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terça-feira, 15 de abril de 2014

 
Já vi ninhadas de gatos

Como amoras silvestres

São tão livres como as aves

Que há nas telas campestres.

Desfia o gato o novelo

Da sua ágil bravura

E quando acaba o trabalho

Sobra um fio de ternura.

Vi gatinhas tricolores

Nas íngremes ruas de Fez,

Odaliscas de outras eras

Em histórias de “era uma vez…”


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