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domingo, 1 de setembro de 2013

Ser gato é ser territorial


 
Os Gatos domésticos são animais territoriais tal como os seus parentes selvagens. Na natureza, um gato estabelece uma área onde dorme e come: a sua base; e onde caça e cruza: a sua área de circulação.


 O seu território forma um círculo a partir da base e do seu tamanho e geralmente depende da disponibilidade de comida. Se a comida for abundante, ele não precisa de um círculo tão grande, mas se comida for escassa, o círculo é maior.

 Os machos, também se aventuram por territórios estranhos se sentem o cheiro de uma fêmea no cio, uma das razões mais frequentemente provoca brigas entre gatos machos.


 O gato defende fervorosamente o seu território, unicamente contra outros gatos, nada mais lhe importa e utiliza a sua urina para demarcar a sua área, também ao afiar as garras, o gato deixa um sinal para os outros gatos que ali passarem.

Os gatos têm glândulas nas patas, nas orelhas, no focinho, no pescoço, nos ombros e na cauda. Estas glândulas que ele deixa ao esfregar-se e a urina são o seu BI. Quando um gato os cheira, franze o focinho e parece extasiado, está na verdade a identificar o gato que por ali passou.

 Como os gatos marcam o seu território:

 1) Arranhando (deixa marcas visuais e cheiro),

 2) Borrifando com jactos de urina, comportamento típico dos machos.

 3) Deixando urina ou depósitos de fezes,

 4) Esfregando-se, principalmente com as orelhas.


As marcações de borrifo, urina e fezes proporcionam a outros gatos informação sobre aquele gato (por exemplo, sexo, idade e saúde) e a quanto tempo ele esteve por ali.

 
 Pontos de marcação são lidos como um jornal, frequentemente. O comportamento de marcar território não repele os outros, mas resulta em espaçamento temporal no território, assim dois animais frequentam o mesmo local em horários diferentes.

 Os gatos esforçam-se muito para evitar encontros fortuitos com outros gatos que poderiam levar a lutas e lesões. Como predadores solitários, eles confiam na própria habilidade para apanhar as suas presas. Se as suas habilidades de caça são prejudicadas, eles não podem sobreviver.


 Os comportamentos de marcação permitem a vários gatos compartilhar os recursos de um território sem sempre ter que competir diretamente um com outro. Por exemplo, um gato pode ocupar um local pela manhã mas pode deixa-lo para outro gato ocupar pela tarde.

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