelagem é exuberante e desordenada, mas não lanosa. Enquanto o pêlo

riscado do Abissinio tem duas ou três bandas de tonalidade diferente, o Somali pode

apresentar dez ou mais, o que lhe confere uma densidade de cor mais rica.

História


O gene do pêlo longo poderá ter sido introduzido na linhagem na década de 30 ou

antes. No entanto, os Somalis só foram sistematicamente desenvolvidos por criadores

americanos a partir dos anos 60. Em 1972 foi fundado um clube de criadores, e seis

anos depois a raça foi reconhecida pelas entidades oficiais americanas. Actualmente,

o Somali é muito visto na Europa, tendo sido aceite na Austrália, onde chegou mesmo

a superar o Abissínio.

Temperamento


Os Somalis são inteligentes, afectuosos e brincalhões. Podem ser mais tímidos do que

os Abissínios mas também não se adaptam a uma vida exclusivamente caseira.

Olhos


Grandes amendoados, com pálpebras escuras. Devem ser âmbar, avelã ou verdes

Orelhas


Grandes espaçadas e pontiagudas, com tufos.

Corpo


De tipo oriental comprimento médio e elegante, um pouco maior do que o Abissínio e

com uma ossatura menos delgada do que o siamês.

Cauda


Comprida, espessa na base levemente afiada; bastante volumosa.

Pernas


Altas e delgadas; o padrão riscado chocolate deve estender-se até ao topo das patas

traseiras.

Cabeça


Em forma de cunha moderada. O nariz é de tamanho médio e deve ser médio e deve

ter a ponta cor-de-rosa.

Pelagem


Média-Longa, densa, sedosa, não-acamada e de textura fina. A pelagem inferior deve

ser pálida e riscada a chocolate, produzindo um efeito com matizes pêssegoprateadas.

O pêlo deve ser mais longo na barriga.

Patas


Pequenas e ovais, com tufos entre os dígitos; as almofadas devem ser cor de rosa.

terça-feira, 25 de março de 2014

 
 
Há mil gatos esta noite

Nas cidades mais soturnas

São artistas trabalhando

As suas obras noturnas.

Moram gatos nos meus livros

Mas não os conseguem ler

Fico eu a ler nos gatos

O que me falta aprender.

Há gatos que são de pedra

E outros feitos de vento

Caçam minutos fugazes

Dando caça ao esquecimento.


sexta-feira, 21 de março de 2014

Perguntas frequentes

A partir de que idade posso dar banho ao meu gatinho?


Seja cão ou seja gato, a idade não é contra-indicação para se dar banho. O banho

pode ser dado sempre que se achar necessário, tendo apenas o cuidado de utilizar um

champô próprio e água morna, evitando deixar entrar água para os ouvidos. Depois

deve secar bem o animal, e não o deixar exposto ao frio.

Devo levar o meu gato ao veterinário apenas quando está doente?


Claro que não! Podemos e devemos actuar também ao nível da prevenção de

doenças, através de vacinação, desparasitação, etc. O diagnóstico precoce em

consultas e análises de rotina pode salvar a vida do seu animal de estimação.

Qual a idade com que devo dar a primeira vacina ao meu gato?


A primeira vacina do gato deve ser dada quando ele completar as 9 semanas de

idade. A melhor altura para o fazer depende de cada caso particular. O seu veterinário

é a melhor pessoa para o aconselhar neste aspecto.

Estou grávida! Tenho que dar o meu gato?


Claro que não! A toxoplasmose é uma infecção provocada por um protozoário

chamado Toxoplasma Gondi. Os felinos, nomeadamente os gatos domésticos são os
hospedeiros definitivos deste parasita, e libertam nas fezes uma forma infestante, os

oocistos. São estes oocistos que, quando ingeridos pela mulher grávida podem

provocar lesões no feto. Contudo, para impedir que isto ocorra, são suficientes os

cuidados de higiene básicos, nomeadamente: evitar trocar o caixote da areia (ou

quando o fizer, usar luvas e uma pá no manuseamento) e lavar bem as mãos antes de

ingerir qualquer alimento. Com estes cuidados, é perfeitamente possível a convivência

da mulher grávida com um gato. Esteja atenta a outras possíveis e mais frequentes

formas de infecção, como sejam a ingestão de alguns legumes mal lavados e de

carnes mal passadas.

A partir de que idade posso "castrar" o meu animal de estimação?


A partir dos 6 meses é possível em qualquer altura proceder à castração ou

esterilização do seu animal.

Com que frequência devo desparasitar o meu animal?


O animal deve ser desparasitado uma vez por mês até aos 6 meses de idade e de

quatro em quatro meses em adultos.
 





 

sexta-feira, 14 de março de 2014

A broca do gatito

Os gatos podem ser mais expressivos com o ronronar do que os primos grandes

felinos. Ao passo que um gato pode criar o barulho de ronronar ao respirar para dentro

e para fora - “ parece uma broca atrás do sofá”, como o comediante Eddie Izzard

garante -, os grandes felinos, como os leões e os tigres, não conseguem. Só

produzem o ruído fazendo circular o ar numa única direcção - para fora -, por muitos

contentes que estejam.


segunda-feira, 10 de março de 2014

Diabetes



 
 
A diabetes também afeta os gatos, embora seja bastante mais rara nestes animais
que no Homem.
 
Sintomas
 
Grande consumo de água e grande quantidade de urina; aumento de apetite, perda de
peso. Contudo, estes sintomas são comuns a outras doenças.


Causas
 
Insuficiência ou ausência na produção de insulina, uma hormona produzida no
pâncreas.
 


Tratamento
 
Tem de ser efetuado pelo veterinário. Os níveis de açúcar serão determinados
através de análises ao sangue e à urina.
Na maior parte dos casos, o animal terá de receber uma injeção diária de insulina até
ao fim da vida. A dosagem é estabelecida para cada acaso, com base em exames
intensivos.
 
Não é necessário recorrer a uma dieta especial, contudo é conveniente dividir a
porção diária de alimentos por duas refeições.


Consequências
 
A carência de insulina provoca uma intensa subida dos níveis de açúcar no sangue, de
tal modo que esse excesso de açúcar tem de ser eliminado pelos rins. A urina passa a
conter açúcar. Se a doença não for corretamente tratada, sobrevêm lesões graves no
fígado e outros órgãos e o animal afetado acaba por morrer.
 


Convalescença
 
Injeções diárias de insulina até ao fim da vida, segundo as instruções do veterinário.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Não gosto disto. Pressinto perigo.

 
 
Os gatos produzem uma profusão de miados em situação de medo extremo. É um

miado baixo e lamentoso que varia de tom. Os gatos gritam quando estão prestes a

confrontar outros gatos ou quando executam um movimento agressivo. O grito pode

começar num tom mais baixo e manter-se baixo enquanto os dois potenciais

combatentes se concedem uma última oportunidade de evitar a luta. Assim que o tom

do grito sobe, começa a luta. Também podem gritar aos veterinários, outra situação de

apreensão intensa, pois geralmente estão fechados nas suas cestas de viagem,

rodeados de cheiros estranhos e – se já tiveram experiências anteriores com o

veterinário - provendo a dor.


segunda-feira, 3 de março de 2014

É Carnaval e ninguém leva a mal!

Os gatos também ficam lindos com fantasias de carnaval. Vejam que maravilhas encontrei na internet! Inspirem-se :-)
















domingo, 2 de março de 2014

Azul Russo

 
 
A caracteristica mais notória do Azul Russo é a sua pelagem dupla, cujo toque

aveludado é inigualável ao de qualquer outro gato. O exemplar mais famoso e

certamente o mais mimado da raça foi provavelmente Vashka, que pertenceu ao czar

Nicolau I da Rússia. Estes gatos são considerados símbolos de boa sorte na sua terra

natal.

História


A variedade de nomes do Azul Russo testemunha a incerteza que paira sobre as suas

origens. O facto de este gato ter aparecido em grandes números na Suécia leva a crer

que se trata de uma raça natural. Inicialmente conhecido por gato de Arcangel, na

Rússia, pelos marinheiros britânicos no séc. XIX, recebeu mais tarde o nome de gato

Espanhol e gato Maltês; esta designação manteve-se nos EUA até aos inícios do

século XX. A raça decaiu na segunda Guerra Mundial, e os sucessivos cruzamentos

entre Britânicos Azuis e Siameses para revitalizar a raça conduziram quase ao seu

desaparecimento: tornou-se um gato tipo siamês azul, quase perdendo a sua distinta

pelagem. Nos finais da década de 60, assistiu-se ao renascimento do tipo original,

após esforços concertados dos criadores em ambos os lados do Atlântico.

Temperamento


O Azul Russo é obediente, algo tímido e reservado. Estes gatos são tão sossegados

que é difícil detectar quando uma gata está no cio.

Olhos


De um verde muito vivo e bem espaçados; amendoados na Grã-Bretanha e na

Austrália, e mais arredondados nos EUA.

Orelhas


Grandes e ligeiramente pontiagudas. A pele é delicada e apenas coberta por uma fina

penugem, tornando as orelhas quase transparentes.

Corpo


Longo, esguio e elegante.

Cauda


Comprida, afilada, com base de espessura média.

Pernas


Compridas e finas. Na Grã-Bretanha e na Austrália, os membros anteriores são mais

curtos do que os posteriores.

Cabeça


Curta e em forma de cunha, com um queixo forte e focinho proeminente. O nariz é

médio - longo, com a ponta azul na Grã-Bretanha e na Austrália, e cinza - ardósia nos

EUA. A espessura do pêlo torna a face mais larga em volta dos olhos.

Pelagem


Pêlo curto, fofo e com uma textura tipo foca. A pelagem é dupla e a sua densidade faz

com que se projecte do corpo. Deve ser de azul uniforme e apresentar um brilho

distinto produzido pelas extremidades prateadas dos pêlos de guarda.

Patas


Pequenas, ovais e com almofadas azuis na Grã-Bretanha e na Austrália. Nos EUA,

são mais arredondadas, com almofadas rosa ou malva.


sábado, 1 de março de 2014

Rússia comemora Dia do Gato


A Rússia tem muitas particularidades e, pelos vistos, algum gosto em ser diferente nos festejos de algumas datas. Só de uma «penada» festeja duas datas em contra ciclo com os outros países do mundo, o início da Primavera e o Dia Mundial do Gato, tudo no mesmo dia, a 1 de Março.

Nesta data, os gatos são verdadeiros reis. Muitos festejos, encontros improvisados de amantes de gatos que se encontram através da internet em determinado local para trocar experiências sobre os seus bichanos, os chamados «flash mobs», ou mesmo verdadeiros comícios em defesa dos gatos e dos seus direitos.

Mas na Rússia o respeito pelos gatos vai mais longe e são muitas as personalidades que saem em sua defesa e que apontam as suas virtudes como serem verdadeiros psicólogos caseiros dos seus donos, ou certas propriedades terapêuticas como curarem uma dor do dono se se enroscarem no local onde a dor se sente. A raça de gato a que se atribuem maiores propriedades curativas é o Sphinx que, segundo alguns, é um verdadeiro curandeiro caseiro.



Para além disso, os gatos são vistos de outra maneira no que concerne à segurança, já que se na generalidade dos outros países não se atribuem quaisquer competências dessa ordem em relação aos gatos, atribuindo-se essa função geralmente aos cães, na Rússia são lembrados os gatos que, de alguma forma, defenderam os seus donos, tornando-se assim também eles protetores da família.

Tudo isto faz com que muitos dos cidadãos russos prefiram ter em sua casa um gato, em detrimento de um cão, ou ter um ou mais animais de cada espécie. Segundo alguns números recentes, uma em cada três habitações russas tem gatos, onde são pelos vistos tratados como príncipes - mas merecem, se tivermos em consideração todas as aptidões que os russos lhes reconhecem.