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quinta-feira, 31 de julho de 2014

segunda-feira, 28 de julho de 2014

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Paraíso dos gatos



Muitas vezes dá-se do Japão uma imagem de grande glamour em relação aos animais de companhia e, globalmente, é de facto um dos países onde estes são mais bem tratados, ainda mais se tivermos em conta as condições que vão sendo criadas, a cada dia que passa.

É também no Japão, menos tecnológico e mais rural, que fica um verdadeiro paraíso para os gatos. Trata-se de uma pequena ilha cujo nome é Tashirojima, mas também conhecida como a Ilha dos Gatos, onde durante anos a população foi desaparecendo e os pequenos felinos foram tomando o seu lugar.

Esta ilha foi, em tempos, um local onde se dava emprego a quase mil pessoas, distribuídas por duas atividades: a pesca e a criação de bichos-da-seda. Porém, a determinada altura, uma praga de ratos começou a devastar a ilha e, numa tentativa de solucionar o problema, os proprietários da empresa que explorava os teares de seda, bem como os habitantes, começaram a levar gatos para a ilha. Estes começaram a reproduzir-se e, em determinado momento, o número de gatos excede largamente o número de habitantes, que não ultrapassarão os 100, ao passo que haverá seguramente centenas de gatos e o seu número cresce a cada ano. A fábrica entretanto fechou e grande parte dos habitantes partiram, em busca de novas oportunidades de emprego nas ilhas maiores em redor, deixando para trás os habitantes mais velhos e os irredutíveis que não quiseram partir.

Este elevado número de gatos também se explica pelo facto de os habitantes locais acharem que os pequenos felinos lhes trazem sorte, e talvez assim seja, já que por várias vezes desastres naturais têm atingido a região em redor e a pequena ilha tem sofrido menos danos que as ilhas vizinhas. Assim sendo, cada gato é tratado e alimentado pelos moradores como um convidado, pelo que nesta ilha não há gatos mal alimentados. Também não há cães, para não os perseguirem, nem ninguém que não goste deles, e também não se fala de desastres ambientais provocados pelos felinos.

A ilha vive neste momento dos muitos turistas que ali se deslocam para observar os gatos, que são donos de quase tudo, do espaço, das casas, das máquinas velhas que o tempo inutilizou, das praias, e até dos barcos pesqueiros que ainda por ali se encontram. No local, foi criado um santuário para os gatos, casas com forma de cabeça de gato e monumentos dedicados aos gatos. Estes recentes projetos turísticos servem também para fixar jovens, já que cerca de 83% dos habitantes já estão em idade de reforma e não poderão manter os animais por muito mais tempo. Contudo, com o incremento do turismo e de jovens a querer fixar-se na ilha, esta poderá continuar a ser, por mais algumas décadas, a verdadeira «Cat Heaven Island» como já é há muito conhecida internacionalmente.

Recentemente, o fotógrafo japonês Fubirai passou uma temporada na ilha para captar os melhores momentos da vida destes gatos e não teve «mãos a medir». Captou gatos de todas as cores e tamanhos, a dormir e a brincar por cada canto da ilha, e uma população que se levanta e deita cada dia a pensar na sua comunidade de pequenos felinos, neste distante e pequeno paraíso dos gatos que vive ao ritmo de um ronronar, lá bem longe no Oriente, no «País do Sol Nascente».

terça-feira, 22 de julho de 2014

Ponte de 60 metros construída na ilha Formosa a pensar nos gatos



A vila já tinha perdido quase tudo, nomeadamente as minas de carvão, que durante décadas deram trabalho à população. Com o desaparecimento dos empregos, a ilha foi perdendo os seus moradores e, por fim, os gatos que animavam a vida dos restantes e que traziam milhares de visitantes ao local estavam em risco, uma vez que o movimento rodoviário intenso fazia uma verdadeira razia à população de felinos, a cada semana que passava.

Sempre que chegava a época das monções, o problema agravava-se na vila, já que era ali que os gatos se abrigavam e era também nessa altura que aumentava o risco para estes. Preocupados, os moradores e os responsáveis pela vila decidiram lançar mãos à obra e começaram a pensar numa ponte mais estreita, onde apenas os gatos e os pedestres pudessem ter acesso. A obra foi lançada e durou oito meses, mas já está concluída.

Agora, os gatos contam com uma ponte coberta de 60 metros de comprimento, onde podem vaguear em segurança e, quando as chuvas caírem, também já ficam abrigados, sem correr os riscos que até aqui corriam.

Já os moradores, que nos últimos anos cuidaram dos gatos, podem aproveitar o intenso vai e vem de turistas que ali se deslocam para ver e fotografar os pequenos felinos, verdadeiros monarcas daquele modesto reino. Agora, que viram os seus sonhos realizados, por todo o lado abrem lojas de souvenires, onde os temas dos gatos são os mais procurados. Os mais velhos não esquecem as antigas minas de carvão onde labutaram uma vida inteira, mas agora o seu sustento está assegurado, com uma atividade menos perigosa e menos escura, sem deixarem de cuidar daqueles que lhes trouxeram uma nova vida - uma comunidade de gatos que preencheu a vida de toda uma população, quando tudo o resto se perdeu.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Médica militar vai a tribunal por salvar gata



Uma médica militar italiana destacada numa base do Kosovo, cujo único crime foi ter salvado uma gata que não conseguia parir o último gatinho de uma ninhada, corre agora o risco de ser presa.

Ao que se sabe, na base existe um grupo de gatos que, do ponto de vista do comando, são vadios, mas que na prática são alimentados pelos militares e vivem no espaço físico da base. Um dia, na ausência da veterinária da base, a médica, tenente nesta altura, estava de serviço e foi alertada por outros militares que, em determinada zona do aquartelamento, havia um ruído estranho provocado por um gato. A médica, de nome Bárbara, dirigiu-se ao local e deparou-se com uma gata que não conseguia parir o último gatinho de uma ninhada, decidindo de imediato ajudar ao nascimento.

Este acto acabou por custar à militar um processo por insubordinação, podendo vir a ser condenada a pena efectiva de prisão, apesar de já ter abandonado a vida militar. A acusação é de ter quebrado a regra de levar animais vadios para a base, por questões de segurança sanitária, o que na verdade não aconteceu, uma vez que os gatos já habitam a base onde estava estacionada.

Na verdade, a segurança sanitária seria mais fortemente colocada em causa se a gata morresse na base, tendo toda a área de ser desinfectada de acordo com o protocolo, o que não seria fácil. Por outro lado, neste cenário os gatinhos já nascidos também não sobreviveriam, o que multiplicaria o risco de contaminações. Para além de tudo isto, e não menos importante, o que é facto é que a intervenção de Bárbara impediu o sofrimento da mãe gata e de toda a prole, conferindo a este acto uma dimensão humanitária, que é também o dever de qualquer militar

Bárbara tem uma sessão de julgamento marcada para o próximo dia 7 de Fevereiro, mas até lá o caso vai chegar ao parlamento italiano, já que uma grande parte da população italiana está chocada com esta decisão. Essa indignação levou a que também a comunidade política italiana começasse a fazer-se ouvir, tentando que a médica seja ilibada de todas as acusações e seja em definitivo deixada em paz. Tudo por ter simplesmente socorrido uma gata, que certamente morreria em grande sofrimento se não contasse com a sua ajuda.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Osteoporose

 
 
Sintomas


Praticamente só os animais mais jovens sofrem de osteoporose; os animais afetados

têm um aspeto débil e subalimentado.

Causas


Subalimentação; enterite crónica devido a parasitose grave. Certas raças parecem

apresentar uma tendência genética para a osteoporose.

Consequências


Deformação do esqueleto, fraco crescimento, risco acentuado de fraturas ósseas.

Tratamento


O veterinário indicará uma alimentação rica, com elevado teor de proteínas. Os gatos

afetados por parasitas têm de ser desparasitados.


quinta-feira, 10 de julho de 2014

É o meu lugar e eu sou o gato dominante. Aceita.

 

 
Um grupo de gatos a viver no mesmo espaço determina a sua própria hierarquia.

Haverá sempre um gato dominante. Falando de um modo geral, coexistem felizes lado

a lado, especialmente se partilham a mesma fonte de comida. Dentro deste grupo,

alguns podem ser intolerantes para com os que estão mais próximos, ao passo que

outros formam ligações sociais chegadas. O grau de harmonia depende de um grande

número de factores, incluindo a maturidade dos gatos, as raças, os espaços que têm

para partilhar e, ainda mais importante, a socialização de que gozaram quando eram

gatinhos.


domingo, 6 de julho de 2014

 
 
Já vi gatos nos beirais

e outros saltando muros

tão livres como pardais,

sempre ágeis e seguros.

E há gatos que velam

pelo sono dos meus netos

com bigodes eriçados,

guardiões dos meus afetos.

São os gatos meus amigos,

misteriosos e soberanos,

que tendo-me como dono

são afinal os meus amos.


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Bombeiros de Mafra salvam gatinhos


30-08-2014 - Salvamento animal.

Após alguma procura no sentido de identificar o local onde estes dois gatos eram ouvidos por populares que solicitaram o apoio do Corpo de Bombeiros, foram finalmente encontrados e adotados por dois elementos da Corporação.