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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

DIA DO GATO - 17 DE FEVEREIRO

 


DIA DO GATO - 17 DE FEVEREIRO                                    
 

Desde 1990 o gato, na Itália, também tem a sua festa, que se celebra em 17 de fevereiro. Iniciativa nascida da fértil mente da jornalista e gatófila Claudia Angelotti, que através de um referendo promovido entre as leitoras da revista “Tuttogatto”, instituiu a data. Uma data simbólica, escolhida segundo o espírito que tradicionalmente caracteriza o meigo amigo do homem. Fevereiro porque é considerado o mês dos “espíritos livres”, e o número 17, que segundo os supersticiosos traz azar, para demonstrar a superioridade felina diante das crenças populares comuns. As mesmas crenças que, no passado, quase levaram ao extermínio da raça.
Na Itália a festa oficial acontece na cidade de Perugia, com 2 dias de comemoração e uma série de iniciativas dedicadas aos felinos. Desde mostras de pintura, artesanato, livros, filmes e objetos tendo o gato como protagonista, a reuniões onde participam notáveis gatófilos escolhidos entre renomados etólogos, veterinários, jornalistas, escritores, artistas e representantes de associações animalistas. Na rua Vanucci acontece a coloridíssima Cat Parade, com as crianças das escolas primárias e artistas de estrada que desfilam e dançam com máscaras de gato e faixas contra o abandono dos animais. As máscaras são, após o espetáculo, oferecidas em troca de uma oferta para a reestruturação do gatil de Collestrada.
Uma forma para reconhecer o papel que o gato conseguiu obter nas casas de todo o mundo. Um percurso difícil devido ao contínuo e estéril confronto com o mais doce e amigável “Fido”, o cachorro.
Estima-se que, na Itália, existam cerca 6.800.000 cães e 8.500.000 gatos, enquanto as famílias que possuem um animal de companhia são cerca 22 milhões, equivalente aos 22% da população.
Diante desses dados, porém, o abandono continua a ser um problema sério. Os animais abandonados, a cada ano, são 350 mil, dos quais 200 mil são gatos e 150 mil cães. Destes, 150 mil morrem de fome, de sede, ou por acidente em estradas, e quase 50 mil terminam nos canis ou nos laboratórios de vivissecção. Naturalmente a situação torna-se mais difícil para cães e gatos habituados a viver em casa e, portanto, pouco preparados quanto aos perigos e às dificuldades do mundo dos animais de rua.
Além de uma dose extra de ração, realmente o melhor presente para os amigos gatos permanece aquele de garantir a eles um afeto que não se dissolva diante de um problema ou nas primeiras férias. De resto, afeiçoar-se a um animalzinho até transformá-lo em parte da família é muito, muito fácil. Sem tirar nada aos cães, os gatos são realmente os companheiros ideais para o ritmo das famílias modernas: para as necessidades do gato, basta um pouco de areia numa caixinha; a limpeza quotidiana é feita autonomamente e de modo extremamente acurado; os barulhos de todo o tipo são reduzidos ao mínimo e a inata independência combinada à uma boa dose de preguiça, derruba até o problema do pouco tempo para transcorrer junto deles. Para compensar a falta de companhia humana, existe uma solução extremamente simples: ter dois (ou mais) gatos ao invés de um. Diante de empenho e despesa quase idênticas, têm-se companheiros muito mais felizes, brincalhões, e em boa forma e, provavelmente, também uma casa menos propensa a arranhões e “desastres” de vários tipos. Tem sempre um gatinho em busca de uma família e adotar um novo amigo pode ser o melhor presente para homenagear a raça felina.

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