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domingo, 28 de setembro de 2014

6 aplicações que vão ajudá-lo a cuidar do seu gatinho

 
O mundo dos smartphones e dos tablets mudou a nossa maneira de conviver com tarefas simples do dia a dia. Graças à criação diária de aplicações cada vez mais inovadoras temos nos tornado dependentes – no bom sentido – da tecnologia. E uma função que está a crescer bastante no mundo da tecnologia são as aplicações que nos ajudam a cuidar dos nossos bichinhos de estimação. Dentre as várias ofertas, gratuitas e pagas, encontradas nas webstores, escolhi algumas bem úteis para ajudá-los a cuidarem de seus gatinhos. Confiram!

PET MANAGER
Às vezes fica difícil lembrar de todos os procedimentos médicos pelos quais o nosso gatinho já passou, não é mesmo? Seria muito mais fácil se ele tivesse um registo que pudéssemos ter sempre à mão. Pois essa aplicação proporciona-nos exatamente isso: ela cria uma ficha completa com todas as informações que você julgar necessárias a respeito do seu bichano — fotos, raça, altura, peso, vacinas tomadas, histórico médico e muito mais! A aplicação é gratuita para Android.

MY PETS
A aplicação  MyPets é muito parecida com a Pet Manager, já que seu objetivo também é organizar informações úteis sobre o seu bichano. A diferença é que esta aplicação pode ser encontrada em português, o que facilita a sua navegação, por não ter que se preocupar com os termos em inglês.

MEU AMIGO GATO
O comportamento dos gatos pode ser um mistério para os seus donos e para muitos especialistas do mundo animal. Esta aplicação pretende facilitar a compreensão do comportamento de cerca de 50 raças de bichanos, mostrando os cuidados e hábitos de cada raça. Esse tipo de informação o ajudará a cuidar melhor do seu bichinho ou servirá, até mesmo, para ajudá-lo a escolher qual adotar. Pode ser adquirido gratuitamente pela plataforma Android.

PET FIRST AID
Quando o seu gatinho apresenta algum sintoma clínico preocupante ou quando se magoa, aposto que você fica preocupado em tentar descobrir o que fazer e para onde levá-lo, não é mesmo? Esta aplicação é uma grande enciclopédia de conteúdos médicos para cães e gatos, ajudando na realização dos famosos primeiros socorros, antes mesmo de se encaminhar ao veterinário. A Pet First Aid é rica em vídeos, artigos e fotos sobre temas que vão desde o barulho da respiração do seu bichano até qual tipo de alimento ele não pode comer.

TRADUTOR HUMANO-GATO
E se o seu gatinho pudesse entender tudo o que você quer dizer a ele? Esta aplicação, disponível na plataforma Android em versão paga, traduz a sua fala para a linguagem de miado. Não é genial? De acordo com o produtor da aplicação, o software é capaz de compreender todos os idiomas humanos e transformá-los em uma linguagem plenamente compreensível para seu gato.

PET ACOUSTICS
Animais também gostam de música, sabia? Esta aplicação promete reproduzir músicas criadas especialmente para seu bichinho de estimação. No caso específico dos gatos, é possível encontrar canções para momentos de relaxamento e de descontração. Curioso, não?

Graças ao avanço da tecnologia, hoje é cada vez mais possível se sentir próximo de seu bichano, já que a comunicação e o cuidado que você tem com ele é facilitado por essas aplicações extremamente inovadoras e criativas.
E então, já testou? Conhece mais alguma? Acrescente a sua sugestão aqui nos comentários!


Seguem os links para Android:

Pet Manager:

https://play.google.com/store/apps/details?id=co.droidforum.upet

Meu Amigo Gato:

https://play.google.com/store/apps/details?id=com.br.guiaracas.felinos

Pet First Aid:

https://play.google.com/store/apps/details?id=me.jive.petfirstaid

Tradutor Humano-Gato:

https://play.google.com/store/apps/details?id=com.electricfrenchfries.htct.free

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Gato esperto! hihihihi

Anedota:

Qual é mesmo o caminho para voltar?!
Um Alentejano queria livrar-se dum gato. Levou-o até uma esquina distante e voltou para a casa. Quando chegou a casa, o gato já lá estava. Levou-o novamente, agora para mais longe. No regresso encontrou o gato novamente em casa. Fez isso mais umas três vezes mas o gato voltou sempre para casa. Furioso, pensou: "Vou lixar este gato!"
Pôs-lhe uma venda nos olhos, amarrou-o dentro de um saco e colocou-o na mala do carro. Subiu à serra mais distante, entrou e saiu de diversas estradinhas, deu mil voltas... e acabou por soltar o gato no meio do mato. Passados dois dias, o alentejano liga para casa:
- Tá, Maria, o gato já chegou?
- Sim...
- Ainda bem, deixa-me falar com ele porque eu estou perdido...

sábado, 20 de setembro de 2014

Taurina

 
 
A alimentação para gatos deve conter uma elevada percentagem de proteínas animais(sobretudo de carne de músculo), mas também uma determinada percentagem de proteínas vegetais. A taurina conta-se entre os onze aminoácidos essenciais para a vida e para o corpo do gato, e como ele não a produz por si mesmo, tem de a encontrar nos tecidos animais, não na alimentação vegetal. A falta de taurina leva a transtornos do crescimento, danos no coração e problemas com os olhos, podendo até levar à cegueira. A comida fabricada contém taurina em quantidades suficientes. 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Que docinho!


Será que os doces fazem mal aos gatos?

Com as papilas gustativas da ponta e da base da língua, o gato distingue os diferentes tipos de sabores. Distingue melhor os ácidos, mas também os ingredientes amargos e salgados. Mas tem falta de sensibilidade para  doce. Pode ser esta a razão pela qual a maioria dos gatos não mostram qualquer interesse pelos doces. Mas existem também outros que experimentam saborosas bolachas, tartes e bolos. Nem mesmo o prazer do proibido poderá ser desculpa para que o gato coma doces, sobretudo chocolate: este contém teobromina, uma substância que o organismo do gato não pode processar e que conduz à intoxicação. O que acontece com o doce ocorre também com o álcool: mesmo ma pequena quantidade de álcool é prejudicial ao gato. 

sábado, 13 de setembro de 2014

Banho?!

 
 
Os gatos só devem tomar banho quando têm a pelagem tão suja que não consigam limpa-la eles próprios, quando tiveram contacto com substâncias tóxicas ou em caso de infestação por parasitas e perante determinadas doenças de pele e do pelo. Com banhistas de pouca vontade, é assim que o banho deve decorrer: dispor uma banheira pequena de uns 10cm de altura com água morna, colocar o gato dentro (se possível sobre uma superfície que não deslise), humedecer a pele e aplicar um champô especial ou um sabonete receitado pelo veterinário. Se usar o chuveiro deverá ter pouca pressão de água para não assustar o gatinho. Por fim, tirar o champô com cuidado e secar o gato com uma toalha (só se deve secar com o secador se for um secador apropriado para animais como o secador de iões). O focinho deve ser lavado com um pano húmido.
Depois do banho, o gato deve permanecer em casa, até que a pele e a pelagem estejam completamente secos.
Para os animais que resistem teimosamente ao banho, é útil ter um champô seco que se massaja sobre o pelo, mas a limpeza a seco elimina apenas a sujidade superficial e não é apropriada para gatos de pelo longo.
Os banhos medicinais só devem ser administrados por prescrição médica. Os olhos , os ouvidos , a boca e o nariz do gato não devem entrar em contacto com a loção.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Gatos e caixas de papel, qual a magia?



Se colocarmos uma caixa de papelão num ambiente com gatos, em poucos minutos todos os gatos estarão dentro dela, espremidos, como se fossem hipnotizados a entrarem. Na internet há o famoso meme “if it fits I sits” que registra o fenómeno. Em muitos casos as caixas são muito pequenas e os gatos ficam desconfortáveis, mas ainda assim ficam ali por horas. Por que isso ocorre? Qual a magia envolvida?



Porque se esconder, ficar em locais altos e procurar um lugar seguro para ficar à espreita e vigiar a presa é um comportamento natural dos felinos, que são caçadores. As caixas não fazem magia, só estimulam um hábito natural da espécie. Dentro dela, os bichanos sentem-se protegidos e preparados para vigiar e, se for o caso, atacar.
“Por mais que os gatos tenham sido domesticados, esse processo é muito mais recente e ocorreu de forma diferente dos cães”, explica Carolina Rocha, médica veterinária e especialista em comportamento animal. Ou seja, as atitudes típicas de caça ainda são muito frequentes nos bichanos.
Alguns comportamentos naturais devem inclusive ser estimulados nos gatos domésticos. “Caixas de papelão, lugares altos e esconderijos são ótimos materiais para enriquecimento ambiental dos gatos, já que possibilitam o aparecimento dos comportamentso naturais da espécie e estimulam o animal física e cognitivamente”, diz Carolina. Além disso, os espaços podem até ser desconfortáveis e apertados para nós, mas não quer dizer que seja assim para o gato também. Ficar numa caixa de papelão apertada pode ser até prazeroso para o gato.

sábado, 6 de setembro de 2014

Hello Kitty não é uma gata, revela jornal americano

Personagem é uma menina britânica de signo escorpião


 
 
O que é, o que é? Tem cara de gato, pelo de gato, bigode de gato, fama de gato, tem até nome de gato, mas não é um gato. É a Hello Kitty.
A personagem, criada em 1974 pela empresa japonesa Sanrio, passou todos esses últimos 40 anos gravemente confundida com um gato, quando na verdade é uma menininha. A chocante revelação foi feita à antropóloga Christine R. Yano, na Universidade do Havaí, quando ela preparava textos para uma exposição sobre a Hello Kitty num museu nos Estados Unidos.
Ao Los Angeles Times, a pesquisadora afirmou que foi "firmemente corrigida" pela empresa japonesa quanto à identidade de Hello Kitty. A Sanrio usou um argumento arrebatador em favor do antropomorfismo da personagem: nunca ninguém a viu de quatro. A Hello Kitty foi sempre uma bípede. A verdade sempre esteve debaixo dos nossos narizes, e ninguém percebeu.
Além de humana, a Hello Kitty também é: britânica de signo escorpião, amante de torta de maçã e filha de sujeitos chamados George e Mary White. Ela tem uma irmã e, felizmente para ela e para as crianças das novas gerações, não envelhece — está para sempre confinada na terceira série.
De acordo com o jornal americano, a personagem surgiu em um período de muita influência britânica sobre as mulheres japonesas. O sucesso, de acordo com a antropóloga, deve-se à falta de expressões faciais na boneca, que assim acaba combinando com qualquer fim comercial que se queira explorar: Hello Kitty tocando guitarra, Hello Kitty jogando tênis, Hello Kitty patriota etc.