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domingo, 29 de dezembro de 2013

Karma diário para gatos calmos




00:00-07:00 dormir na cama

07:00-07:10 pequeno almoço

07:10-12:00 pausa da manhã na lareira

12:00-12:10 almoço

12:10-15:00 calma contemplação

15:00-15:01 exercício (opcional)

15:01-18:00 meditação num lugar soalheiro

18:00-18:15 jantar

18:15-00:00 reflexão noturna no armário

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Pesadelos dos gatos :-)

 
 
Tornar-se escravo do homem
Bolas de pelo
Ter de andar devagarinho na caça ao rato
Ratos sedentos de vingança
Banhos
Ter de ser simpático com cães
Pulgas do tamanho de corvos
Ficar preso numa árvore
Abre-latas partidos

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Dicionário dos gatos



Insónia - incapacidade para dormir mais de vinte horas por dia

Lealdade - ficar com o mesmo ser humano por mais de seis semanas

Stress - condição apenas observada noutras criaturas

Pássaro - comida enlatada com asas mas sem lata

Pulga - um pequeno dragão horrível

Cão - uma enorme pulga peluda

Consciência - aquele período chato entre sonecas

Comida - algo que deve ser ingerido de trinta em trinta minutos

Caixa - um possível portal para a utopia que deve ser religiosamente explorado e guardado

Trabalho - uma atividade levada a cabo pela humanidade a fim de manter confortável a gatidade

Humildade - não há definição conhecida

domingo, 15 de dezembro de 2013

Flor de Natal



As Poinsétias também chamadas de Flores de Natal são há muito consideradas muito perigosas para animais (cães e gatos).

Estas plantas pertencem à família da beladona - flores célebres por suas propriedades fatais.

Mas um estudo feito há alguns anos mostrou que as poinsétias não causam mais náusea em gatos do que muitas plantas consideradas não venenosas. Contudo é sempre mais seguro manter os gatos longe de qualquer planta, eu apesar destes estudos prefiro continuara a não comprar estas flores no natal e arriscar, porque toda a flor que cá entra é meticulosamente cheirada e muitas vezes mordiscada

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Dona de 7 gatos pretos em Mogi garante que animais não dão azar

 


Não passar por baixo de escadas, descer da cama com o pé direito e evitar cruzar com um gato preto. Quem nunca ouviu estas recomendações supersticiosas, principalmente em uma sexta-feira 13? Mas há quem garanta que a data não tem nada de anormal. A taróloga Roseli T Pereira de Souza é dona de sete gatos pretos e afirma: “Eles me dão sorte”, diz.
A mogiana trabalha como terapêuta holísca e está acostumada a ser procurada para sanar dúvidas sobre várias superstições, principalmente na data. “Gatos pretos não dão azar e nem mesmo são crueis. Eu tenho e não reclamo. Os egípcios veneravam os gatos e a deusa Bastet, que tem cara de gato e é protetora das mulheres grávidas”, comentou.
A taróloga conta que os gatos são animais de estimação das bruxas e servem como “filtros” que limpam o ambiente de energias ruins. “Eu tenho 29 gatos. Sete deles são pretos e estes são os mais intuitivos” declarou.
Segundo a bruxa, os gatos adivinham quando ela está sentindo dores, por exemplo. “Eu nem preciso falar nada. Eles deitam e lambem o local onde está doendo. Eu tenho um problema no joelho, por exemplo, e quando estou com dor, eles fazem isso. E é engraçado porque, em seguida, sinto um alívio”, detalhou.
Ela conta que adotou todos os gatos e os pretos, em especial, são as maiores vítimas de abandono, devido as superstições. “Muita gente não quer ficar com o animalzinho, principalmente preto, por acreditar que ele dá azar. Mas isso não tem fundamento. É só a cor do gato, não influencia em nada”.
Roseli T com três de seus sete gatos pretos de estimação (Foto: Jamile Santana/G1)Roseli T com três de seus sete gatos pretos
de estimação (Foto: Jamile Santana/G1)
 
Com exceção de um, os sete gatos pretos de Roseli tem nome de gente: Maurício, Gustavo, Renata, Aninha, D'Artagnan, Alice e Moleque. “O Maurício é o mais velho, encontrei ele na rua há uns quatro anos e meio. O  D'Artagnan é o recém chegado na casa, tem quatro meses. Eles me ajudam a limpar o ambiente. Quando chega algum cliente com energia muito carregada, eles ficam perto, absorvem, depois vão passear. Quando voltam, vão para o meu quarto, onde a energia é boa. É como se eles fossem uma esponja que suga a energia ruim e a descarrega em outro lugar”.



Superstição
A taróloga afirma que a sexta-feira 13, ao contrário do que muita gente acredita, pode sim ser um dia de sorte. “No Tarô, o 13 é representado pela Carta da Morte, que representa o renascimento e vida, transformação, o pensamento positivo. E isso pode marcar uma passagem interessante, principalmente para quem nasceu na data”.
Segundo Roseli, as pessoas que fazem aniversário nesta data são sistemáticas, práticas e com os pés no chão.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O Natal e os Gatos

 


O Natal e os Gatos
                                    
 

 Decorações, árvore de natal, azevinho e visitas de familiares e amigos caracterizam o Natal típico. Por ser uma época em que a rotina do gato é quebrada, é um altura em que o dono deve estar especialmente atento.
Para quem tem gatos, o Natal deve ser preparado com muita ponderação. Existem vários perigos e vários cuidados que se deve ter para que o Natal passe sem grandes atribulações no que diz respeito aos gatos.
 

STRESS
O Natal pode ser altura de stress para alguns gatos. Os felinos que temos em casa são animais de hábitos rotineiros e geralmente reagem mal a mudanças dentro de casa. Para minimizar o impacto desta época no gato, é importante que o dono reserve sempre meia hora do dia para que possa estar com o animal de forma calma.
As visitas são mais frequentes nesta altura. Reserve sempre um local em casa, onde o gato possa se possa refugiar do rebuliço desta época de festa.

ÁRVORE DE NATAL
 
A árvore de Natal é o maior desafio para os donos de gatos. Sendo felinos e gostando de trepar, a árvore de natal, com luzes e bolas cintilantes, capta todas as atenções do gato.

 Trepar
As árvores de natal verdadeiras são fáceis de trepar para os gatos, as artificiais são mais instáveis e tendem a desmontarem-se. É necessário que a árvore de natal esteja perfeitamente segura para que o gato não caia nem deite a árvore ao chão. A base deve ser mais pesada do que o topo, já contando com a  decoração.
 
Comer agulhas do pinheiro
Os pinheiros largam um cheiro intenso que chama a atenção do gato que muitas vezes engole as agulhas. Estas, por serem pontiagudas e finas, são capazes de perfurar os órgãos internos do gato. O material das árvores artificiais pode também ser tóxico, mas não é geralmente tão perigosos como as agulhas naturais.
 
 Dicas para lidar com a árvore de natal
·    Montá-la antecipadamente sem enfeites para que o gato se vá habituando
·    Torná-la menos atrativa, utilizando uma decoração minimalista e que não baloice
·    Usar um repelente para gatos na base da árvore
·    Tornar a zona do gato mais atraente, dando-lhe novos brinquedos, podem até ser feitos em casa, para que ele possa brincar com algo completamente seguro para ele.
·    Não colocar a árvore junto a móveis, cadeiras ou sofás que possam servir de rampa de lançamento para os gatos
·    Usar sinais sonoros desagradáveis para o gato, quando este investe sobre a árvore – Um som agudo ou alto é capaz de demover o gato, mas peca por não funcionar quando o dono não está em casa. Nestas alturas, não deixe o gato ter acesso à árvore de natal. Outra alternativa é construir armadilhas, com latas que caiam assim que o gato abana a árvore. Mas os donos devem ter consciência de que os sons podem traumatizar os gatos mais sensíveis.
·    Não coloque a decoração na parte de baixo da árvore – ponha as bolas ou outros objetos de forma a que o gato não os consiga ver se estiver junto à árvore
 
DECORAÇÃO
 
A decoração por toda a casa e na árvore de natal deve obedecer ao lema: à prova de gato. Os enfeites devem ser de materiais inquebráveis, tais como plástico, pois outros podem-se partir e os cacos são perigosos tanto no chão, se pisados, como também se engolidos. Não utilize ganchos ou fios para segurar os enfeites, pois são perigosos, se engolidos. Existem ornamentos que vêm com clips incorporados que são uma opção segura.
 Não coloque os enfeites na ponta dos ramos da árvore, sobretudo se balançarem, pois são irresistíveis para os gatos e rapidamente vêm parar ao chão.
 As luzes da árvore de natal podem dar choque ou até eletrocutar um gato, por isso cubra-as com fita gomada ou fita-cola e cole-as devidamente ao chão. Aplique sumo de limão ou laranja em cada luz para repelir o gato.
 Não utilize velas como ornamento, pois são facilmente derrubadas e podem dar origem a incêndios. Se o gato conseguir ter acesso a elas, pode queimar os bigodes, as patas, ou a cauda. As velas de cheiro ou incenso podem agravar/provocar alergias em animais.
Fitas e fios que possam ser engolidos pelo gato, representam um perigo potencialmente fatal. Isto inclui os materiais com os quais embrulha os presentes. Mantenha-os sempre guardados num local seguro.
 
PLANTAS

Tal como foi dito, as agulhas do pinheiro, apesar de não serem tóxicas, são igualmente perigosas, pois podem perfurar os órgãos internos do gato se forem engolidas.
 O azevinho, uma planta típica do Natal, é tóxico para gatos. Outras plantas decorativas utilizadas no Natal tais como o Cacto-do-Natal, um cacto florido do género Hatiora, o Heléboro-negro, também conhecido por Rosa do Natal, Poinsétia, Euphorbia pulcherrima, e os Viscos ou Visgos, Viscum album, são tóxicos para o gato, podendo provocar desde vómitos a diarreia e outros problemas mais graves.
É possível ter um natal seguro com gatos e se tomar todas as precauções, as fotografias mais engraçadas que conseguir vão ser com certeza as do gato junto à árvore de natal.
 

sábado, 7 de dezembro de 2013

Língua dos gatos


Ágeis, sedutores, solitários e de olhar inquietante, os felinos são elegantes por natureza, até mesmo para beber.
Embora os cães utilizem a língua numa forma de colher invertida, os gatos utilizam duas forças físicas, a gravidade e a inércia, para sugar de forma delicada os líquidos com a ponta da sua língua. Tal como as trombas dos elefantes e os tentáculos dos polvos, a língua dos gatos são muito ágeis, segundo um estudo publicado na Science Express.
Dr. Roman Stocker, um biofísico do Instituto de Tecnologia de Massachusetts em Cambridge (EUA), foi inspirado para investigar a física de voltas de gato depois de observar o seu próprio animal de estimação a beber. "Eu percebi que havia um problema de biomecânica interessante escondido por trás dessa acção muito simples", disse ele.



Durante a investigação, foram utilizadas imagens de alta velocidade para capturar o equilíbrio das forças que o gato utiliza enquanto bebe e a mecânica da água que está a beber. Descobriram que os gatos enrolar a sua língua para trás de modo a que a superfície superior toque ligeiramente no líquido. Quando um gato levanta a sua língua com rapidez, a água entra na sua boca em forma de uma coluna líquida e vai crescendo por inércia. A seguir, o gato fecha a mandíbula para capturar o líquido antes que a gravidade quebre esta coluna.



Para ter uma ideia melhor do mecanismo que está por trás da sua língua, a equipa realizou algumas experiências físicas. Depois de analisar as diferentes velocidades das "lambidelas" dos gatos, os investigadores foram capazes de quantificar as funções da gravidade e da inércia para determinar a frequência óptima do movimento de sua língua.
Esta sequência revelou algumas surpresas, como a descoberta de que as lambidelas dos gatos ao beber são muito diferentes dos cães. Outra surpresa foi a rápida velocidade em que se move a língua de um gato, quase um metro por segundo. Isto implica que a tensão superficial do líquido não desempenha nenhum papel no processo. O líquido é dominado pelas forças da gravidade e da inércia.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Gatos da casa-museu de Ernest Hemingway

 

O romancista norte-americano Ernest Hemingway (1899-1961), autor de "Por Quem os Sinos Dobram", "Adeus às Armas" e "O Velho e o Mar", morou na ilha norte-americana de Key West (ponto ao Sul dos Estados Unidos, a apenas 90 milhas, ou 162 km, de Cuba), de 1931 a 1940.

Hemingway, um dos principais autores norte-americanos de ficção, morou na ilha com Pauline, segunda de suas quatro mulheres, e dois de seus filhos, Patrick e Gregory. Ele escolheu uma casa construída em 1851, em estilo colonial espanhol, feita com pedras nativas e distante cerca de 100 metros do mar.
 


É uma casa de dois andares, não muito grande, mas cercada de amplos e agradáveis jardins tropicais, com móveis do século 17, azulejos espanhóis e pratos finlandeses na cozinha.

 


O período de Hemingway em Key West foi produtivo, já que a maioria de seus livros foram escritos na tranquila ilha. Mesmo depois de se mudar do local, continuou a usa-la como casa de verão até perto da sua morte.

Quando vivia na casa, Hemingway tinha pelo menos 50 gatos. Muitos deles tinham um gene dominante que fazia com que tivessem dedos a mais nas patinhas.

 


Esses bichanos seriam descendentes de um gato que teria sido trazido de Boston por um capitão de navio amigo de Hemingway (naquela época, a única maneira de chegar à ilha era de barco). Segundo a tradição dos marinheiros, os gatos de dedinhos a mais trazem boa sorte.

Atualmente a casa de Hemingway é um museu, onde vivem cerca de 60 descendentes daquele felino original e, como a ilha é pequena e os gatos cruzam entre si, muitos deles ainda têm dedos a mais.



Os gatos geralmente têm cinco dedos nas patas da frente e quatro nos das de trás. Mas os que têm polidactilia geralmente contam com dedos a mais nas patinhas da frente, e às vezes também nas de trás.

A polidactilia não impede os gatinhos de terem uma vida normal, mas eles não gostam muito quando alguém tenta segurar as patinhas diferentes.



Os gatos de Hemingway (muitos deles batizados com nomes de gente talentosa como Simone de Beauvoir e Pablo Picasso) têm uma rotina de dar inveja: vivem em casinhas nos fundos da casa, comem bem e dormem a maior parte do dia enquanto são observados pelos turistas do mundo todo. A manutenção deles é feita com parte do dinheiro arrecadado pelo museu.


Quando não estão a dormir ou a comer, os gatos de Hemingway caçam bichinhos nos muitos canteiros da casa. Os muros da casa-museu são cercados por uma tela inclinada para dentro, para impedir que os gatinhos fujam. Mas será que eles querem abandonar esse paraíso?