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sábado, 31 de agosto de 2013

Gatos e PIF: a Mutação Rara, mas Fatal


 
Sem vacina segura, sem diagnóstico fiável e sobretudo sem cura, a PIF é a infeção mais mortífera nos gatos. Uma vez detetada, a esperança de vida restante do gato cai para 2 anos.

A Peritonite Infeciosa Felina (PIF) é causada por uma das dezenas variantes do coronavírus. A presença do coronavírus nos gatos é uma doença benigna, que geralmente não causa sintomas e que os gatos acabam por combater eficazmente através da ação do próprio sistema imunitário. Na realidade, a maioria dos donos não chega a saber que o gato esteve infetado por este vírus. Contudo, em 1 a 3% desses casos, o coronavírus degenera numa variante imunomediada quase sempre letal.

 PIF e o sistema imunitário
O desenvolvimento da PIF está intrinsecamente ligada ao estado em que se encontra o sistema imunitário. A PIF geralmente surge em gatos com um sistema imunitário deficitário: pouco desenvolvido em gatos jovens, até dois anos, enfraquecido em gatos idosos, com mais de 14, ou debilitado em gatos adultos, frequentemente devido ao stress.

 Gatos com outras doenças que afetam o sistema imunitário, tais como leucemia (FeLV), ou uma espécie de SIDA (FIV) estão mais vulneráveis ao desenvolvimento da PIF.

 Paradoxalmente, um sistema imunitário combativo não faz com que a progressão da PIF abrande, pelo contrário, vai gerar a aceleração da doença se esta já estiver instalada.


PIF e Portadores

Nem todos os gatos nos quais se verifica a presença do coronavírus desenvolvem sintomas. Em alguns, a doença manifesta-se meses ou anos após a infeção ocorrer e, durante este tempo, podem infetar outros gatos.

 Os gatos que se encontram em risco são aqueles que convivem com gatos vadios e os que partilham a casa com outros gatos. Por gatos que convivem com felinos de rua não se entende gatos que são passeados. Mas são de facto os gatos que habitam sozinhos e que não saem de casa que menos riscos correm de desenvolvem esta doença.


Tipos de PIF

Existem dois tipos de PIF: a Húmida ou Efusiva e a Seca ou Não-Efusiva. Ambas podem causar diarreia, perda de peso e letargia. Na verdade a PIF não se trata de uma inflamação do peritoneu, mas sim de uma inflamação dos vasos sanguíneos, vasculite.


PIF Seca ou Não-Efusiva

A PIF Seca é uma forma crónica da doença que se não for tratada pode dar origem à variante húmida. É mais difícil de diagnosticar pois os sintomas que apresenta não são exclusivos desta doença.

 Sintomas

Lesões ocorrem por todo o corpo e os sintomas variam de acordo com os órgãos afectados (rins ou fígado, por exemplo). Muitos gatos desenvolvem inflamações oculares e/ou problemas neurológicos, tais como paralisia ou ataques. Gatos com PIF Seca podem ainda desenvolver icterícia, ou seja, obterem um tom amarelado na pele, que é mais visível no nariz.


 PIF Húmida ou Efusiva

Esta é a variante mais grave pois para além dos sintomas que são verificados na PIF Seca, há também acumulação de fluídos devido à danificação dos vasos sanguíneos.

 Sintomas

Na maioria dos casos de PIF Húmida, 60 a 70%, há acumulação de fluídos no corpo, mais comummente no abdómen, o que gera um inchaço na zona abdominal. O mesmo pode acontecer na zona toráxica, o que pode causar problemas respiratórios adicionais.


 Diagnóstico

A deteção da PIF não é tão fácil como à partida poderia parecer. Os sintomas são comuns a outras doenças e ainda não há nenhum método em que não ocorram falsos negativos ou falsos positivos, ou seja, gatos que se pensava estarem infetados e mais tarde verifica-se que não, e gatos que se pensava não estarem infetados e mais tarde verifica-se que estavam.


 Métodos de diagnóstico:

 • Teste do coronavírus – este teste verifica se existem anticorpos do coronavírus presentes no gato. Mas a presença deste pode dever-se a qualquer outra variante do coronavírus que não seja PIF. Os anticorpos permanecem mesmo depois de o vírus desaparecer, ou seja, pode dar-se até o caso de o ter estado, e não estar atualmente, infetado com o coronavírus.

 • Polymerase Chain Reaction (PCR) – é uma das formas de detetar especificamente o PIF, mas podem ocorrer falsos positivos, pois a presença do vírus nem sempre indica doença.

 • Análises do fluído abdominal/toráxico / Raio-X – Só resulta nos casos de PIF Húmida

• Análise de Células dos rins ou fígado – É feita com anestesia local através da aspiração. Pode ser indicativa no que diz respeito ao despiste de outras doenças.


• Biópsia – é a única forma eficaz de diagnosticar PIF. Mas submeter um animal debilitado a uma operação para recolher amostras de um órgão é sempre arriscado. Muitos dos diagnósticos de PIF só são certificados por isso depois da morte do animal através de biópsia. • Combinação de análises de sangue – Esta é a forma mais útil, embora não seja 100% eficaz, a fiabilidade dos resultados é alta. Podem ser feitas várias combinações de valores. Um exemplo é: uma contagem baixa de glóbulos brancos, valores altos de globulina e um teste positivo a anticorpos do coronavírus geralmente apontam para um caso de PIF com bastante certeza.


 Tratamento

Infelizmente não há tratamentos eficazes contra a PIF. Os gatos são assim medicados na tentativa de eliminar ou aliviar sintomas. Contudo, não há cura para a doença.


 Eutanásia

Nos casos em que se manifestam sintomas e em que há um diagnóstico sólido, a eutanásia é praticamente inevitável. O tratamento pode resultar no alívio temporário dos sintomas, mas eventualmente a doença progride. Alguns gatos recuperam, mas os casos são raros e constituem a exceção à regra.

 Antes de optar por esta solução tenha a certeza de que se trata de PIF, pois como foi referido anteriormente, nem todos os coronavírus causam PIF.


 Prevenção

Ainda não é claro como é que o coronavírus é transmitido entre gatos, mas sabemos que o vírus sobrevive durante 3 semanas a temperatura ambiente e que as secreções são um foco infecioso. Pensa-se que os principais meios de transmissão sejam a ingestão de fezes e os espirros.


 Existe alguma controversa em relação a casos de diagnóstico positivo em gatos que partilham a casa com outros felinos. Por um lado, para evitar a propagação do vírus a outros gatos, geralmente aconselha-se o isolamento do gato infetado dos outros, mas isto provoca stress no gato e acelera a doença. Sem forma de despistar a PIF de forma segura nos outros gatos, estes já podem estar também infetados.


 Por outro lado, se decidir manter os gatos juntos, a probabilidade de virem todos a desenvolver PIF e terem todos o mesmo destino, a eutanásia ou morte, é significativa. Aconselhe-se com o seu veterinário sobre a melhor forma de lidar e conter a doença.
 

 A PIF não é transmissível a humanos ou outros animais não-felinos, embora também se possa encontrar o coronavírus nos humanos, por isso nunca isole o gato com PIF dos humanos ou outros animais tais como os cães.
 

 A higiene é a mais importante arma contra esta doença. O coronavírus está presente nas fezes dos gatos e a caixa de areia deve ser limpa diariamente. Um desinfetante comum é suficiente para erradicar o vírus.


 A par destas precauções, certifique-se de que o gato se sente bem na sua casa com a sua família. Gatos em stress estão mais vulneráveis à PIF e a qualquer outra doença.


 Existe uma vacina no mercado, mas por ser recente, ainda não é clara a sua eficácia. Estudos apontam em direções diferentes, por isso siga o conselho do seu veterinário em relação a este assunto. Geralmente só é aconselhada a administração da vacina em gatos que vão viver em casas onde o vírus esteve presente ou em animais em contacto com gatos vadios.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Dica do pó de talco




Existem à venda vários tipos de areia para colocar no WC do seu gato, perfumada, sem perfume, de sílica, de madeira, etc.

 Neste aspeto, normalmente, a mais cara é a que se mantém mais tempo sem dar maus cheiros.

 Para manter a sua areia livre de odores indesejados por muito mais tempo, polvilhe-a com pó de talco e misture usando a pá de remover os dejetos.

 Utilizando esta técnica e removendo com frequência as fezes, pode até comprar uma areia mais barata e torná-la mais duradoura.


 

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Gatos gordos viram estrelas de calendário



Calendário tem um bichano obeso com frase divertida a cada mês. Publicação tem o subtítulo 'Grandes gatos, grande atitude'.
Do G1, em São Paulo, Brasil
...
Gatos gordos viraram estrelas de um calendário anual, relata o "Mail Online". O impresso tem um bichano obeso com fase divertida a cada mês.
O calendário 2013 tem o subtítulo "Grandes gatos, grande atitude" e traz, por exemplo, a foto de Chester, o "gato junho", que vem com a frase "Ao acordar, Chester percebeu que o monte de chantilly era só um sonho cruel".
O gordinho agosto conta os segundos para receber um petisco. Já o janeiro comemora ter comido um peixinho dourado que atormentava sua soneca.
Fonte: http://m.g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2012/09/gatos-gordos-viram-estrelas-de-calendario.html

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Relações entre humanos e gatos



O tipo de relacionamento mantido entre homens e gatos pode estar mais próximo da relação inter-humana do que se pensava. É o que descobriram pesquisadores da Universidade de Viena. Segundo o estudo, publicado na revista especializada Behavioural Processes, a ligação entre gatos e seus donos depende diretamente da personalidade, sexo e idade de ambos, dos sentimentos ...pontuais e do tempo de convivência entre os dois - características verificadas nos relacionamentos entre seres humanos.

A pesquisa, desenvolvida na cidade de Viena entre 2005 e 2006, observou a relação entre 39 donos e seus gatos. Foram escolhidos todos os tipos de "amizades": entre donos homens e gatos machos, mulheres e gatas, gatos e mulheres e homens e gatas. A maioria dos animais passava grande parte de seu tempo em casa, convivia bastante com o dono, e o tipo de relação era forte - "os gatos eram considerados amigos, membros da família ou ainda ‘filhos’ de seus donos", diz o resultado de um questionário preenchido por cada participante.

Os pesquisadores descobriram que a relação entre os gatos e seus donos é baseada em um verdadeiro jogo de interesses; são relações complexas, em que há contribuições emocionais de ambos os lados. Por exemplo, se um dono faz carinho no seu gato quando este pede, depois terá "créditos" com o bicho, quase como se um devesse a retribuição do afago ao outro. E o gato irá recompensá-lo mais tarde

Também constatou-se que o humor e a personalidade dos donos afetam a forma como o gato reage. Os animais conseguem sentir as variações de humor dos donos, e se recolhem ou se aproximam dependendo disso. Mas só dos donos. "Em nossos estudos, descobrimos que fatores como a abertura do gato às pessoas não são independentes", diz a pesquisa. Embora não pareça, os bichos reagem de formas diferentes quando com estranhos.

Outros resultados mostraram que, curiosamente, gatos parecem se dar melhor com mulheres. "Nos relacionamentos com uma dona, o número de gatos que iniciam o contato físico é maior que nos relacionamentos de gatos com homens", independente do sexo do animal. O estudo também aponta que donos neuróticos tendem a ter contato mais distante com seus bichos, ou seja, têm uma relação fria em que o gato sabe que aquela pessoa serve como provedor de alimento e não necessariamente o respeita. A idade e a personalidade do animal também influenciam a relação.

Os pesquisadores de Viena pretendem aprofundar os estudos após constatarem que os mesmos tipos de comportamento não são observados em gatos que são criados mais livres - animais que vivem em casas com jardins, por exemplo, e que passam mais tempo longe dos donos. Nesses casos, não foi constatado que fatores temporais, como o humor momentâneo do dono, pudessem ser levados em consideração pelo bicho. Ainda assim, eles estão seguros de que a relação entre dono e gato envolve certos tipos de interação que fazem um, de fato, entender o que o outro está sentindo, como antes só tinha sido verificado entre humanos.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Animais nos hospitais



Ninguém nega: animais de estimação são ótimos companheiros. Por isso reforçam a saúde de seu dono. Esse poder terapêutico está a chamar a atenção dos cientistas. É o caso de pesquisadores da Universidade de Warwick, na Inglaterra, que acompanharam 70 mulheres vítimas de câncer de mama. A convivência com bichos trouxe-lhes conforto emocional, ajudando no tratamento.

...
A psicóloga e veterinária alemã Hannelore Fuchs, radicada em São Paulo, acredita piamente nesse efeito. Tanto que teve a ideia de recrutar coelhos, tartarugas e cães para visitar crianças doentes. Daí surgiu o projecto Pet Smile, uma terapia mediada por animais. Desde 1997 a iniciativa tem acelerado a recuperação de garotos internados na ala pediátrica do Hospital Nossa Senhora de Lourdes, na capital paulista. “Os bichos deixam o ambiente descontraído”, nota Hannelore.


Especialidades médicas

Os cachorros são excelentes contra problemas cardiovasculares. Um estudo da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, prova que conviver com eles baixa a pressão arterial. O cardiologista Elias Knobel, de São Paulo, confirma: “Seu dono fica mais feliz e assim as hormonas do stresse não ameaçam tanto as artérias”. Há outro detalhe: grande ou pequeno, todo cão precisa passear. E a saúde de quem o segue segurando a coleira sai ganhando.

Já os gatos são bem-vindos contra a solidão. “Para os idosos, cuidar de um pequeno animal pode ser um estímulo cognitivo”, opina o geriatria Flávio Chaimowickz, de Minas Gerais. A visão de um aquário cheio de peixes e dos passos lentos da tartaruga são boas pedidas para quem quer relaxar.“ Esta última também é aliada em trabalhos com crianças que têm dificuldade de locomoção e concentração”, conta Hannelore.


Fonte: http://migre.me/5W5sp

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Gato herda fortuna


 Itália...Dezembro 2011

Falando de um gato com tal fortuna, esperar-se-ia estar na presença de um animal de raça, mas não. Tommaso, assim se chama o bichano, que tem agora 4 anos de idade, é um gato sem raça definida, preto com uma mancha branca no peito e sem qualquer tipo de pretensões de casta.

O gato fez companhia a uma senhora rica durante os últimos anos da sua vida, e foi tão importante na vida da sua dona que, já em 2009, esta decidiu que deixaria todos os seus bens, monetários e imobiliários, a quem se comprometesse a tomar conta de Tommaso, com todas as condições e cuidados, até ao fim da sua existência.

Desde então, foram muitas as instituições que foram sondadas para acolher o gato, mas ninguém pareceu levar muito a sério o pedido da dona e ninguém, de nenhuma instituição ou abrigo para animais, se comprometeu a cuidar de Tommaso.

No entanto, e casualmente, a dona do gato conheceu num jardim do centro de Roma uma enfermeira, de nome Stefania, que sem saber de nada sempre se mostrou apaixonada por gatos e que, aos poucos, se foi tornando protectora de Tommaso, chegando a levá-lo até sua casa para brincar com os seus bichanos. Com a idade a pesar, e vendo em Stefania alguém que podia, não só cuidar de si, mas acima de tudo do seu gato, decidiu convidar Stefania para cuidar de si e de Tommaso, sem que esta soubesse que poderia ser a fiel depositária e futura herdeira de uma fortuna avaliada em 10 milhões de euros no que respeita a imóveis, mais cerca de 2 milhões de euros em dinheiros e títulos financeiros.

A dona de Tommaso faleceu no mês passado e Stefania tomou conta do gato, como se comprometera. Soube depois que, não sendo legalmente aceite em Itália que um animal seja herdeiro de qualquer bem, seria ela a fazer a gestão da fortuna enquanto o gato for vivo e que, depois da morte deste, irá herdar o remanescente da fortuna. Já que a falecida não tem qualquer tipo de descendência conhecida, e para que não aparecessem a posteriori parentes desconhecidos, ficou escrito no seu testamento a sua vontade imutável de deixar todos os seus bens ao cuidador do seu único e legítimo herdeiro, Tommaso.

Tommaso tornou-se assim o gato mais rico de sempre, e vive agora uma vida tranquila na companhia da enfermeira Stefania, longe da capital italiana, como a sua dona original pretendia. Quando a história se tornou conhecida, a enfermeira herdou um gato de quem muito gosta e uma fortuna que não é de forma nenhuma de desdenhar, até porque são poucos os animais que vêm acompanhados de tão grandes fortunas.

domingo, 25 de agosto de 2013

O que aconteceria se todos os gatos do mundo desaparecessem?



Talvez você seja uma das pessoas que amam gatos, ou uma das que odeiam ou têm alergia. De qualquer modo, quando passa por um gato a tirar uma soneca no sofá, ou a arranhar na parede, a última coisa que pensa é que eles são indispensáveis, trabalhadores pesados da casa ou do mundo.

Mas, na verdade, os especialistas afirmam que se todos... os gatos do mundo subitamente morressem, as coisas ficariam rapidamente "pretas" para nós.

Os gatos, tanto de estimação quanto selvagens, podem nos enganar para que pensemos que eles dependem da nossa comida ou lixo para sobreviver, mas, de acordo com Alan Beck, professor de medicina veterinária da Universidade Purdue, eles são predadores com habilidades de caça adaptáveis. "Eles são grandes predadores de pequenos animais, e podem sobreviver solitários quando há escassez de comida, ou viver prosperamente quando há comida abundante", afirma.

E é por isso que sentiríamos falta deles. Gatos são vitais para controlar a população de ratos e outros roedores. Beck comenta que na Índia os gatos têm um papel significante na quantidade de grãos perdidos por conta de consumo ou contaminação por ratos. Em outras palavras, pode até ser verdade que os humanos alimentem os gatos, mas sem eles, nós teríamos menos alimento.

Mas quão dramaticamente a população de ratazanas iria aumentar se os gatos subitamente desaparecessem? Vários estudos já foram feitos para tentar descobrir esse dado.

Um deles, de 1997, descobriu que o gato comum doméstico mata mais de 11 animais (incluindo ratos, pássaros, sapos e outros) no período de seis meses. Isso significa que os nove milhões de gatos do Reino Unido (onde o estudo foi realizado) matavam coletivamente algo próximo dos 200 milhões de espécimes por ano – sem incluir os animais mortos que não eram levados para casa.

Outro estudo, da Nova Zelândia, em 1979, descobriu que, quando os gatos de uma pequena ilha foram quase dizimados, a população de ratos rapidamente quadruplicou.

E se a população de roedores se multiplicasse, causaria uma cascata de outros efeitos no ecossistema. Na mesma ilha da Nova Zelândia, por exemplo, os ecologistas observaram que, conforme os ratos aumentaram no lugar dos gatos, o número de ovos de alguns pássaros, que os ratos comiam, diminuiu. Se os 220 milhões, aproximadamente, de gatos domésticos do mundo morressem, a população de alguns pássaros cairia muito, enquanto os predadores de ratos, fora os gatos, iriam aumentar.

sábado, 24 de agosto de 2013

Dar banho ao gato



 A quem diga que os gatos não precisam de banho porque se lavam ao lamberem-se, mas as lambidelas do gato não são suficientes para prevenir doenças de pele causadas por fungos e parasitas como pulgas, existem, também, áreas como a parte traseira das costas junto à cauda onde um gato não chega com tanta facilidade, em especial se for gorducho, e que tem tendência a ganhar caspa e... gordura.

Dar banho ao seu gato pode não ser uma tarefa impossível, a palavra chave é habito, habito deste pequeno. Um gato deve tomar banho 4 vezes por ano, no caso dos gatos de pêlo longo, tem que ser mais regular, de acordo com o estado do pêlo. O ideal é mensalmente, especialmente gatos de pêlo comprido.
Antes do banho procure antes de mais nada fazer com que ele se mantenha calmo, corte-lhe as unhas, escove bem pêlo para retirar os pêlos mortos que de outra forma vão entupir a banheira e retire todos os nós que possam existir, depois do pêlo molhado serão muito mais difíceis de escovar.
Coloque o seu gato na banheira ou lava louças, enxugue-o delicadamente até o pêlo ficar completamente molhado, deve molhar o pêlo em todo o corpo excepto na cabeça, nunca deve deixar entrar água para os ouvidos do gato.

Segure-o delicadamente mas com firmeza, para que o gato não tente fugir, pode optar por segura-lo pelas patas dianteiras ou pelo dorso, mas sem magoar, esteja apenas atento a qualquer movimento do gato para o poder segurar. Não deixe o gato de frente para si, a menos que o seu gato seja muito calmo durante o banho, senão ele vai agarrar-se a si para conseguir fugir e vai sentir as unhas dele nos seus ombros e costas.
Se o seu gato ficar muito agitado, arranje um ajudante para o segurar, enquanto o lava e por segurança vista uma camisola forte, não vá dar banho ao seu gato de t-shirt ou tronco nú.

Depois de completamente molhado, exceto na cabeça, delicadamente massaje o pêlo com um champô diluído em água morna, utilize um champô adequado ao seu gato, pode comprar numa loja ou pedir conselho ao veterinário. A escolha do champô depende muito do estado do pêlo do gato, se o pêlo está em bom estado, sem problemas aparentes, pode comprar um champô neutro, por exemplo champô de alcatrão ou de aveia.
Se ele tem um problema de pele específico deve pedir conselho ao veterinário. Tenha sempre cuidado com os produtos que coloca no pêlo do gato, já que este seguidamente irá lamber o pêlo. Enxague usando água morna em abundância, até não restar nenhum vestígio do champô. Quando lavar as patas, aperte-as e puxe-as delicadamente, como se estivesse a ordenhar, faça o mesmo com a cauda.

Se o seu gato tiver pêlo longo deve após o champô também aplicar um condicionador/amaciador para tornar o pêlo mas leve e solto, deve sempre escolher um próprio para gato. O condicionador deve também ser diluído em agua antes de ser aplicado e para o efeito ser maior deve deixar durante uns minutos, depois enxague muito bem com agua.
Depois do banho retire o gato da água e enrole-o numa toalha grande, este é um momento que eu gosto muito porque o gato fica muito quieto enrolado na toalha, embora trema de frio e de choque, devido a uma experiência tão traumática.
Aproveite e comece a secá-lo. É importante não deixa-lo exposto a correntes de ar. Os gatos são muito sensíveis a mudanças bruscas de temperatura. Mantendo o gato enrolado na toalha, comece por limpar o rosto, esfregue delicadamente as orelhas, o nariz e a pele em volta dos olhos
Se o seu gato tiver pêlo curto, de forma a secar o pêlo, utilize uma a duas toalhas secas e esfregue-o bem, não deixe o gato secar sozinho, em especial no Inverno, a humidade no pêlo provoca fungos, que são terríveis de curar.
Se o seu gato tiver pêlo comprido a melhor forma de secar o gato é com um secador. Mantenha-o a uma distância segura e a uma temperatura média, escove o pêlo enquanto seca, comece pela cauda, abrindo o pêlo com uma escova, no sentido contrário do pêlo, vá subindo gradualmente até a cabeça, até secar completamente. Infelizmente, alguns gatos ficam simplesmente apavorados com o secador, nesse caso coloque-o numa sala com um desumidificador elétrico ligado e seque-o muito bem com toalhas secas.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Gata acusada do furto de 20 conjuntos de chaves em bairro londrino



O misterioso desaparecimento de mais de 20 conjuntos de chaves de casa e de automóveis, nas últimas cinco semanas, num bairro dos arredores de Londres, foi finalmente resolvido. A culpa de tamanho mistério é de... uma gata!
Depois de tantas chaves desaparecidas, os habitantes descobriram que o ladrão era nada mais, nada menos do que Milo, uma gata de nove anos, cuja coleira magnética atrai todas as chaves que o felino encontra durante as suas incursões pelas casas de Stoke Newington, no norte de Londres, conta o jornal britânico Telegraph.


Kristen Alexander, 27 anos, colocou uma coleira magnética em Milo para que este pudesse abrir a portinhola da porta de entrada, evitando assim que outros gatos entrassem em sua casa e roubassem comida. Só quando viu uma chave pendurada na coleira é que Kristen percebeu o que tinha acontecido.
A jovem encontrou 12 conjuntos de chaves no jardim, oito espalhados pela casa e outros seis nos jardins dos vizinhos. “Vou devolver todas as chaves. Felizmente, os vizinhos viram o lado divertido de tudo isso”, sublinhou Kristen.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Pelo de gato



Uma das principais desvantagens em ter um gato é o trabalho que se tem em tentar tirar o pêlo das roupas, mobília, em suma, por toda a casa. Existem algumas soluções para este problema que lhe permitem largar o aspirador, ou pelo menos dar-lhe algum descanso. O pêlo dos gatos é um óptimo calmante. Está cientificamente provado que afagar um gato reduz a tensão arterial e alivia o str...ess. Mas já diz o ditado popular: “Não há bela sem senão...” E o pêlo do gato espalhado por toda a casa é algo que em vez de reduzir o stress pode deixar os donos com os nervos em franja.

 Largar Pêlo

  O gato necessita de largar pêlo para manter a pelagem saudável. Largar pêlo é nada mais do que substituir o pêlo velho e morto por fios sedosos e fofos. Os gatos tendem a mudar de pêlo duas vezes por ano: uma na Primavera, quando caem grandes tufos que protegeram o gato do frio do Inverno, e outra no Outono, quando a pelagem se adensa para enfrentar o frio que vai chegar. Assim, a queda de pêlo dos gatos está relacionada com o período de exposição ao sol. No entanto, os gatos que não têm acesso ao exterior tendem a largar menos pêlo, mas durante todo o ano, devido à luz artificial dentro de casa. Os gatos que ainda mantém acesso ao exterior tendem a manter alguma sazonalidade na queda do pêlo.

 Menos Pêlo

  Se não quer ter a casa com pêlos, mas gosta demasiado de gatos para conseguir viver sem um, opte por ter um Sphynx. Esta raça não é totalmente careca, mas a camada de pêlo que lhe percorre o corpo é fina e rala. Devido a esta condição, o gato tem de ser banhado frequentemente, pois suja-se mais facilmente devido ao óleo que produz para proteger a pele Uma outra alternativa é optar por gatos com menos pêlo. Os gatos têm três tipos de pêlos: uma camada exterior de pêlos maiores, 5 cm nos gatos de pêlo curto e 10 ou mais em gatos de pêlo longo, que contém a maior parte da pigmentação; uma camada secundária, próxima do corpo composta por pêlos finos e curtos, 1 cm, em média, que protegem a pele do sol; e por fim uma camada de pêlo intermédia.
A camada cuja renovação é mais intensa é a exterior, ou seja, gatos sem a camada exterior, não largam tanto pêlo. Exemplo disso são o Cornish Rex e o Devon Rex. O pêlo destas gatos é ondulado, curto e pouco solto. Estas raças largam algum pêlo, mas em menor quantidade. Contudo, estas raças não são fáceis de obter em Portugal, e seguindo a lógica de que um gato com menos pêlo suja menos do que um gato peludo, pode em alternativa optar por raças que não tenham a camada interior. Embora larguem mais pêlo do que os gatos sem a camada exterior, têm menos queda de fios do que os gatos com as três camadas. O Turkish Angora ou o Siamês são gatos comuns no nosso país e são exemplos de gatos sem a camada interior de pêlo. Não se esqueça contudo que a grande maioria dos gatos que encontra nas casas portuguesas não são puros, o que pode influenciar significativamente a pelagem do animal.

 Escovagem

  Todos os gatos têm de ser escovados, à excepção dos gatos sem pêlo. O truque para evitar que o gato espalhe pêlo pela casa está nas escovas. Cada tipo de pêlo tem escovas apropriadas. Os gatos de pêlo curto devem ser penteados com uma luva com dentes de borracha ou escovas macias, enquanto os de pêlo comprido necessitam de escovas com dentes mais rijos para desfazer as riças. Escovar o pêlo do gato é fundamental para a remoção de pêlo morto. Um dos pentes mais eficaz neste sentido é o que apresenta os dentes bastante próximos, semelhantes às escovas para eliminar piolhos. Estas escovas devem ser utilizadas com cuidado e suavemente, uma vez que se apanhar riças, pode arrancar o pêlo do gato.

 Banho

  O banho é uma outra forma de remover os pêlos mortos do gato e evitar que se espalhem pela casa. Sabendo da aversão que alguns gatos têm à água, pode utilizar umas toalhitas próprias para substituir algumas sessões na banheira. Os gatos são, no entanto, animais muito sensíveis aos produtos artificiais, por isso aconselhe-se com o veterinário antes de comprar um destes produtos.

Alimentação

  Uma dieta de boa qualidade própria para manter o pêlo do gato saudável vai permitir que o gato perca menos pêlo. Especialistas afirmam que uma alimentação rica em Omega-3 e Omega-6 contribui para um pêlo sedoso e menos queda. Para poupar o aspirador, pode ter de poupar menos na comida. É claro que os benefícios de uma ração de qualidade não se vêem apenas no pêlo, mas na saúde geral do gato.

 Contenção

  O pêlo do gato agarra-se aos sítios por onde este passa. Em vez de permitir que o gato descanse por toda a casa, compre uma cama lavável e confortável para o gato e coloque-a no sítio preferido do animal. Desta forma está criar uma concentração de pêlos num só sítio, sendo mais fácil livrar-se deles com uma simples lavagem na máquina.

 Proteção

  Uma opção em manter a casa limpa é colocar protecções no mobiliário que podem ser facilmente removidas e lavadas. Pode optar por cobrir os sofás e cadeiras nos períodos de maior queda de pêlo. No caso dos gatos de interior, que largam pêlo todo o ano, tem de as manter todos os dias. Se não gostar de ter o mobiliário coberto, pode optar por rolos aderentes, próprios para retirar os pêlos destas superfícies.

 Produtos anti queda

  Vão surgindo cada vez mais no mercado produtos para controlar a queda de pêlos nos gatos. Óleos, sprays, suplementos vitamínicos, champôs, amaciadores, etc. Informe-se junto do veterinário sobre a eficácia destes produtos e quais os mais aconselhados para o pêlo do seu animal.

 Problemas de Saúde

  Os gatos largam pêlo, mas podem, por questões de saúde intensificar a queda. Se o animal começou a largar quantidades anormais de pêlo deve levá-lo ao veterinário para que possam ser despistados problemas de saúde. Mudanças recentes, barulhos intensos, entre outras situações, podem provocar stress no gato, o que vai provocar uma maior queda de pêlo. Um gato nestas circunstâncias pode também desenvolver problemas de pele. Em suma, todos os gatos largam pêlo e um apreciador destes animais tem de acabar por aceitar este facto. Contudo existem raças e práticas regulares que reduzem a quantidade de pêlo espalhada pela casa, permitindo ao dono finalmente desfrutar do pêlo sedoso ao afagar o gato.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Necessidades fora da caixa: dica definitiva





 
... E se apesar de todos os seus esforços o seu gatinho continua fazendo coco e xixi fora da caixinha de areia? Bom, primeiro vamos fazer um "check list":
1) Você mantém a caixinha de areia do seu gato sempre limpa?
2) A caixinha de areia está longe da comida e da água do gato?
3) A caixinha está posicionada no lugar que seu gato gosta ...de fazer as necessidades?
4) Já o levou ao veterinário para saber se ele está com alguma doença?
5) O seu gato está a receber a sua atenção o suficiente?
6) O seu gato é criado dentro de casa?
7) Se tem vários gatos, possui uma caixa de areia para cada gato?

Sobre as perguntas, posso comentar o seguinte:
1) Se a caixinha estiver suja, então o gato vai procurar outro lugar pra fazer o "serviço".
2) Se a caixinha estiver perto da comida ou da água, então ele não vai querer usar a caixa.
3) Se a caixa estiver nalgum lugar escondido, pode ser que ele não encontre a caixa (por que não colocar a caixa no lugar que ele prefere fazer?).
4) Pode ser que o gato esteja com alguma doença e por isso ele está fazendo as necessidades fora da caixa, então só o veterinário poderá avaliar a situação.
5) Se o seu gato estiver stressado, com ciúmes, com medo, então ele vai fazer as necessidades fora da caixa.
6) Se seu gato anda solto por aí, pode ser que ele prefira fazer as necessidades na casa dos outros, então ele corre um sério risco e se você gosta dele, deverá tomar providências para evitar que isso continue acontecendo.
7) Quanto à quantidade de caixas, o ideal é ter uma caixa por gato e uma extra. Se tem 2 gatos, então tenha 3 caixas.

Observação: gatinhos bebes podem fazer coco e xixi no lugar errado, mas isso é um período curtíssimo. No caso de gatinhos novinhos, temos que colocar a caixa no "território" dele. Não adianta colocar a caixa lá longe que ele não vai achar. Depois que ele crescer um pouco, vá afastando a caixa também.
Agora se respondeu SIM a todas as perguntas da lista inicial e seu gato continua fazendo xixi e coco fora da caixa, e - pior - no lugar onde não pode, como por exemplo no tapete da sala, na cozinha, dentro da banheira, num cantinho do seu quarto etc. Às vezes basta impedir o acesso do gato ao local. Se ele sujar o quarto, então mantenha a porta deste quarto fechada por umas 3 semanas, que o gato vai "esquecer" que usou aquele lugar como WC. Mas se não der para fechar a porta, se for num lugar que não tem porta para fechar, na cozinha, por exemplo, que nem sempre tem porta para o interior da casa. Nesse caso, vamos a dica final, para usar caso nada dê certo:
Suponha que o seu gato ignorou a caixa de areia e foi num cantinho e fez xixi ou coco. Primeiro, pegue um papel toalha para limpar o xixi ou um saco plástico para retirar o coco. Em seguida pegue umas duas colheres de sopa de SABÃO EM PÓ bem perfumado - por exemplo OMO - e coloque no lugar que o gato sujou. Coloque então um pouquinho de nada de água no sabão, menos de meio copo. Vai ficar muito sabão para pouca água, mas é assim mesmo que dá certo. Pegue uma escovinha e esfregue fazendo espuma grossa. PRONTO! Não lave. Não retire o sabão. Deixe ficar seco durante alguns dias. O gato nunca mais vai fazer xixi ou coco naquele lugar e provavelmente vai procurar a caixa para fazer as necessidades.
 

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Dicas sobre alimentação



A comida preparada é vendida ou em lata (húmida) ou seca, sendo preferível dar a ração seca, com esta o seu gato está a exercitar e a tratar os dentes e advém outras vantagens para o dono, não tem um cheiro tão intenso e mantém-se na tigela durante mais tempo sem se estragar

É claro que os gatos preferem a comida em lata, e se não os habituarmos aos secos eles poderão recusa-los facilmente, assim habitue o seu gato à comida seca, de qualidade (vendida nas lojas de animais ou veterinários), e de vez em quando ofereça-lhe um petisco em lata, ele vai adorar!

Se o seu gato só quer patês, comece a juntar lentamente pedacinhos secos, até substituir completamente, mas tenha paciência este processo de mudança pode durar várias semanas.

Deve respeitar a privacidade do seu gato, não o perturbe enquanto ele estiver a comer.
As tigelas de comida e água devem ser colocadas num local sossegado, longe de sítios de passagem e também longe da casa de banho.

Deve ter pelo menos duas tigelas, uma para a comida e outra para a água, utilize tigelas próprias para gato (e não para cão) de inox, vidro ou louça. As tigelas de plástico têm diversas desvantagens: o gatinho facilmente as entornar e as empurra, o plástico absorve mais os cheiros e sujidades, e o mais grave o plástico ao roçar no queixo do gato pode provocar peladas ou feridas, o chamado acne do queixo.
A tigela da comida deve ser lavada diariamente se o seu gato come “lata”, os patês húmidos também não devem permanecer mais do que um dia na tigela, pois deterioram-se. Se o seu gato comer ração seca, apenas precisa de lavar a tigela semanalmente, e pode deixa-los na tigela mais algum tempo, embora seja preferível por menos quantidade em vez de uma tigela enorme cheia, os gatos são caprichosos e gostam de comida e agua fresca, podendo mesmo não comer se já lá estiver a algum tempo. Esta é outra das razões porque os sacos da ração devem ser bem acondicionados.


COMPLEMENTOS
Existem no mercado diversos produtos, em pasta ou comprimidos, que complementam as necessidades nutricionais do gato. Se o seu gato for um animal saudável e receber uma alimentação de qualidade ele não precisa de complementos.
Os complementos são úteis em fases especiais da vida do gato, nos primeiros meses de vida, durante a gestação e aleitamento, durante uma doença ou recuperação e na velhice. Mas antes de comprar um complemento pergunte ao seu veterinário, se realmente necessário e qual o mais indicado.

BÁSICOS CASEIROS

Carne: por exemplo galinha, peru, vaca, porco. A carne deve ser sempre cozinhada (cozida) e sem temperos, devido ao perigo de contração de doenças (toxoplasmose, vermes)
Peixe: sempre cozido, não dar mais do que uma a duas vezes por semana, para o gato não ficar a cheirar a peixe.
Peixe enlatado: atum e sardinhas, em água ou óleo.
Entranhas: fígado, rins, coração, contêm muitas vitaminas, devem ser sempre cozidos. Não dar mais do que uma vez por semana, podem provocar distúrbios digestivos quando dados em grandes quantidades.
Batatas, arroz, massas, flocos, vegetais: sempre cozidos e em pequenas quantidades misturado com a carne, não se esqueça que o gato é um animal carnívoro.
Ovo: mexido, por exemplo. A gema de ovo pode ser dada crua, mas a clara não pois a vitamina B é prejudicial ao gato.




GULOSEIMAS
As guloseimas devem ser tratadas como tal isto é dadas ocasionalmente e em quantidades mínimas, apenas para recompensar o gato ou dar-lhe um miminho de vez em quando:

Queijo.

Iogurte.

Papas de bebé sem glúten: com água são muito apreciadas pelos gatos, principalmente pelos gatinhos bebés na transição para os alimentos sólidos (não junte açúcar)

Fruta: alguns gatos são apreciadores de fruta, outros não, alguns até um gomo de laranja apreciam, claro que a maioria não suporta o cheiro da laranja.

MUDANÇA DE RAÇÃO
Chega uma hora na vida do gatinho em que ele se torna adulto, é também a altura de mudar de ração. Um gatinho deve mudar para ração adulta quando completa um ano e mais tarde deve mudar da ração de adulto para idoso aos 9-10 anos.

Mas como cada gato é um gato é sempre bom pedir a opinião do veterinário quanto a altura mais propícia para mudar a ração e também qual a ração a escolher.

Alguns gatos reagem muito mal à troca de ração, podendo apresentar distúrbios gastrointestinais.
Normalmente quando se muda o tipo de ração - de gatinho para adulto, adulto para idoso ou o sabor - mas não a marca, esses problemas não acontecem

Já quando se muda de marca de ração, o seu gato pode apresentar problemas que vão desde se recusar a comer até diarreias. Para evitar que isto aconteça, faça sempre uma troca gradual

Comece por dar 1/4 da nova ração misturada com 3/4 da ração a que ele está acostumado durante 4 a 6 dias. Se ele não apresentar qualquer problema, passe para uma mistura meio a meio por mais alguns dias e depois sirva a nova ração pura.

A ter em conta
Alguns gatos são alérgicos a determinadas rações. Caso ele faça diarreia ou tenha problemas de pele após a troca gradual, provavelmente ele é alérgico à nova ração. Volte para a marca antiga ou tente outra.

Quando se muda de uma ração de pouca qualidade nutritiva para uma melhor, é normal que seu animal diminua a quantidade de alimento consumido. É que ao comer uma ração mais nutritiva, ele precisa de um volume menor de alimento.

Durante a troca gradual, caso o seu gato escolha os bocadinhos de ração da marca antiga e não coma os grãos da nova, tente triturar as duas. Coloque num saco plástico e esmague com um rolo de cozinha ou almofariz.

Nunca caia na tentação de dar comida caseira se ele recusar a ração nova. Se ele não se adaptar com uma marca, tente outra. Existem inúmeras boas rações no mercado e pelo menos uma, o seu gato deve gostar. Não desista antes de tentar.

Cuidado com a esquisitice do seu gato, alguns gatos querem sempre um prato de ração diferente, e nos como donos dedicados fazemos-lhe a vontade e trocamos de ração vezes de mais, mas a verdade é que ele quer sempre outra, nestes caso escolha uma ração nutritiva e especial para gatos sensíveis mas tente mantê-la, se vir que ele come pouco opte por também lhe dar uma pasta como complemento.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Caixa de areia : problemas e manutenção



A casa de banho do gato é o utensílio para gatos mais conhecido devido à faceta asseada dos felinos e a partida uma caixinha com areia é o suficiente para que um gato se habitue a fazer lá as suas necessidades.

Dê preferência às casas de banho fechadas como a da imagem, o gato tem mais privacidade, não sai tanta areia para fora e não vemos o interior, se o... gato não consegue entrar ou sair, tire a porta.

Existe areia em várias texturas, mais fina ou mais grossa, com ou sem cheiro, escolha uma e se o seu gato gosta tente não variar muito, ele pode não gostar da mudança e começar a fazer fora da caixa.

Ponha a casa de banho num lugar sossegado e mantenha-a limpa, uma casa de banho limpa é fundamental, senão ele escolhe outro sítio para fazer as suas necessidades
Quem tem mais do que um gato e em particular machos, deve ter mais do que uma casa de banho, é aconselhado uma casa de banho por dois gatos e quando existem problemas de gatos que fazem necessidades fora da caixa deve haver uma caixa por gato e as caixas devem estar espalhadas pela casa e não todas juntas.

Algumas dicas para Donos de gatos que fazem (o que não devem) fora da caixa de areia:
Solucionar este problema que afeta muitos gatos e infelizmente muitos donos chateados com o cheiro a urina não é fácil, porque os motivos que levam o gato a urinar e defecar fora da caixa de areia são muitos. O principal a fazer para solucionar o problema é entender o que se passa para o nosso querido gato adquirir um hábito tão desagradável.


Possíveis motivos para o problema:

O gato não aprendeu a ir à caixa ou foi habituado a fazer noutro sítio quando pequeno.
O gato não gosta da areia: por estar sempre suja, por cheirar a perfume, por fazer muito barulho, por ter pouca areia, por ser muito fina, etc.
O gato não gosta da caixa: por estar num sítio inacessível, por estar num sítio barulhento, por não ter privacidade, por ser pequena, por estar perto da comida, por ser aberta, por ter uma porta, por ter apanhado um susto enquanto estava lá.
Um gato dominador não deixa o outro ir à casa de banho e para conseguir isto ele apenas se coloca inocentemente no caminho que leva a casa de banho.
A casa é enorme, com mais do que um andar e as vezes o gato não chega a tempo à casa de banho e basta uma vez ou duas para este acidente se tornar um hábito muito desagradável.
O gato está doente (cistite) e precisa de urinar frequentemente.
O gato não gosta de partilhar a casa de banho com os outros gatos.
O gato está descontente com o dono e mostra-o fazendo noutros sítios menos apropriados para chamar a atenção para o seu problema.

Possíveis soluções:

Se o seu gato é idoso, vá ao veterinário para ver se ele tem algum problema no sistema urinário.
Dê atenção ao gato em especial quando acontecem alterações ou mudanças na rotina do gato (por exemplo, um gato novo)
Mantenha a casa de banho limpa, num local sossegado com privacidade, longe da comida.
Se tem mais do que um gato, tenha várias casas de banho espalhadas pela casa, pelo menos uma caixa por cada dois gatos.
Quando receber um gato pergunte ao anterior dono ou criador como era a caixa e a areia a que o gato estava habituado e arranje uma semelhante.
Os locais sujos, normalmente carpetes e tapetes devem ser limpos com água quente e sabão azul, nunca devem ser limpos com produtos com amoníaco como a lixívia que atraem os gatos. Depois de limpos, pode também borrifa-los com um perfume forte, sumo de limão, até colocar lá cascas de limão ou laranja, eles odeiam. Como última alternativa guarde-los ou cubra-os com plástico, alumínio ou fita-cola ao contrário.

domingo, 18 de agosto de 2013

Alta costura para gatos




Para quem pensava que moda era coisa de gente se enganou ao ver que cães também podem fazer parte do mundo fashion. Agora chegou a vez dos gatos. Isso mesmo, gatos vestidos como gente e ainda a tirar fotos para um calendário! Os bichanos mais fofos foram escolhidos através de casting, como se fossem modelos de verdade!


 A ideia de colocar roupas em gatos é uma espécie de rito antigo no Japão, conta-nos o fotógrafo Noah Sheldon, responsável pelo calendário de gatinhos da United Bamboo.

Os looks do calendário são da dupla oriental Miho Aoki e Thuy Pham. Queridinhos em Nova York têm como clientes Karen O, Kim Gordon e Sean Lennon, os estilistas recriam miniaturas de suas coleções para os gatos. Teve até um casting para escolher os gatos mais bonitos. Tudo muito profissional.

A United Bamboo vai doar todo o dinheiro recolhido com as vendas do calendário para as instituições que cuidam de animais Animal Heaven e Kitty Kind. As fotos ainda vão ser exibidas numa exposição para ser vendidas num leilão. Finos!

Eles são ou não são elegantes!?

São literalmente uns GATOS! Essas roupas são lindas e valorizam a sua fofura. Além de ajudar muitos gatinhos abandonados e doentes que vivem nas instituições que serão ajudadas com a renda obtida da venda das fotos.

Veja a página Moda deste blog. Tem moda "para gatos" e "de gatos".

sábado, 17 de agosto de 2013

A velhice nos gatos



Como todos os seres vivos, os gatos chegam aos anos finais de diminuição das faculdades físicas e inclusive "psíquicas".

No entanto, o seu tradicional carácter independente, assim como a firmeza das suas atitudes, torna menos evidente a velhice, que pouco a pouco irá minar a sua natural resistência....

  A partir dos oito, talvez nove anos de idade, os gatos tornam-se mais preguiçosos, parecem dormir mais tempo na sua almofada ou canto favoritos, e do mesmo modo podem começar a engordar excessivamente, sofrendo com maior frequência de diversas doenças.

Embora a aparente inexistência dos clássicos ataques senis tão evidentes noutras espécies animais, o proprietário de um gato deve modificar suavemente, a partir de certa idade do gato, os hábitos alimentares, assim como a frequência das revisões veterinárias, mais intensas.

A carne e outros alimentos proteicos devem reduzir-se em quantidade, embora se aumente em qualidade e deve ser finamente moídos ou triturados. No caso de o animal estar habituado a consumir comida caseira, nomeadamente carne e derivados, esta deve ser substituída pouco a pouco por peixe congelado branco sem espinhas que se ferve brevemente com uma gotinha de óleo e aos que se pode acrescentar umas gotas de concentrado caldo de carne.

  Os preparados enlatados e as sobremesas pouco saudáveis têm que restringir-se tanto quanto possível.

Preferencialmente opte por uma ração seca própria para seniores e de uma marca de qualidade.

Desde muito jovens, os gatos dedicam largas horas diárias ao seu asseio mediante lambidelas diretas ou ajudando-se com as patas dianteiras como escovas para a cara e o pescoço.

Durante esta higiene, o pêlo morto é ingerido junto com a saliva e incorporado ao aparelho digestivo do exemplar. Em todas as raças, as madeixas de pêlo são eliminadas regularmente com as deposições e inclusive parece que podem atuar positivamente na digestão e assimilação de alimentos, assim como na eliminação das fezes.

No entanto, a velhice induz uma dificuldade nos processos alimentares, e essas massas de pêlos podem originar autênticos tampões de incómodas consequências, que se complicam nas variedades de pelagem sedoso e abundante.

De forma instintiva, os gatos idosos omitem progressivamente a auto-limpeza, esta deve ser assumida pelo dono mediante escovagem suave, mas profunda, e inclusive a limpeza dos ouvidos e focinho com um algodão impregnado em água morna. Também deve passar em todo o pêlo um pano molhado com água morna, já que o pêlo que não é limpo tem tendência a ganhar caspa e gordura.



Exames Geriátricos
Uma vez que seu animal de estimação já atingiu a faixa etária onde passa a ser considerado idoso, faça anualmente os exames geriátricos de rotina junto ao seu médico veterinário de confiança. Além de ajudar a prevenir e controlar as doenças citadas abaixo, estes exames servirão também como exames pré-cirúrgicos caso o seu animal venha a precisar de alguma cirurgia ou pequena intervenção com anestesia geral como é o caso da limpeza de tártaro (altamente recomendada para animais idosos).

Os exames de check-up geriátrico para humanos e animais domésticos são quase os mesmos. Incluem: uma consulta com exame clínico, hemograma completo, dosagem de enzimas hepáticas e renais e exames de urina e fezes. Um pacote mais detalhado inclui dosagens hormonais. O custo dos exames varia de acordo com o laboratório.

Os exames geriátricos são recomendados para todos os animais de estimação idosos assim como qualquer animal que apresente os seguintes sintomas:

Súbito ganho ou perda de peso
Aumento no consumo de água
Aumento no volume/frequência de urina
Vómitos
Desmaios
Fraqueza, letargia
Intolerância ao exercício
Doenças frequentemente desenvolvidas por gatos idosos:
Doenças da Próstata
Obesidade
Doença Cardiovascular
Doenças Degenerativas
Cataratas
Doenças Odontológicas
Ceratoconjuntivite seca (olhos)
Hipotireoidismo
Cálculo renal
Hiperadrenocorticismo
Anemia
Incontinência urinária
Hepatopatias (fígado)
Insuficiência renal crónica
Cancro
Enterites (infeções intestinais)
Lipidose Hepática (comum em felinos)
Diabetes

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Clonar os animais de estimação




 I cloned my pet mostra jovens obcecados com os cães que já morreram. Por 40 mil euros, querem trazê-los de volta.

Quem tem animais de estimação sabe que estes não são meros animais, são família. A morte dos animais de quatro patas pode ser traumática. Muitos guardam a comida dos animais, a água na tijela, as roupas que usavam. É o caso dos protagonistas de ...


I cloned my pet. O documentário do TLC, que se estreou no mês de Janeiro de 2012 nos EUA, mostra a vida de três norte-americanos que não conseguem refazer-se da morte dos seus queridos amigos caninos. E por isso não hesitam e decidem…clonar o seu animal de estimação, pagando 40 mil euros a cientistas da Coreia do Sul para "criarem" réplicas dos seus companheiros. Danielle Tarantola ficou tão triste com a morte do seu Trouble que até guarda restos de frango que o cão não comeu. " Foi a última coisa que comeu, a boca dele esteve aqui", diz para a câmara. O formato é tão polémico que só estão previstos três episódios. Dependendo do feedback, I cloned my pet poderá ser prolongado. As críticas já se fizeram sentir. "Não é preciso uma licenciatura em Psicologia para perceber que esta gente precisa de ajuda", disse à revista STIR a especialista Lindsay Mannering.
NTV


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Gato salva a vida a dona




 
Pudding era apenas mais um gato abandonado quando a norte-americana Amy Jung decidiu, num ato de impulso, adotá-lo. A recompensa pela boa ação não tardou em chegar: nessa mesma noite o animal salvou a nova dona de um ataque hipoglicémico.
Amy Jung e o seu filho, Ethan, decidiram, no início de Fevereiro, parar na associação The Humane Society, em Wisconsin, apenas para b...rincar com os gatos. Pudding, um gato com cerca de 10 quilos e de pelo cor de laranja e branco, chamou a atenção dos dois por ter sido abandonado em várias ocasiões. Sem pensar duas vezes, resolveram adotá-lo tal como a outro gato, Wimsy.
Nessa mesma noite Amy, que sofre de diabetes desde criança, teve um ataque hipoglicémico durante o sono. Apercebendo-se da aflição da dona, Pudding sentou-se no peito da mulher, pisando e beliscando-lhe a cara, até ela recuperar a consciência por breves momentos. Amy tentou chamar o filho mas este não a conseguiu ouvir. Mais uma vez, parecendo compreender a situação, Pudding correu até ao quarto de Ethan e saltou sobre a cama, até a criança acordar. O menino pode então pedir ajuda. A dona de Pudding confessou ao jornal americano Greenbay Press Gazette que, se não fosse a sua nova mascote, talvez não tivesse sobrevivido. A opinião é corroborada pelo médico de Amy. O gato recém-adotado está agora a ser registado como animal de terapia. Aprendeu também a sentar-se ao lado dos pés de Amy e a miar sempre que o seu nível de açúcar no sangue está em baixo.


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Vacina para alergia a gatos




Esta será uma bela notícia para aqueles que gostam de gatos, mas que por causa de serem alérgicos se vêm impossibilitados de ter um ou vários gatos em casa, como gostariam.
A boa-nova chega do Canadá, da Universidade McMaster que, em colaboração com um laboratório britânico, espera ter testado e ter no mercado, já em 2014, a vacina que pode alterar muitas vidas.
Os investigadores envolvidos testaram a sua vacina em 100 amostras de sangue de dadores alérgicos ao pêlo do gato e concluíram, com segurança, que a vacina testada reforça o sistema imunitário dos doentes. Numa fase posterior, foram realizadas inoculações em 88 pessoas, tendo-se concluído que em 40% dos pacientes as irritações da pele desapareciam, não se tendo notado qualquer efeito secundário resultante da administração da vacina.
A próxima fase da investigação passa pela administração desta vacina em 800 voluntários, para validar os resultados até aqui obtidos e passar a uma fase final de certificação e licenças para produção e comercialização da vacina.
Nesta altura, ainda há pequenas arestas para limar, como a dosagem mais aconselhada e o número de doses a ser administradas. Estima-se que na maioria dos casos a vacinação seja feita em quatro tomas, embora em alguns casos possam ser necessárias 8 doses.
A equipa que está a desenvolver esta vacina, liderada pelo imunologista Mark Larché, trabalha já há dez anos neste produto e, se tudo correr como previsto, durante o ano de 2014 vai ser possível disponibilizar a vacina para uma percentagem significativa da população mundial que sofre desta problemática.

 
 
 


terça-feira, 13 de agosto de 2013

Oscar, o gato que já previu 50 mortes



 Felino deambula pelos quartos dos pacientes do Centro de Enfermagem de New England e parece dedicar-se mais aos que têm apenas algumas horas de vida
Considerado mais credível que os próprios médicos, o gato Oscar parece revelar-se infalível no que respeita a prever a morte dos pacientes no centro de enfermagem New England, informa o Telegraph. Com cinco anos ...de vida e de «experiência clínica», Oscar passa os dias deambulando pelos quartos dos pacientes, dedicando-se mais aos que têm apenas algumas horas de vida. Com este «método», já terá previsto mais de 50 mortes.
O Dr. David Dosa, geriatra e professor na Universidade Brown, publicou em 2007 um artigo no Jornal de Medicina de New England, revelando o dom do animal. Desde então as previsões de Oscar têm vindo a
aumentar, convencendo o professor que não se tratava de simples casualidade.
A confiança depositada em Oscar é tão profunda que, quando o gato se aninha na cama de algum doente, a família deste é logo alertada. Quando não consegue aceder ao quarto de um paciente moribundo, Oscar arranha a porta, numa tentativa de entrar.
O Dr. Dosa escreveu que os passeios do gato não podem ser encarados como se ele andasse simplesmente a vadiar, mas sim «que está literalmente numa vigília». Oscar tem a companhia de outros cinco gatos, contudo nenhum deles possui a mesma capacidade de prever a morte dos pacientes.
No livro «Making rounds with Oscar: the extraordinary gift of na ordinary cat» («Rondas com o Óscar: o dom extraordinário de um gato comum»), o Dr. Dosa não apresenta uma explicação científica sólida que justifique o comportamento do gato. Sugere que Oscar seja capaz de sentir o odor das células mortas, à semelhança de alguns cães.
«As pessoas confortam-se com a ideia de que o animal esteja lá quando os seus entes queridos morrerem. Ele esteve lá quando eles não puderam estar», afirmou o Dr. Dosa, realçando a importância que, cada vez mais, a presença de Oscar assume.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

The Mayor

 
 
Uma revolta popular numa pequena aldeia do Alasca levou um gato ao poder, há já 15 anos, e o mais curioso é que o idoso gato ainda hoje detém o lugar.Na altura, Stubbs era ainda um gatinho e numa época de eleições em Talkeetna, uma localidade situada na base do Monte McKinley, os residentes revoltados com a pouca credibilidade de alguns dos candidatos ao cargo, decidiram promover o felino a presid...ente da autarquia, embora neste local esse lugar seja meramente de representação.
Apesar da pouca importância do título, a verdade é que a localidade e Stubbs ganharam uma visibilidade que nunca antes tinham tido e o número de turistas curiosos com o facto de ser uma situação única começaram a aumentar, fazendo movimentar o comércio e a hotelaria de Talkeetna. De tal forma que depois disso já ninguém mais falou noutro presidente para a autarquia.
Este Verão a situação não mudou e os turistas não param de chegar e de fazer «mexer» o comércio local. Muitos dos viajantes não manifestam outro interesse que não seja ver o gato amarelo, ou «presidente ruivo», como é carinhosamente tratado, mas são também os órgãos de comunicação social que mantêm viva esta tradição já que quase diariamente saem na imprensa trabalhos sobre esta caricata situação.
Stubbs, por seu lado, já com proveta idade, só quer é sossego e esperar, como numa monarquia, que um dos seus descendentes ocupe o seu lugar no futuro.


domingo, 11 de agosto de 2013

Sugestão de livro - "Casper, o gato viajante"

 




A incrível e inspiradora história de um gato que conquistou os corações de pessoas de todo o mundo. Casper tornou-se uma celebridade nacional quando os jornais divulgaram a história de um gato extraordinário que apanhava regularmente o autocarro número 3, fazendo viagens de dezoito quilómetros pela sua cidade, Plymouth, em Devon. Enquanto a sua dedicada dona, Susan Finden, se interrogava por on de é que andaria o seu elusivo gato, Casper ia alegrando a vida de inúmeros passageiros que andavam de um lado para o outro nos seus afazeres. Também os motoristas dos autocarros começavam a estar familiarizados com Casper e a notícia percorria a central de transportes, alertando a equipa de que um passageiro muito especial poderia estar a bordo dos seus veículos. Com efeito, tornou-se a mascote da empresa de transportes, e fotos de Casper e de Susan decoravam a carreira número 3. Quando Casper foi, de forma lamentável, mor to por um carro no início de 2010, mensagens de solidariedade afluíram de todo o mundo. Tornou-se imediatamente claro que Casper e a sua notável história haviam tocado a vida de muita gente. Contado de uma maneira comovente pela sua dona, que o amava profundamente, Casper, o Gato- Viajante, é a história tocante de um gato branco e preto muito especial, que viajava de autocarro e que conquistou o s nossos corações.

sábado, 10 de agosto de 2013

Cat-Café!

 



No Japão ter a companhia de gatos pode custar no mínimo U$10 à hora! A mais nova moda entre os japoneses é ir a cat cafés. Como o nome já diz, além de comer o cliente tem o prazer de ter vários gatos ao seu redor. O local é todo decorado com brinquedos e caminhas confortáveis onde os bichanos podem desfrutar do que tanto gostam: uma boa comida, uma boa soneca e um humano bobo para mimá-lo. O sucesso é tão grande que na maior parte dos bares é necessário fazer reserva.
     
Regras para manter as estrelas felizes:
Hoje já existem mais de 70 cat cafés em Tokyo. Os bares de gatos surgiram em Taiwan há mais de 10 anos, mas foi no Japão que viraram febre.  A maior parte dos clientes vive em apartamentos muito pequenos e não têm tempo para se dedicar ao animal, impedindo que tenham um em casa. Os cat cafés oferecem o benefício de ter um animal para acariciar, sem o ónus de ter que cuidar deles. Talvez o facto de o gato ser considerado pelos japoneses um talismã sendo um símbolo de sorte e protecção explique um pouco também.
  
Para desfrutar das maravilhas de ter um gatinho por perto é preciso seguir algumas instruções ao entrar como lavar as mãos e tirar os sapatos para evitar contaminar os gatos com alguma doença e deixar a bolsa na entrada (para ninguém carregar um animal na saída).
É proibido levar qualquer tipo de comida ou catnip, agarrar e apertar gatos que demonstrem não estar com vontade de conversa e tirar fotos somente sem o uso de flash. Existe ainda uma regra muito importante: não é permitido perturbar a soneca dos gatinhos. Alguns cafés têm álbuns de fotografias para que os clientes conheçam melhor as estrelas do local, para que possam escolher qual o fará companhia (o que eu acho estranho conhecendo o comportamento dos meus gatos que só fazem o que bem querem).
Tudo muito organizado e seguro como normalmente se espera de japoneses.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Como Comunicar com o seu Gato.




Estudos revelam que os gatos desenvolveram um sistema de comunicação elaborado, com centenas de vocalizações diferentes para comunicar com os humanos.
Os gatos também podem aprender a entender o que queremos se repetirmos sempre as mesmas palavras e ações de modo consistente. Desta forma, poderemos comunicar com eles apesar de exigir tempo e esforço. Experimente ...as sugestões que se seguem e veja como é gratificante para ambos.

1. Lembre-se que o som não é o modo preferido de comunicação dos gatos.

A sua língua nativa é um sistema complexo de expressão corporal, cheiros, expressões faciais e toque, enquanto os humanos usam preferencialmente o som. Os gatos rapidamente percebem que não entendemos os sinais não-verbais que usam uns com os outros, e vocalizam numa tentativa de comunicar na nossa língua. Ao observar a reação que cada som causa em nós, o gato está sempre a aprender a fazer pedidos (ou exigências).

2. Escute o seu gato.

Se observar o que ele faz enquanto mia, poderá aprender a associar a sua forma de miar àquilo que ele pretende. Cada gato é diferente, por isso mesmo podem existir variações, mas algumas formas de miar comuns são:

Miado curto - cumprimento.
Miados múltiplos - cumprimento excitado.
Miado em tom médio e ronronar puxado - pedido de algo.
Ronronar grave - uma reclamação.
Ronronar agudo - raiva ou dor.
Murmúrio (movimentos rápidos de mandíbula, "falando" entre os dentes) - excitação ou frustração (como quando uma presa está fora de alcance ou escapa).
Trinado (um cruzamento entre um miado e um ronronar com uma inflexão ascendente) - cumprimento amigável.
Ronronado suave - convite para contacto ou atenção.

3. Observe o seu gato.

Por serem mais fluentes com a linguagem corporal, certos gestos vão acompanhar a vocalização para reforçar a mensagem.

Cauda para cima - feliz.
Cauda a balançar - excitado ou ansioso.
Olhos a piscar - afeto.
Orelhas para trás - alarmado.
Passar a cabeça, flanco e cauda numa pessoa ou animal - ritual de saudação.
Bater a cabeça - amizade, afeto.
Cheirar o rosto - confirmar identidade.
Orelhas para trás e deitadas - medo e ansiedade.



4. Converse com ele.

Use um tom de voz ligeiramente mais alto para indicar amizade e um tom mais grave para indicar descontentamento ou agressividade.
Repita sempre a mesma palavra, por exemplo 'dormir' ou 'cama', desta forma, cada vez que for dormir o seu gato vai associá-la às suas ações.
Se piscar os olhos devagar enquanto estabelece contacto visual com o seu gato, ele vai responder aproximando-se para ser acariciado, porque o pestanejar é muito amistoso.

5. Seja consistente.

Os gatos normalmente pedem antes de entrar no espaço pessoal do outro, e um erro comum dos donos é dizer "não" mas assim mesmo acariciar o gato. Isto confunde o animal. Diga um não rápido e afaste o gato com firmeza, sem mostrar afeto, e é suficiente. A maioria dos gatos tenta duas ou três vezes invadir o espaço de alguém, em diferentes direções. Tenha paciência ao dizer "não".


Se ele fizer algo que não aprova, borrife-o com um pouco de água. Os gatos e a água raramente se dão bem juntos.
Se não gostar da ideia de borrifar, desenvolva um "tom de voz de comando" para usar sempre que ele estiver a fazer algo de errado. Use uma voz fácil de repetir, mas que se distinga da sua voz normal. Se usar este tom de comando seriamente e só quando for necessário, o seu gato vai aprender a reconhecer quando está a fazer alguma coisa que lhe desagrada.
Outro "não" fácil de fazer que todos os gatos reconhecem, é um chiado rápido e agudo como o que é feito por eles quando dizem “não”.

Esta lista não é, de modo algum, uma descrição exaustiva de gestos e vocalizações dos gatos, e pode não se aplicar ao seu. O sistema de comunicação felino é surpreendentemente complexo e estende-se além do âmbito deste artigo.


 


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Eu, gato

 


Eu, Gato                                    
 

Os gatos são mamíferos possuindo as características anatómicas comuns à grande maioria destes: o corpo coberto de pêlos e alimentando-se de leite materno quando pequenos. São, porém, dos mamíferos mais evoluídos que se conhecem. A conformação do corpo dos gatos é extremamente flexível e elástica. A sua coluna vertebral é unida por músculos e não por ligamentos, como na maior parte dos mamíferos. É formada por 7 vértebras cervicais, 13 vértebras dorsais, 7 vértebras lombares, o sacro e 18 a 26 vértebras coccígeas. É esta longa coluna vertebral, cheia de elasticidade, que permite ao gato saltar com tanta segurança e agilidade.
O gato não tem clavículas, mas sim uma pequena cartilagem clavicular. É este facto que lhe dá a capacidade de estender a sua passada e de penetrar por aberturas estreitas.
O gato adulto possui 30 dentes: 16 no maxilar superior e 14 no inferior. Os caninos ou presas (que são 2 em cada maxilar), em forma de punhais, servem para matar; com os molares, afiados como facas, rasgam as presas e desfazem-nas em pedaços.
O crânio dos gatos é também notável. Entre as suas estruturas ósseas bem desenvolvidas encontram-se grandes câmaras de ressonância auditiva que proporcionam ao gato um ouvido extremamente apurado. O gato reage a ultrassons da ordem das 60 000 vibrações por segundo (nós, humanos, só somos capazes de captar sons de cerca de 20 000 vibrações p.s.). Mas é no seu ouvido interno que reside o seu sentido de equilíbrio que permite ao gato regular a queda.

O gato tem 244 ossos e 512 músculos, o que o torna num animal extremamente bem desenvolvido. As suas capacidades físicas e os sentidos apurados conferem-lhes agilidade, velocidade e flexibilidade. O gato consegue virar-se e mexer-se de qualquer maneira desde a cabeça até ás patas posteriores. Consegue esticar totalmente o corpo e virar a cabeça 180 graus.

As patas dianteiras estão providas de 5 dedos, enquanto que as traseiras têm 4. As características das patas permitem ao gato andar sem fazer o mínimo de ruído e ter um equilíbrio fora do comum. Devido à disposição dos nervos e tendões, o gato pode estender ou encolher as garras à sua vontade. Em repouso, o gato encolhe as garras, que não tocam o chão, o que lhe dá aquele andar tão suave e silencioso.
O cuidado que um gato tem consigo mesmo é enorme. A sua higiene corporal é única, para alem de que mantém sempre as suas unhas afiadas para qualquer situação.
De uma posição totalmente imobilizada, o gato tem a capacidade de saltar para todos os lados. Em altura, consegue saltar até 5 vezes o seu tamanho corporal, atingindo com facilidade um salto de 2 metros. Em queda, o gato tem a capacidade de articular o seu corpo de forma a não sofrer com o impacto, bem como atingir rapidamente o equilíbrio, usando a cauda. Frequentemente dizemos que todos os gatos caem de pé. Contudo, isso nem sempre acontece. Quando os gatos caem de uma altura relativamente baixa, frequentemente conseguem girar no ar e aterrar de pé. No entanto, quando a altura é superior a cerca de dois andares, os gatos podem sofrer lesões muitos graves, que podem mesmo ser fatais.

A facilidade com que o gato gira no ar e cai de pé deve-se às características anatómicas do seu esqueleto. Os gatos apresentam clavículas muito rudimentares que não se unem a nenhum dos outros ossos do seu esqueleto, sendo apenas suportadas pela massa muscular dos seus ombros. Isto faz com que, facilmente, as suas patas dianteiras tenham uma rotação fora do vulgar e o seu corpo possa facilmente adaptar-se a novas posições. Assim, durante uma queda, as patas são a primeira estrutura a tocar no solo, absorvendo o impacto da colisão



Os gatos nem sempre caem de pé
 
Se o gato cair de uma altura superior a dois andares, pode conseguir girar no ar para adquirir um bom posicionamento para a queda, no entanto as patas não conseguirão absorver todo o impacto da colisão. Nestas situações, é frequente surgirem traumatismos a nível torácico e/ou abdominal, bem como fraturas ósseas a nível dos membros e/ou crânio.
Independentemente da altura em que o gato vive, mantenha sempre a janelas fechadas, por forma a impedir a sua saída. Mesmo quedas de alturas mais baixas podem provocar lesões muito graves ou mesmo fatais – por vezes encontram obstáculos pelo caminho, que os impedem de girar no ar e cair de pé, nomeadamente estendais da roupa.  Nunca esqueça que o gato não vai aprender com a queda – se vir a janela aberta uma segunda vez pode voltar a atirar-se. Mais vale prevenir…
Quase não existem obstáculos naturais para um gato. No entanto, este animal tem uma "falha" nas suas aventuras. É que, o gato tem uma grande capacidade para subir, trepar, saltar, para alem de adorar as alturas. Mas o gato tem uma terrível dificuldade em descer! É por isso que muitas vezes é necessário auxilio humano para, por exemplo, tirar um gato de uma árvore, árvore essa que ele sobe com facilidade.


Ao contrário do cão, que só conta com o nariz muito desenvolvido; o gato aplica os seus sentidos todos, porque todos eles são extremamente desenvolvidos.
 
Olhos - o gato não tem a necessidade de pestanejar, porque possui uma membrana (membrana nictitante), que mantém os olhos húmidos. Os gatos conseguem ver tudo à frente e ao lado dos olhos, reconhecem o tamanho, a forma e a distância exata dos objetos. Os gatos conseguem ver um objeto da mesma maneira, quer esteja a 2 ou a 6 metros, devido a uma espécie de "zoom" que conseguem aplicar. No entanto, não tem uma distinção de cores apurada. Só distinguem o preto, o branco, o azul, o verde, e misturam o amarelo com o vermelho.

Mas os gatos tem outra capacidade: a sensibilidade dos olhos permite a um gato ver perfeitamente um objeto a 10 metros na escuridão total, como se fosse de dia. É a dupla reflexão que faz com que os olhos dos gatos brilhem tanto na presença de luz, mesmo que seja pouca.

Olfato - 200 milhões de células na garganta dos gatos permitem-lhes cheirar tudo. No palato, possuem um órgão especial para cheirar: o órgão de Jacobson.

Paladar - o gato distingue o sabor dos alimentos através de nervos que possuem na língua. No entanto, só come o que cheira bem, e não o que tem um bom sabor.

Ouvidos - as orelhas são muito sensíveis a vibrações. Entre 20 hertz e 65 quilohertz, nada escapa ao gato! A mobilidade das orelhas permitem-lhes localizar com exatidão a proveniência de determinado som. O gato deteta ratos porque os ratos emitem ultrassons entre si, ultrassons esses que os gatos conseguem captar. Através dos sons, os gatos orientam-se. É graças aos sons familiares ou conhecidos e à sua memória imaginativa que os gatos conseguem reencontrar os seus lares. Para este facto, utiliza também os cheiros conhecidos e as imagens que grava do que os olhos vêm.

Tato e o 6º sentido - O gato possui por entre o pêlo os chamados pêlos tácteis, que não se situam só no bigode. E é nestes pêlos táteis que provavelmente está a explicação para o facto de os gatos pressentirem tremores de terra, explosões vulcânicas, etc..., porque os pêlos táteis dos gatos notam a pressão do ambiente e alterações de temperatura. Este é, portanto, o misterioso sexto sentido do gato.

Estes pêlos táteis situam-se à volta dos lábios e dos olhos.
 
O gato doméstico costuma dormir durante a maior parte do dia para conservar sua energia


O método de conservação de energia dos gatos compreende dormir, acima da média da maioria dos animais, sobretudo à medida em que envelhecem. A duração do período de sono varia entre 12–16 horas, sendo de 13–14 horas o valor médio. Alguns espécimes, contudo, podem chegar a dormir 20 horas num período de 24 horas.
A temperatura normal do corpo desses animais varia entre 38 e 39 °C. O animal é considerado febril quando tem a temperatura superior a 39,5 °C, e hipotérmico quando está abaixo de 37,5 °C. Comparativamente, os seres humanos têm temperatura normal em torno de 37 °C. A pulsação do coração desses pequenos mamíferos vai de 140 a 220 batidas por minuto e depende muito do estado de excitação do animal. Em repouso, a média da frequência cardíaca fica entre 150 e 180 bpm.